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O acordar...

As máscaras caíram e a minha foi junto com as outras. A idéia de ser criado à “imagem e semelhança de Deus” é algo que só ficou nas páginas antigas da Bíblia.
Somos fracos, medrosos e falsos.
Fugimos de tudo o que é real e verdadeiro. Vivemos na “veracidade” de nossos sonhos e para torná-los cada vez mais reais.
Eu sonho com amizades verdadeiras que não existem... Mas ainda vivo por isso.
Em: 02/11/08

Sozinha = sem paz

Não posso dizer que a vida tornou-se mais difícil de suportar. O ar está mais pesado, e eu não sinto tanta vontade de ter pessoas ao meu lado. Eu não sei o que está acontecendo comigo...
O mundo nos prega peças...
Existem momentos onde nada faz sentido, onde nada faz sentido, onde percebemos que, só para variar, tropeçamos em nossas próprias palavras. É quando vemos que tudo o que jurávamos ser de outras pessoas é nosso e apenas isso.
O mundinho de sonhos derrete como algodão doce. Nossos pensamentos se perdem em meio a tantas mudanças. Não sabemos mais quem somos.
Ao invés de tentarmos novas saídas, procuramos a paz exatamente onde foi embora, então ficamos sozinhos para recuperá-la.
Somos, inocentemente, capazes de jurar que reencontraremos a paz perdida nos isolando do mundo. Só que o que acontece nos derruba cada vez mais... Nossa mente é dominada por todo tipo de pensamento e a paz não vem.
Em: 05/11/08

Sentidos sem sentido...

O sentido que às vezes dou a minha vida não são meus, são emprestados. Isso explica porque eu o perco constantemente. Porque me some as forças, porque perco a vontade de lutar. Talvez seja um momento, mas lendo essa agenda (as postagens com data no final são notas de minha agenda) é possível ver que não é: são vários.
Estou cansada de viver de ilusões, lutar por coisas que não existem, viver em nome de pequenas alegrias que vão-se embora em momentos de distração. Cansei de ser tão pequena, cansei de passar minha vida inteira mendigando atenção. Quero que alguém repare em mim, sem que para isso eu pinte um nariz de vermelho e amarre melancias no pescoço.
Detesto a maneira cruel com que as pessoas se aproximam de mim em momentos de dor, parece que acham divertido me ver sofrer de vez em quando... Parece que desejam ardentemente ver lágrimas rolando em meu rosto... Detesto também o interesse “ingênuo” de alguns pelo meu sorriso. Na verdade, eles não querem nada além de saber o que me faz rir e, se não está dentro do “padrão de normalidade”, ou limitado no seu pouco conhecimento, ou melhor, se não é algo dentro do seu...
Enfim! Esquece...
Em: 06/11/08

O esquema da conquista...

Ok, me deixa ver se entendi o esquema da conquista.
Hunf-hunf...
O cara não é a fim de mim, mas eu sou a fim do cara. Ele gosta de um tipo “X”, e eu sou um tipo “Y”. Aí, para pegá-lo, eu procuro ser “X”.
Crianças, vocês não acham que a perda de identidade é um preço muito caro pra se pagar por apenas... Alguns beijos?
Sim, por que vai chegar um momento em que você notará que aquilo acabou, ou nunca existiu. Vai chegar um momento em que você verá que fez tantas mudanças que já não sabe mais quem é. Vai chegar ao ponto em que perceberá que ele não está ao seu lado por que... Por quem você é, mas por uma pessoa que você precisou se tornar. Nunca gostou de você... Fora o fato de que passará 24hs se policiando, tentando não chamar atenção dele pro fato estranho de que... Oh! Você é tudo aquilo o que ele detesta.
São apenas momentos curtos. Vai levar apenas o período em que você é outra pessoa. Um efeito cinderela... A linda princesinha desaparecerá meia-noite, mas nesse caso ele vende o sapatinho de cristal!
Hehehe
Em: 14/10/08

A questão do abraço...

As pessoas ainda acham esquisito o modo como me “esquivo” de um abraço. 
Mas, sei lá... 
No começo do blog (podem procurar as primeiras postagens), eu sempre falava o quanto o abraço do Nando me deixava segura. Eu não sei... Nosso primeiro abraço foi uma coisa tão natural, tão legal... 
Ainda tenho muitos amigos que ficam assustados com a minha reação a uma tentativa de abraço... Acho que meu namoro me abriu mais pro mundo, mas ainda não me sinto preparada pra sair por aí dando abraços em todo mundo... Sejam eles inocentes ou não, eu fico sem graça, tensa, nervosa... 
Abraçar é algo difícil pra mim... Envolve segurança, intimidade, sentimento... Vontade de estar junto... De ser íntimo sem ser... 
Mas, enfim... Acho que é isso... 
Abraço pra vocês!

Reportagem sobre a Biblioteca Benedito Leite na Revista Historia da Biblioteca Nacional

Briga é cimento...

Eu e meu namorado brigamos por tudo desde o começo do nosso namoro. 
A gente briga por atrasos, traições virtuais, caras feias, TPM, ciúmes, crenças religiosas, inseguranças, tempo, dinheiro, SORVETE e até pela educação dos filhos que não temos... 
Acredito que as brigas concretizaram nosso namoro. Tornou ele mais sólido, porque a gente já teve tantas... E todas levadas com tanto respeito, com a importância que elas não deviam ter... 
Terminamos várias vezes e voltamos no mesmo dia. 
Eu não gosto de discutir a relação ( só fiz isso mesmo quando o Nando terminou comigo, que foi quando conseguimos ficar 5 dias eternos separados e já falávamos em ficar com outras pessoas... Ele me pediu apenas pra não escolher um galinha, porque não queria me ver sofrendo [e eu tô chorando agora, porque essa briga ainda é um assunto delicado pra mim... Ainda tenho em meu email uma conversa que é quase um livro em que pedia uma chance e tentava entender o que tava acontecendo... até hoje não sei direito o que aconteceu...]). Geralmente nas nossas brigas, eu apenas ficava chateada com ele, calada, evitando contato... Até me desembestar a chorar e saia andando... Nunca falando, alteamos a voz em uma briga... O nó que sentia na garganta quando elas aconteciam sempre me fez calar muita coisa... O medo de ferir... 
Hoje estamos mais tranqüilos... Ainda que ele me diga que a outra mora em Santa Catarina e que ele só não tá com ela porque está liso (como acabou de dizer por sms)... Eu amo essa porra. Não me imagino com outro ser pra olhar se tem feijão no dente e dizer “saúde” e não “como tu é porca” quando eu arrotar... Também não me imagino em outros braços, outros beijos... Onde vou encontrar uma boca grande como aquela????????????????? D=

Te ajudando a escolher Ela

Se você está entre duas (três, quatro, cinco...) pessoas e acha que não é capaz de ficar apenas com uma porque está apaixonado(a) pelas duas (três, quatro, cinco...)... Enumerei alguns pontos que acho que te ajudarão a escolher Ela ( A pessoa)... Bom, tenho medo do Nando ler isso e descobrir que a Ela dele não sou eu, mas vâmo lá! 
  • Você se sente mais seguro pra conversar com quem? 
  • Você pensa em quem quando está precisando de um abraço? 
  • Quando algo ruim, ou bom, acontece, você liga pra quem primeiro? 
  • Quem te dá mais paz? 
  • Qual o abraço você acha mais gostoso? 
Enfim! Enumera aquilo que tu acha qualidade e vê se a pessoa (as pessoas e quem delas...) se enquadra melhor no seu estilo de pessoa perfeita. Naquilo que você realmente quer... Eu sou monogâmica! Acho que você também é capaz de ser...

Oração

Senhor, dá-nos a honra de tua companhia... 
Derrama sobre nós tua luz e teu amor 
Faça de nós nova criatura. 
Perdoa nossas falhas e ajuda-nos a seguir pelo caminho de luz. 
Ajuda-nos na nossa missão. 
Nos dê força e coragem para seguir nossa vida. 
Não nos permita atrapalhar a vida de nosso próximo. 
Livrai-nos no mal... 
Amém!

A gente briga muito antes do equilíbrio... Depois dele também!

Quando eu e o Nando começamos a namorar tudo foi muito louco... Acho que já falei aqui que brigamos pelo menos 5 vezes antes de resolver namorar. Antes de assumir que a gente se gostava. Acho que eu fui quem mais demorou pra assumir qualquer coisa. Falava dele como “o menino magrelo que acha que é meu namorado” (isso antes de pedir ele em namoro, que fique claro!). 
Ele era irritante. 
Me buscava todo dia par (segunda, quarta e sexta) no trabalho (nessa época eu trabalhava na PPPG)... A gente lanchava, ouvia música, conversava e ia pro Núcleo de esportes, ponto final do campus, andando pra pegar ônibus. Detalhe básico: sem necessidade alguma, pois era janeiro, a UFMA tava de férias e os ônibus estavam vazios... 
Isso prova o quanto eu canso ele hoje em dia. Ele mal me acompanha ao COLUN... 
E era com essas conversas que o nosso namoro se lascava. 
Eu sempre fui meio liberal quanto a religião e o Nando... Bom, o Nando é Legionário de Maria, é católico praticante fervoroso e chato (pardon, divo...). E a gente sempre falava de como iríamos educar nossos filhos, e isso me estressava muito. Eu ficava pensando que ele tava com a pessoa errada, e dizia que não ia mudar ( e nem vou...) e chorava adoidado... Porque queria ficar com ele, mas ele era muito chato! 
Acho que as nossas maiores brigas são só por defeitos que achamos enorme um no outro. 
Reclamo que o Nando é muito calado... Ele reclama que eu falo demais... Mas é aquela coisa: se eu calo ele se incomoda, e se ele se desembesta a falar, eu me incomodo. 
As brigas são as mesmas, de certa forma. 
Ele não gosta do meu comportamento na igreja, e eu ainda reclamo do silêncio dele...

Amigo, amigo, não paquero tão tarde!

Ando tendo problemas com meus amigos que de repente descobriram-se gostosões. 
Sério! 
Entro no MSN, e chamo alguém pra conversar. Um cara do meu curso que eu não via faz tempo. E ele achou que eu falei com ele por estar a fim dele, pois ele fica on line toda tarde. 
“Sim, mas eu abro o MSN no email e sigo no meu trabalho, não olho quem tá online, e nem me importo quando eu tô trabalhando” – digo me defendendo... 
“Mas, é estranho, porque você passa por mim quase todo dia...” 
“Jura?” 
Eu sempre ando no corredor da biblio correndo ou por estar atrasada, ou por estar indo pra fila do RU, ou por precisar ir ao banheiro... às vezes não noto nem que pessoas importantes passam por mim... O que eu posso dizer dele? 
Francamente! 
Não há nada no mundo que eu odeie mais que garotos achando que eu estou a fim deles, ou que eu os estou paquerando, ou se afastando de mim porque arranjou uma doida pra agüentá-los... Francamente! 
Eu respeito o doido que fica comigo apesar das minhas loucuras, assim como a doida que os escolheu pra agüentá-los. Não sou nenhuma criança e apenas quero o respeito que mereço. 
Se passamos 1, 2, 3... anos em uma amizade que não foi outra coisa, o que os faz pensar que de repente, tendo namorado, vou virar pra eles e pedir um beijo na boca, ou uma trepadinha ali no beco? 
Meu namorado tem amigas e eu tenho amigos. Se esses não ultrapassam o limite do respeito, beleza... Segue a amizade. Mas, se notamos algo errado... Me pergunto porque com os outros casais não é assim? 
Me pergunto porque que não existem mais caras como Guii... Que eu paquerei por 10 anos, e que continua meu amigo (detalhe: ele tem namorada).

SAC – Bibliotecária Escandalosa

Recebo reclamações do meu blog por todos os meios e tentarei responder algumas questões.

Aos meninos, que reclamam que meu blog é rosa demais, interessante, mas rosa demais pra eles olharem em público. 
Sinceridade, eu não acredito que o rosado do meu blog irá fazer influenciar na orientação sexual de vocês... Mas vou providenciar mudanças essa semana. 
 Porque eu só falo de beijos?
Cara, porque eu ainda não transei. No dia em que meu hímen for pro espaço, não se preocupem, o blog ficará mais apimentado e falarei mais de sexo! Sexo! Sexo!.. 
 Bibliotecária? Mas, você não fala nada de biblioteconomia!
Cara, eu também nem bibliotecária sou. Sou estudante de biblioteconomia. O que eu acho interessante divulgar no blog, eu divulgo. O que me pedem pra divulgar, eu divulgo. Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaas, eu não sou obrigada a falar todo dia de bibliotecas, e práticas biblioteconômicas só porque o título do blog tem a palavra “bibliotecária”. É um apelido que deram pra mim, não foi nem pro blog que era desconhecido na época. 
 Porque fala tanto do teu ex. E quem é ele?
Porque eu só tenho ele pra falar (de ex). Kkkk... Eu não sou tão rodada! Mas falo de garotos que gostei. O meu ex voltou a falar comigo agora, por isso me sinto a vontade pra falar dele. Eu não vou citar nomes. Ele sabe que ele é ele, e não reclama do que eu escrevo. Meu namorado não se incomoda de eu falar nele... Então eu falo! As postagens que o povo mais zóia são essas também, e falo de coisas que me perguntam, oras! Mas, muitas vezes um ex não é um único ex... Antes meu ex era só meu ex... Hoje meu ex é o ex dos outros ou só um guri de quem gostei.
 Porque escandalosa se o que escreve não é nada demais?
Porque é um apelido, não tem nada a ver com o conteúdo do blog. Tem mais a ver com o meu comportamento. Já perguntou pro cara lá porque o nome do livro dele é raízes do Brasil se fala de sociologia? 
O Guii ainda fala contigo? 
Desconfio, sinceramente, que não. Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Claro que sim! Sempre que tá on line, sempre que eu ligo e sempre que vem aqui. Somos amigos mesmo! 
 Tu é louca, é? 
Às vezes... 
 O que Fernando fala das doidices que tu escreve?
Ele me bate e termina comigo, tenta me matar e fala até em jogar os pedaços pro cachorro... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Ele ri, me dá um beijo e diz que sabe que isso é coisa do meu passado. Porque, antes de publicar, eu falo com ele sobre o que é (parei de mandar pra ele ler antes) e ele respeita. Não há nada ali que ele não saiba. Tem muita gente que esconde o que viveu do namorado. Eu escondia muita coisa do meu ex, em 1 semana de namoro vivia dizendo que ia pra casa, que não podia ficar com ele porque não podia chegar tarde e acabava pegando o mesmo ônibus que ele na volta, mas a gente não voltava junto... Eu me sentia péssima com essa situação e procuro não fazer isso com o Nando. Ele sabe de tudo que eu vivi, vivo e pretendo viver (acho que isso me tornou sem graça pra ele) e até dos meus momentos de dúvida sobre o nosso relacionamento. Tem dado certo, por isso que tá no blog.

Tempo e mudança

Estou com o Nando há 1 ano, 8 meses e alguns dias... E tenho aprendido coisas pra caramba com aquela merda. Queria ouvir dele que ele está aprendendo muito comigo também... 
Tudo bem que não sou lá grande merda... 
E que as vezes tento desviá-lo do caminho de luz... 
Que algumas vezes me comporte como menina mimada, sendo que nem me mimar ele me mima... 
Mas, sei lá! 
É engraçado como a gente mudou ao longo dos meses... Lembro que no começo de nosso namoro apenas ele falava. Eu ficava calada, entre assustada e entediada, no meu canto. 
Hoje só eu falo. E ele passa o tempo todo tentando me convencer de que sempre foi e sempre será assim. Ele não era assim, mas se tornou insuportavelmente quieto. 
Ele me ligava o tempo inteiro, hoje só eu ligo. 
Ele me mandava email todo dia e passava horas conversando no GT, hoje a gente se limita a mensagens de texto e bônus de ligação. Sabe-se lá de onde vinha tanto assunto (que apenas ele falava)... 
Eu não era apaixonada pelo Nando quando a gente começou. E isso deixou minha cabeça bem confusa... Confusa de chorar mesmo... Eu chorava muito... 
E o pior é que eu era feliz com ele, tanto que muitas vezes achei que estivesse ficando louca. 
Hoje amo o Nando mais que tudo, e a certeza do que eu sinto somada a incerteza do que ele sente me faz chorar as vezes... De repente aquele papagaio calou a boca. De repente ele parou de me mandar emails, parou de me ligar, parou de me fazer as massagens nos pés (que ele dizia que eu tinha que me acostumar. Pois ele faria todo dia...), parou de dizer “Tião!” entre beijos e, principalmente, não me beija mais quando nos encontramos... 
Sim, a coisa parece estar esfriando... 
Apesar das ligações e mensagens nos dias que eu tava dodói... 
Tudo bem, ele está em processo de conclusão de curso... Em estágios e monografia... Estressado com problemas da vida dele, que não tem nada a ver comigo (ele me garantiu)... 
Mas, tá tudo tão diferente!

Vá pro inferno e enfia sua educação no *&¨%$

Eu não sei o que acontece com esse mundo que distancia, aproxima e arruma novas questões pra brigas. Tenho gente que não conheço no MSN e que são tão mais minhas amigas do que aqueles que conheço a anos e estão no meu Orkut. 
O fato é que fiz escolhas erradas a algumas semanas, e tenho desejo de consertar. Adicionei pessoas demais, pessoas que mal conheço e que queria como amigas... Mas, o fato é que a coisa não se processa dessa forma pra elas. Elas chamam isso de educação. 
Educação é o que dou aquele sujeito por quem passo na rua e dou um “bom dia” sem compromisso algum e sem nenhum envolvimento. Uso o Orkut para compartilhar um pouco da minha vida com aqueles que chamo de amigos, não os vejo como caras estranhos por quem passo de manhã... 
E não quero ser isso na vida de ninguém que esteja no meu “ciclo vicioso”, minhas redes virtuais. O Blog sim é aberto... O twitter é aberto... Mas, meu Orkut é algo pessoal! E estarei excluindo quem nada tem a ver com meu mundinho bobo de faz de conta, onde as minhas amizades não falam mal de mim enquanto tô longe, ou estando perto, fingindo não me ver. 
Eu não confundo educação com amizade. Eu simplesmente não vivo a educação de aparência que as outras pessoas vivem. Eu não dou tapinhas nas costas, sorrisos, e depois saio dizendo que fiz isso por educação. 
As pessoas confundem falsidade, dissimulação com educação, mas não é. É apenas mais uma forma de mostrar o quanto você é hipócrita e sem valor. 
Eu tentei ser amiguinha de várias pessoas, mas as excluo do meu Orkut, porque eu não sei ser “educada”, eu não sei fingir que me importo com o que não me importo, e, principalmente, eu não quero fingir que me importo. 
“De hoje em diante, serei o que sou, no instante agora...” 
Terei pouco, mas verdadeiros amigos. Meu Orkut pode ficar com poucas cabeças, mas nele haverá pessoas que me respondem, nem que seja com um “ok”. Porque eu gosto de resposta a perguntas que faço. E porque, se as pessoas querem ser minhas amigas, elas podem me responder de verdade. 
Não quero pessoas que me adicionam apenas para me vigiar, marocar, ou qualquer outra coisa... Quero pessoas que se comuniquem comigo de verdade. Porque a idéia do bagulho é essa. 
Amém?

Tudo em que acredito

O que acredito não se rotula... Eu chamo de vida simplesmente. Acho melhor dizer que vivo do que dizer que sou batista, adventista, espírita, católica...
É mais fácil fazê-los entender que sigo Deus e tenho minhas crenças. Queria que acreditassem nisso e não me enchessem de perguntas tolas sobre a bíblia.
Eu estudei a bíblia, e guardo comigo muitos ensinamentos dela. Devo dizer a todos, que palavras de fé e amor guardamos no coração. Não precisamos decorar números e nomes que levam a elas.
Não lembro em nenhum local dela que diz “decore isso aqui”, mas lembro muito bem de “guarde a palavra”.
Conheço muitos crentes, beatos, desses que não saem da igreja, que vivem uma vida de transgressão e mentiras... Enquanto eu, “imunda na minha falta de igreja” sei melhor que eles o significado de caridade, amizade, amor...
Deixei de ir a igreja quando tinha 10 anos. Sempre brinco que foi na mesma época que parei de beber, e isso assusta muito as pessoas que me olham como se eu saísse da igreja e fosse direto pro bar.
Não é isso.
Eu sou batizada Católica. Fui educada em uma escola Adventista. Estudei o Espiritismo... Absorvi um pouco de cada religião e sou o que sou hoje.
Bom, não sei rezar o terço, não guardo os sábados, e não pratico a caridade com a freqüência que deveria, mas posso dizer que respeito e amo a todos que conheço de igual maneira.
Minha educação não me permite fazer grandes loucuras.
Nunca fiz sexo ( o que não é uma grande loucura, mas viver fora de uma igreja faz alguns pensarem que a gente sai por aí freqüentando orgias...).
Não bebo.
Não fumo.
Não uso nenhum um tipo de drogas...
Meus amigos já fizeram sexo, mas todos tem juízo pra não usar drogas... (é que lembrei do “diga-me com quem andas...”).
Nunca pertenci a nenhuma gangue.
Já vi gente morta (é bom deixar claro que vi o espírito delas depois de morta e enterrada).
Acredito em outras encarnações... Tenho regressões instantâneas...
Não ando por aí de bumbum de fora (tá, o peito é mais difícil de esconder)...
Não vou a enterros...
Vou a missas com meu namorado... (prefiro as igrejas tradicionais, não gosto daquelas que o povo grita esquecendo a onipresença, onisciência e o bom ouvido de Deus).
Enfim... Deu pra entender, né?
p.s: sobre o fazer, não fazer e deixar de fazer sexo... Quero dizer que isso não me torna mais pura. Meus pensamentos são minha passagem garantida pro beco quente dos quintos... Tenderam, né?

Odeio médicos...

Não por eles serem metidos, não por usarem a porra do jaleco até pra tocar o pneu do carro em pleno aterro sanitário, não por nem olharem pra nossas fuças quando entramos em seus consultórios e damos aquele “bom dia” que nunca é respondido... Mas, odeio-os... Odeio por serem médicos. 
Tenho problemas com todos. Desde a minha inocente dermatologista até a porra do ginecologista. 
Nunca tive problemas com meus pediatras. 
Meu problema começou com o clinico geral e a sua necessidade de me ouvir falar de mim com minha própria boca (sabe-se lá que diabos eles acreditavam que eu tava usando). 
Eu odiava meu ortopedista e seus sorrisos exagerados no fim da manhã. Eu o odiava, porque Sakura Card Captors já tinha terminado a horas, eu tava com o fome, e via ele passando de lá pra cá com biscoitinhos, cafezinhos, picolézinhos... Matando a fome que eu tinha, e que aumentava sempre que o via passando com seus lanchinhos. 
Odiava meu dentista. Ele me dava medo. Tinha cara de psicopata, e ia fumar enquanto esperava a porra da anestesia fazer efeito. Acontece que a porra da anestesia não me deixava imune a tontura que os cigarros que ele fumava me traziam... 
Odiava meu oftamologista e sua mania de querer revirar minhas pálpebras pra ver sei lá que diabo... E ainda tinha que aguentá-lo me dando liçãozinhas de moral do tipo: “Sorraaaaaaaaaaya, você non seerrrrrrr mais quiancinhaaaaaaaaaa, cê jáaaaaaaa serrrrrrrrrr mociiiiiiiiinha”. 
Odiava minha dermatologista, que pegava em minha cabeça com nojo, e sem luvas sempre que eu ia lá ver o problema de minhas caspas... 
Odeio, principalmente, meus ginecologistas (todos, e sem exceção) por me tratarem como se eu já tivesse dado pra Deus e mundo, sem ter se quer a decência de me perguntar se eu dei alguma vez na vida... É constrangedor ter que dizê-lo sempre, sem que eles perguntem, antes deles passarem a porra daquele exame... 
O pior, nem é isso, é quando digo e eles não acreditam, por causa da minha idade. Dá vontade de perguntar se depois dos 20 o hímen simplesmente se desfaz...

Em sala de aula...

Todo professor diz que a gente deve participar das aulas, expor nossas idéias... Mas sempre que abro minha boca, eles soltam o “claro, se essas idéias tiverem alguma fundamentação teórica...”. 
Eu comecei a participar de aulas apenas no ensino médio, nas aulas de religião. Quando eu comecei as minhas questões “emaconhadas” (é que o professor César Castro uma vez me perguntou se eu tava “emaconhada” só porque tava rindo excessivamente na aula dele... Mas nunca usei drogas... Nunca fumei maconha ativamente...) sobre a bíblia. Deixava a minha professora sempre sem graça, a ponto dela perguntar se aquela coisa com interrogação no fim da prova fazia parte da resposta a prova... Quem se divertia era o Jorginho. Sempre que ela me entregava a prova, ele a arrancava de minha mão pra ler minhas comparações malucas entre a bíblia e as histórias de Akira Toryama (Não lembro se é assim que se escreve, mas ele é o cara que criou Dragon Ball Z e Dr. Slump). 
Lembro que um dia ela nos contava, toda empolgada, de uma suposta reunião do comitê da criação. Nesta Reunião estavam os anjos, Deus e Jesus. E Deus explicava a Jesus o que ele faria se Adão e Eva fracassassem em sua missão... Aí, ela engrossou bem a voz e disse o que Deus disse... Gente, num guentei e perguntei: “Assim mesmo, professora? Mas e o que é que Jesus disse?”. 
Eu sempre fui tímida, acho que por isso não participava muito das aulas. E é por isso que minhas questões sobre a bíblia iam escritas na prova, era por isso que o pessoal se assustava quando eu abria a boca. Quando eu fazia 5ª série, uma galera achava que eu era muda. E na 7ª, minha professora de história chegou a botar todos pra fora da sala só pra eu apresentar um trabalho... 
Na biblioteconomia não tem sido diferente... Continuo morrendo de vergonha pra apresentar trabalho, falo coisa com coisa, rio, faço caretas, faço força, mas parece que nada sai... 
Minhas participações em sala de aula são sempre motivo pra risos... Mas, é inconsciente. Chamo a atenção pra mim, e quando percebo que todos olham só falto enterrar minha cabeça entre as pernas... 
Já fiz enormes cagadas... Já até apresentei um poema do blog em um trabalho (clique aqui para ler)... 
Nos meus últimos trabalhos venho sofrendo com o tempo. Faço toda uma superprodução mental do que poderia ser meu trabalho (uma mistura de “fundamentação teórica” com stand up), mas tudo o que eu vejo na hora que vou abrir minha boca em uma apresentação são dedos indicando que tenho poucos minutos pra falar: 10... 9... 8... 7... 6... 5... 4... 3... 2... 1... #calaabocasoraya!

Sobre beijos no pós-almoço...


Na última sexta, eu, Thayland e Mayanna conversávamos sobre beijo pós-almoço no RU. Falta de vergonha alugar uma mesa enquanto a fila do RU tá enorme? Falta de vergonha é aquilo que conversávamos enquanto os coitados estavam na fila (eu furo fila...). A gente tava discutindo o assunto da postagem de ontem (beijo de São Bernardo). 
Não lembro quem começou, se eu ou a doida da Thayland, só sei que deixamos a doce e virginal Mayanna morrendo de vergonha com nosso papo maluco. 
Falávamos no modo como os caras chegam pra beijar (eu com minha vasta experiência de 2 caras, Thayland com sua vasta e arrastada experiência de vida, de mais de 10 bilhões de homens e Mayanna colaborava com seu riso doce e virginal... Preferindo não se comprometer). 
O que exatamente falávamos? 
Bem, existem caras que chegam logo metendo a língua em nossa boca, o que nós consideramos um estupro. A gente tá lá, tentando sentir o beijo do cara, ainda nem bem encostou a boca na dele, e ele vem com a língua enorme, violenta, enfiando em nossa boca: estupro. 
O beijo de São Bernardo? Tu tá lá, tranquila... E o cara nem espera você ficar receptiva, língua pra lá, pra cá... E tua cara sai toda lavada! 
Dente com dente... Bom, elas me garantiram que bater os dentes é normal e que isso não faz de mim uma beijoqueira de segunda. 
Enfim... Se lembrar de mais algo, falo pra vocês... Da próxima vez gravo, trazendo a coisa completinha e fala de cada uma...

Beijo de São Bernardo


Uma das maiores curiosidades sobre o meu primeiro beijo é o que eu senti com ele... Enfim, vamos falar mais uma vez daquela merda... 
Foi assustador! Além da Baba, eu senti um vazio... Eu gostava de outro cara, e aquilo não fazia sentido pra mim... 
Eu menti quando disse que foi só um beijo... Na verdade, acho que foram 2 e vários selinhos... Mas, eu fiquei tão aérea... Que nem percebi o segundo! 
Agora deu um branco... Lembro apenas que meu primeiro beijo foi muito babado... Foi quase uma lambida de São Bernardo... 
Falo isso, porque fiquei muito assustada com o fato do beijo ser muito molhado... Tanto, que sai perguntando pra todo mundo que eu conhecia se isso era normal. Uma amiga disse que era, e eu resolvi que esse seria meu primeiro e último beijo. 
Até que eu conheci o Nando, e perguntei pro Aécyo e pra Janiete se isso era normal... Eu tava com medo de beijar o Nando e sair com a cara toda lavada de baba (cês já viram o tamanho da boca do meu namorado? Eu fiquei em pânico...). 
Até que, aquele sábio ser, meu amigo Aécyo, soltou a seguinte frase: “Meu Sol, nem todo homem beija como um São Bernardo como seu primeiro namorado... Vai sem medo...”. 
Meu primeiro beijo com o Nando foi bem sequinho...

Soraya: a menina sofredora...

Quando uma amiga minha faleceu, há 1 mês atrás, eu fui ler as cartas que ela me escrevia no tempo de escola e quase morri de vergonha com o que eu vi... Acho que fui uma verdadeira Gabriela Spanic (Atriz mexicana) na minha adolescência. 
Não, gente, tudo bem que eu gostava de um guri que mal sabia da minha existência, mas, pelo que as meninas escreviam nas cartas, eu vivia chorando pelos cantos com isso. 
As cartas tinham frases como: “Sol, eu sei que você sofre demais por gostar do Jonas e ele num tá nem aí pra ti...”... 
Imagina! 
Cara, eu queria muito saber o que eu fazia tanto pra esse povo achar que eu SOFRIA por causa daquela baleia nariguda! 
Fala sério... 
Enquanto eu chorava a ausência do Guii (estava enlutada, como disse uma vez a bibliotecária), o povo achava que eu tava sofrendo por causa de um menino fei pra porra que não me dava bola! 
O pior não é isso. 
O pior é ainda ouvir as pessoas perguntando por esse meu amor platônico e sofrido até hoje... 
Daí-me paciência! 
Eu tenho 24 anos, num é mais 13 não!

Angel House ou Ironicamente...


É a minha história preferida, porque eu me envolvi pra carvalho com ela. Não tem nada a ver comigo, nem com o jeito que via os garotos, nem com minha decepção com eles, com meus amigos e com o mundo... 
É apenas uma história que criei. 
É a história de Tiana, uma guria desarrumada e meio tonta que vem pra “cidade grande” atrás da irmã gêmea, que é totalmente o contrário dela, que veio fugida também, mas pra seguir a carreira de modelo. 
Pra começar, ela é assaltada 3 vezes. Na primeira, levam a bolsa, na segunda os tênis, e na terceira, levam toda a roupa deixando ela só de calcinhas no meio da rua. 
Aí, a bichinha caça abrigo numa moita, onde é encontrada por Isaac... 
Imagina, ser encontrada por um cara lindo estando só de calcinha em uma moita? 
Aí, ele pede pra ela sair, e ela não quer sair... Ele pergunta se tá tudo bem, ela diz, “ótimo, vá embora... Pois já me levaram tudo e tenho certeza de que minhas calcinhas não lhe servirão!” – devo explicar que o jeito hipongo do Isaac fazia com que alguns lhe jogasse trocados na rua... 
A moita em que ela se escondia, ficava atrás do trailer de lanches do Isaac... Ele manda uma de suas funcionárias lá ajudar a “pobre moça”. E depois de uma conversa, a moça dá um roupão e indica uma pensão pra Tiana. 
Quando Tiana chega na tal pensão, encontra Milena, irmã do dono, de saída. Ao perguntar se há quartos, ela tipo responde “fica com o meu”, joga a chaves e vai embora.
 

A casa em questão é da Família de Isaac. O quarto dele e de Milena, irmã dele, tem uma varanda em comum, pois eram os quartos dos pais que não dormiam juntos, mas tinham um jeito discreto de se encontrar... 
O fato é que essa janela gera confusões desde o primeiro dia. 
Imaginem: Tiana só com a calcinha do corpo (pois, no calor que tava ela não ia ficar com roupão)... Aparece um rato no quarto, ela grita assustando Isaac que dormia nu no quarto ao lado. E quando toda a casa chega pra ver o que era encontra os dois sozinhos no quarto (ele nu e ela só de peças íntimas). Ninguém nota a cara de pânico e vergonha dos dois, e começam os boatos e aumenta a ira de Isabella pela nova hospede. 
Além disso tem outras situações... 
Foi a única história que escrevi com começo, meio e fim. 
Tentarei encontrá-la na minha bagunça! 
Outras personagens: 
Milena... Não lembro quem era... 
Liana, a irmã gêmea de TIana.... 
Suzanne... Outra avulsa... 
Kelvin, o melhor amigo de Tiana na casa. 
Victor e Tadeu, os meninos do porão... 
Ludymilla agente vilã de um cantor que a Tiana é fã. 
Isabella namorada doida do Isaac... Fez tatuagem de raio na testa em homenagem ao Harry Potter quando tava bêbada. 
John, ator de teatro amador metido a popstar.

Supert Angel...



Essa é a história mais doida e que teve direito a uma história em quadrinhos desenhada por Aécyo Valério Rosas (quem lê minha empolgação pode achar que é gente importante...)! 
A supert teve várias versões. 
Na primeira delas, ela parecia o Power Ranger vermelho. Mas, o Aécyo gostou da história, mas achou meu desenho bizarro.



Na minha história a Sol tinha uns 13 anos e uma amiga de 12 mais louca que ela. Ela conhece o Rupert Everett, cria uma “heroína” chamada Supert e sai a caça do cara pelo mundo. Sim, o “heroísmo” dela é só encontrar o Rupert pra uma foto, um autógrafo e um “oi, tudo bem?”. 
O Aécyo me deu umas dicas, e ela virou espiã de artista (tipo papparazzo, mas mais invasivo). Aí, o Aécyo começou a desenhar os quadrinhos. 




Quando ele parou, eu criei uma versão mais dramática, eu queria dar um sentido mais humano para as perseguições de Supert. 
Daí, Supert ficou ainda mais velha, noiva de um modelo famoso que vivia de aparências. Ele resolve mostrar pra ela, no dia do noivado dos dois, a casa no meio do nada que comprou pra eles viverem. 
A intenção dele, era que ela esquecesse a vida dela, e vivesse pra ele e por ele. E os dois começam a brigar. A briga fica tão feia que o carro com os dois para dentro de um rio, ele morre... Mas, todo mundo acha ele não apenas um modelo de corpo, mas um modelo de homem e ninguém acredita no que aconteceu com ela. 
Emputecida, cria a Supert, que tem um objetivo. Mostrar o lado podre da fama, da alta sociedade e de quem vive nela.

2 karas



Isso foi antes da novela, tá gente. 
É a história de... PEraí, que não tenho o nome dela aqui agora... de Mel... O nome dela é Melissa... 
É uma guria que era rica, foi estudar em uma escola pública onde era vista como uma pessoa certinha... E pros amigos da escola particular, ela passou a parecer “legal, descoladéeeerrima... e tal”... 
Só que essa coisa de “de dia ser santa e de noite ser puta” começa a ficar estranha. Tão estranha, que quando ela acorda, ela não lembra de nada que fez a noite... 
De repente ela aparece com uma tatuagem no ombro... Depois aparece um cara dizendo que eles são namorados dela... E ela não lembra de nada...

Entre Sambás e o Paraíso



Eu escrevi na época em que tive um amor platônico por um guri do interior (mas era tão platônico que nem “oi” a gente trocou até hoje). 
Pra vocês terem uma idéia, eu desenhei as roupas dos personagens iguaizinhas as minhas e as deles no dia em que nos vimos pela primeira vez... 
Pois bem, Não lembro o nome dos personagens... Tudo que lembro é que ela era rejeitada na escola em que estudava, na capital, e super paquerada na cidade dos pais, pra onde ia nos fins de semana. 
E um desses caras que a paquera é esse cara do desenho que eu não lembro o nome, mas acho que ficou sendo Elias, porque era o nome que eu dizia que era o nome dele pra minhas amigas... 
Esse cara tinha namorada, uma menina toda certinha, evangélica e tudo... E a garota fica perdida... E decide ser o que ela não era. 
Mas, no fim ele acaba com a guria... Ah, foi isso que aconteceu na vida real... E depois ele ainda continuou me olhando com aqueles olhos mortos... 
Lembro que na época eu gostava muito de uma música do GRAM que dizia “você só me fez mudar, mas depois mudou de miiiiiiiiiiiiiiimmmmmmmm”... 
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Campanha #DOEMEDULA


Campanha Nacional de Doador de Médula Óssea!
Local: Hemomar (Rua 5 de janeiro, s/n, Jordoa. )
Dia: 09/10/10 (Sábado)
Horário: a partir das 8hs
Divulguem e convidem seus amigos...
No evento acontecerão: Palestras, Coleta Sanguínea, Cadastro de Doadores...

"Participem e ajudem a salvar vidas... Eu já sou doadora de médula óssea e você?!"

Dúvidas entrar em contato Denise Lima no seguinte número: (98) 8863-3558

Para quem não pôde doar no dia da campanha

Horário das doações: Das 8h às 17h (segunda a sexta). Das 8h às 12h (sábado). Nos feriados, das 8h às 12h.

Natusky



É a história de uma moça de 24 anos, que descobre que o pai do filho dela é um doido e foge pra fazenda de uma tia-avó pra parir o filho. Lá, ela começa a viver sozinha com essa tia-avó, que é tipo uma mulher que se decepcionou com o mundo e resolveu se embrenhar nos matos... 
Quando essa senhora, que eu não lembro o nome, morre, ela herda a fazenda, que é mais um problema do que uma solução... 
Sim, tá aqui no desenho... O nome da moça é Lindóia... 
O que Lindóia faz? 
Chama o irmão, Yuri, que é Arquiteto formado e herdou uma herança de verdade (muito dinheiro) pra fazer alguma coisa com a fazenda dela... (olha a fazenda [imagina, melhor dizendo, eu perdi a planta da fazenda, assim como a história bem explicada]: uma casa de dois andares no meio de uma plantação enorme de capim...). 
Yuri resolver botar o sonho dele em prática: Natusky... Céu e natureza... “vâmo dar vida a essa porra!”... 
E assim, uma cidade é construída onde era a “fazenda”. Uma cidade típica de interior. Muita fofoca, todo mundo se metendo na vida de todo mundo, todo mundo sabendo de tudo e fingindo não ver nada... 
Eu tive o cuidado de escrever a história de cada habitante... Mas, infelizmente, tudo se perdeu num sei por onde, pois não lembro de tê-lo jogado fora... Mas, desconfio de um lugar... 
Lembro que tinha a Nayana, que tinha um namorado, mas que fugiu dele com o Yuri... 
O Tom, que era um ator famoso, grande paixão da vida de Lindóia, eles eram vizinhos de Janela... Então, volta e meia eles se espiavam... 
A Valeska, que eu não lembro quem era no jogo do bicho... Ana Luz, uma professora universitária quarentona que pegou toda a cidade, mas sempre dormia com o marido... Fox, hippie doido, aluno e amante preferido de Ana Luz... E Joana, e Renato... Eu não lembro as histórias deles... 
Mas se lembrar eu volto com o Natusky, a história completa.

Minhas histórias...

No período que vai de início de 2004 (com o intervalo de 1 ano) a junho de 2007, eu fiquei em casa sem fazer quase nada. Digo quase nada, porque eu não estava estudando (obrigatoriamente) e nem trabalhando (obrigatoriamente). Fazia as atividades domésticas normais a qualquer adolescente reclamona... E estudava muito com a desculpa de que queria ser alguém... 
Mas, eu me preparava para vestibulares e concursos que não fazia (fiz alguns... Inclusive passei em um deles, mas, pow... olha a diferença! No tempo em que fiz esse concurso não havia nada que me prendesse a São Luís, hoje tem inúmeros facts... 
Enfim... 
Nesse período, além de me lamentar por não ser ninguém, além de chorar as pitangas de sonhos que declarava perdidos... Reclama da vida pra todos que vinham me visitar e escrever cartas de 30 páginas contando detalhes de minha vida sofrida e minha total falta do que fazer... Bom, eu escrevi histórias que vou contar nos próximos dias. 
Vou tentar encontrar pelo menos os desenhos... Já vi que de alguns desenhos não saberei explicar as histórias... 
Espero que cês gostem! 
(comemoração dos meus leitores: “Aêeeeeeeeeeeee... Ela nos livra mais uma semana de reclamações sem sentido, histórias melosas de seu namoro e bobagens de seus exs... Aêeeeeeeeeeeeeeeeee”).

Cansada pra carvalho!




Acordar todo dia 5hs da manhã pra ir pra UFMA e ver minha aula começar só 10hs me dá taaaaaanta raiva... Aí, resolvo experimentar ir mais tarde... Vou 9hs e é exatamente esse dia que a porra da aula começa mais cedo. Me dá um ódio... 
Como se não bastasse, agüento piadas de professores pelo meu abrimento constante de boca, mas fazer o quê, eu acordei cedo! 
Acordei de madruga pra tá aqui e ver você chegar bem mais tarde do que eu e me dar falta por eu ter ido no banheiro na hora em que VOCÊ resolveu chegar....
Eu só quero dormir... Me deixa! 
Cansada pra caramba!

A famosa história da fila do RU...

Assim que eu comecei a almoçar no RU, a fila era enorme e você podia furar em qualquer lugar. Então, eu ia, assim que saia da aula (no tempo em que minha aula começava todo dia 7h30min e terminava 12hs), eu ia na biblioteca pegar minhas coisas e avisar Janiete que eu iria almoçar com ela. De lá eu ia pra fila e ligava quando estava chegando lá (eu ainda não era anêmica... Eu ainda não desmaiava na fila do RU... Doces tempos...). 
Acontece que em um desses dias, quando já estou descendo os últimos degraus da escada, ligo pra Janiete e, distraída com a ligação não vejo o fim da escada... Poooooooooooooo... Uau! 
Cai! 
Mas, cai bonito mermo. 
Cai de joelhos, o que já é humilhante, e cai com a mão na bunda de um guri (bunda fofinha, eu lembro bem). Ele ficou preocupado com minha queda... 
- Você se machucou? Está bem? 
- Meu Deus, eu cai com a mão na sua bunda... 
- kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... Mas você está bem? 
- Estou, mas eu cai com a mão na sua bunda... 
Depois de recuperado o susto... Encontro Seu Zé... Perguntas de praxe, “como é que cê tá” e tal... 
- Tô bem, Seu Zé... Só que eu cai aqui... Do nada... 
O cara virou sorrindo... 
- E com a mão na minha bunda! 
Eu queria sumir...

Aécyo, cadê vocêeeeeee?




Lembro que na época de colégio, eu e o Aécyo passávamos hoooras no telefone fofocando. Não sei de onde vinha tanto assunto. Quando sai do Adventista (o Colégio em que estudávamos juntos, não juntos, mas juntos... Tenderam não? Eu estava uma turma a frente do Aécyo, mas estudávamos no mesmo colégio...) ele me escrevia cartas enormes de 10 folhas (eu disse folhas e não páginas!)... Além de volta e meia ir me visitar (sendo que dessas voltas e meia, ele ia a pé! São quase 5 km!)...
Hoje em dia o meu amigo Aécyo não me visita, não me liga, não me escreve nem uma mensagem de 160 caracteres...
Acabou o amor...
E hoje ele é rico em comparação aquela época.
O telefone dele não está cortado, ele tem internet em casa e um carro...
Antigamente o Aécyo era mais legal... =,(

PNA: Partido das Namoradas Abandonadas!

Apresento a vocês o Partido das Namoradas Abandonadas, partido que luta pelo:

  • Fim da solidão momentânea; o/ 
  • Fim das promessas que nunca são cumpridas;  o/ 
  • Fim da covardia de uma maçã ao invés de chocolate; o/ 
  • Melhoria total de nosso relacionamento; o/ 
  • Fim do abandono na TPM; o/ 
  • Fim da espera pela ligação que não vem; o/ 
  • Fim de bolos intermináveis dados por aqueles que pensam que a gente não tem o que fazer; o/ 
  • Nós queremos ser escutadas! o/ 
  • Nós queremos o abraço no fim do dia; o/ 
  • Nós queremos a porra daquela massagem nos pés que foram só promessas de campanha! o/ 
  • Precisamos de mais apoio e menos cobranças; o/ 
  • Lutamos pelo colinho no fim do dia e nada mais... o/\o/