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Ando...

Ando na velocidade de uma formiga... Mas sem fôlego...
Ando quase dormindo, ou dormindo quando posso...
Ando esquecendo o que faço...
Ando ignorando minhas atividades, ignorando meus amigos...
Ando em passos pequenos, querendo chegar, mas sem vontade de andar...
Ando pedindo que acabe, mas não querendo ver o fim...
Ando devagar...
Ando devagando...
Ando sem fazer, mas já fazendo...
Ando com vontade de parar...
Ando com vontade de correr...
Ando sem chão...
Ando sem noção...
Ando afastada...
Ando sozinha...

Apenas olhando pro teto e pensando...

Uma das coisas que mais sinto falta da escola é do meu português corretinho... Saudades de saber o que eu tô escrevendo e de ter certeza de que isso combina com aquilo e nada mais... Hoje, escrevo com a insegurança de uma criança que vai apresentar o apontamento ditado pela tia... Me sinto burra...
Sinto falta do tempinho livre que tinha depois do almoço... Sabe aquele tempinho em que você não decide de uma vez se vai terminar aquela conversa agradável que rola em local proibido (biblioteca) ou se sai correndo pro seu estágio que, além de lhe render pouco toma muito do seu precioso e pequeno tempo de felicidade...
Sinto falta das fofocas, apontar pra cara daquela menina nojenta que pisou no seu pé e ainda te olhou com cara de nojo porque seu pé estava aonde deveria estar e o dela não.
Tô meio estranha...
Com medo por que percebi que tô muito apaixonada... É ridículo!
Sabe o que é você lamentar por cada segundo separado, e se aborrecer a cada separação...
Sabe o que é você sentir que aquele tempinho tão bom deveria se estender mais...
No fim, você só fica olhando pro teto e pensando, durante os fins de semana em que não pode estar junto... E quando o tempo é muito corrido, quando você se vê sem tempo pra nada e sem a chance de encontrá-lo... Você apenas deseja aquele tempinho livre para usar com o que há de mais bizarro na sua vida e que estranhamente lhe aquieta um pouco o maldito coração... Eu quero aquele tempinho livre... Quero olhar o teto e pensar.

E eu li o meu poema...

Morri de vergonha. Cheguei atrasada por n fatores... No fim, apresentei o tal poema!
Enfim... Tô chateada com algumas pessoas... Isso me faz estar inspirada? Não!
Mas devia fazer...
Tô cansada, com uma dor de cabeça enorme... Mas ainda espero o tempo passar de pé. O que não parece milagre pra ninguém, mas no fim do dia eu penso assim: é um milagre.
A semana mal começou e eu já elvis...

Falta....

Não tenho muito o que fazer... Até tenho, mas eu prefiro me distrair com coisas úteis... Agora estou conversando com uma gringa que não entende nada do que eu falo...
rsrsrs
Estou sendo auxiliada pelo Marcio Rocha... Tá bem divertido!

Referência e paciência

Cheguei à biblioteca
Fui ao balcão de referência
Onde vi minha musa
Jogando paciência

Era a minha
Era a dela
e era o jogo!

Chorava meus problemas
E via que perdia a paciência
Era a minha
Era a dela
e era o jogo!!

Tentava chamar sua atenção
E ela via paciência
Era minha?
Era a dela?
ou era o jogo?

Foi meu tempo perdido
E o fim da paciência
Era a minha
Era a dela
e era o jogo!

Falta do que fazer, né?

Hoje tô irritante... Preguiçosa... Tá, vou ser justa comigo.... Estou cansada!
Sinto que sou mais romântica quando estou chateada com alguma coisa... Vou ficar chateada com alguém....

Acompanhada...

Imaginei todos os meus sonhos despedaçados 
Imaginei o fim da linha 
E quando o encontrei de verdade vi um começo 

E tudo rodava 
Meus sonhos tomaram espaço maior do que o imaginado 
Quando acordei tudo era real 

Os beijos eram doces 
O olhar estava fixo no meu 
E suas mãos estavam nas minhas 

E tudo era real 
Melhor até do que a imaginação 
Ele estava do meu lado onde antes estava sozinha 

Nos momentos em que antes me dava as costas 
Encontrei seu abraço 
Sua mão me fez companhia 
E o silêncio estava ali 

E tudo era real 
Não me vi acordando no choque de um buraco que não existia 
Já não estava Só!

Efeito pouco tempo livre...

Desculpem o sumiço aqueles que me acompanham, mas me vi necessitada de um pouco mais de realidade.
Percebi nesses últimos dias que um abraço valia mais do que uma digitação rápida, solitária e nervosa.
“ois” seguidos de “blz?” e uns “...” pareciam chatos demais...
Fui atrás de contatos humano e encontrei.
Foi ótimo encontrar pessoas que não se importam tanto com o fato de que eu não sei fazer nenhum tipo de concordância, mas que acreditam em cada palavrinha estranha que eu invento...
Sem aquela coisa de encher a boca para falar em “Disseminação do conhecimento” sabendo que o que eu falo não é conhecimento meu, mas de alguém que conseguiu pôr suas idéias em um livro... Nada de citações maravilhosas pra dizer que sou cheia das culturas...
Eu estou cheia das culturas...
Não suporto a cultura dos outros que não tenho e nem a falta de respeito com a minha pobre e inocente aculturação (a pouco tempo descobri que aculturação não significa falta de cultura, mas o agrupamento, a junção, de várias culturas)...
Nos últimos dias eu estou mais botando idéias e músicas dos outros do que minhas idéias e minhas músicas... Eu compus uma pra minha irmã...
Eu estou perdendo a capacidade de escrever em minha agenda...
Quando tiver um tempo transcreverei o que tenho aqui pra ela, e dela "praqui"....
Kkkkkkkkkkkkk
Inventando palavras, que bonitinho...
Vou correr ali, tomar banho e dormir que amanhã tenho pesquisa de marketing pra fazer na biblioteca municipal...
O mais doido é que não tenho internet, mas fico olhando para a outra janela como se o nome de alguém fosse piscar a qualquer momento...
Tenho um... Aaaaaaaaaaaaaaai... Acabo de receber uma declaração de amor do meu biólogo-agricultor preferido! (amor, não era para isso que estavas estudando na UEMA?????????).
Vícios de Internet!
Como se já não me bastasse o twitter, Orkut, blog, 6 contas de email, MSN, Livemocha, Facebook... Tá faltando algo? Ah, o “ME ADICIONA”... Agora tenho essa tal fazenda...
O mais doido é que escrevo no Word pro meu blog.
Não, esse não é meu hábito, apenas quando tô inspirada demais faço isso (quase nunca)... Vim só imprimir uns slides e fazer uma tabela... Mas a música ta tão boa (La solitudine – Laura Pausini), que eu to repetindo pela quarta vez, fingindo que meu sono foi embora... Morrendo de sede, mas sem coragem pra ir até aqui ao lado, na cozinha, beber um copo d’agua...
Pensa em uma criatura preguiçosa!
Queria aprender Italiano...
Se bem que a tradução dessa música me decepcionou... Quando eu era guria tinha uma abertura de novela Colombiana (Maria Celeste, acho) que era com a versão brasileira dessa música... Ah, era melhor que a tradução!
Vou cuidar com minha vida...
Foi bacana escrever sem estresse... O problema é que eu não escrevi nada muito inspirado, mas talvez isso sirva de inspiração para alguém... Talvez disseminar o conhecimento não seja mostrar o nosso conhecimento, mas apresentar ao usuário uma forma dele mesmo produzir e transcrever esse conhecimento.
Valeu!
Boa noite...
Dorme com Deus aí e respeite Nossa...
Kkkkkkkkkkkk
Que sacrilégio...
Beijo!
Encerro com “Strani Amori”... Arrepiando os pelinhos... kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Tô muito romântica, né?
Dá medo...