terça-feira, 15 de julho de 2014

Tem livro novo - Lançamentos da Editora Gutenberg



Olá, pessoas...
Como novidade para o blog, trago os lançamentos da Editora Gutenberg.
TCHARAM!




Muito longe da rebimboca da parafuseta, fica a oficina de Boris Feldman. Uma oficina elegante, onde os mecânicos ouvem música clássica e bebem limonada on the rocks. Esta Noiva Mecânica foi convidada para subir ao altar há, pelo menos, 30 anos. Agora, desposada, quem vai passar a noite de núpcias com esta beleza são os leitores. Os mesmos leitores, também espectadores, ouvintes e internautas de todo o país, no rádio, na TV, no jornal e na internet. Estas ligeiras crônicas sobre rodas são, além de simples e esclarecedoras, éticas. “Éticas???”, pergunta um motorista que passa com o vidro aberto, braço do lado de fora da janela. Sim, afinal, o trânsito hoje é, basicamente, uma questão de educação e ética.
Jogue a primeira pedra (ou dê a primeira buzinada) quem nunca carregou criança sem cinto de segurança, fez conversão ilegal, parou em cima da faixa, em fila dupla… só para começar. E jogue a segunda quem conhece os segredos de um capô aberto, os mistérios do efeito do combustível certo no motor… Bem, enquanto a caravana passa, a tecnologia voa. E carro não é avião. Mas, hoje em dia, pouca gente sabe disso.
Nas mais de três décadas em que o Metallica se manteve em evidência tanto entre as bandas de thrash metal dos anos 1980 quanto em meio aos atemporais gigantes do rock, uma figura se destacou como fator de mudança e de retorno às raízes musicais: o vocalista, guitarrista e compositor James Hetfield. A cada dramático passo da banda rumo à sua popularização e ao que muitas vezes pareceu ser o fim definitivo do quarteto, ele estava lá.
Mas o que se passa na cabeça – e na vida – desse carismático frontman? Como ele lidou com os inúmeros problemas internos do Metallica, com a morte de familiares, com seus vícios e batalhas pessoais? Com relatos de amigos e músicos de bandas contemporâneas da cena, esta biografia veio para mostrar a verdadeira personalidade do lobo à frente da alcateia mais celebrada do heavy metal.
Engana-se quem acha que criar filhos não requer qualificações tão ou mais exigentes que as do mercado de trabalho. Hoje, para ter sucesso na profissão, são necessárias habilidades tanto “masculinas” quanto “femininas” para ambos os sexos. E adivinhe? Para cuidar de filhos também. Por isso, com este manual útil e divertido, escrito em uma linguagem que os homens entendem e gostam, você poderá encarar a função de ser pai como um novo trabalho, e ainda por cima desenvolverá qualidades que serão também muito úteis na sua profissão:
  • Administração financeira: quanto custa criar um filho?
  • Gestão de crise: como trocar fraldas?
  • Redução de estresse: o que dar de comer à criança?
  • Gerenciamento de tempo: como equilibrar trabalho e paternidade?
  • Inteligência emocional: como entender o significado do choro do bebê?
  • Trabalho em equipe: como dividir tarefas com a mãe?
  • Motivação e liderança: o que fazer para ter um filho feliz?
No povoado de Gavaldon, a cada quatro anos, dois adolescentes somem misteriosamente há mais de dois séculos. Os pais trancam e protegem seus filhos, apavorados com o possível sequestro, que acontece segundo uma antiga lenda: os jovens desaparecidos são levados para a Escola do Bem e do Mal, onde estudam para se tornar os heróis e os vilões das histórias.
Sophie torce para ser uma das escolhidas e admitida na Escola do Bem. Com seu vestido cor-de-rosa e sapatos de cristal, ela sonha em se tornar uma princesa. Sua melhor amiga, Agatha, porém, não se conforma como uma cidade inteira pode acreditar em tanta baboseira. Ela é o oposto da amiga, que, mesmo assim, é a única que a entende. O destino, no entanto, prega uma peça nas duas, que iniciam uma aventura que dará pistas sobre quem elas realmente são.
Este best-seller é o primeiro livro de uma trilogia que mostra uma jornada épica em um mundo novo e deslumbrante, no qual a única saída para fugir das lendas sobre contos de fadas e histórias encantadas é viver intensamente uma delas.

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Quem escreveu:
Soraya Carvalho Meu nome é Soraya, mas pode me chamar de Sol que eu gosto... Acho até que quando as pessoas me chamam de Soraya é um sinal claro de que estão zangadas comigo, sei lá. Só pessoas afastadas me chamam pelo nome... e chefes... e meus pais.. Tenho 30 anos (não parece, né?), muito apaixonada por tudo o que faço (BIBLIOTECONOMIA! BIBLIOTECONOMIA!)... Amante de livros e sentimentos sinceros.

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