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Meu amor, minha avó, minha irmã, minha bebê...

 

Já apaguei e escrevi essa postagem tantas vezes desde o dia 15/07... Dia em que ela se foi.
Sempre tive facilidade pra escrever homenagens para amigos, para meus cachorros, para meus irmãos, para os meus pais... Mas o coração aqui ficou dividido... Eu queria homenagear a vó de alguma forma, mas tinha medo de chorar.
Não quero falar dela de um modo triste, porque ela sempre foi pra mim a certeza de um sorriso. Às vezes escandaloso, às vezes falho, engasgado, choroso... mas sempre um sorriso.
Ela me ensinou a ser forte, mas chorava só de ver alguém chorar, então não chorarei. Porque ela também sorria só de ver alguém sorrir... Lembrarei apenas o que vivemos de bom. As noites que conversávamos até ela dormir, as histórias da infância dela que ela resgatava de um jeitão tão engraçado e tão dela... O jeito que ela me apertava cada vez que quase sem ar eu falava: "aperta, vó!", o tom medroso que ela usava pra pedir "SOSÓ, VEM DORMIR MAIS EU", as provocações na hora do banho, o jeitinho que ela ficava emburrada quando eu penteava o cabelo dela do jeito errado (porque nunca ficava bom se ela não pegasse o pente, jogasse pra frente e apertasse de um jeito que só os dedinhos dela faziam ficar bom)... Lembrarei dela sempre que olhar uma velhinha invocada de cabelo encarnado (vermelho), sempre que olhar um buda sentadinho ou que olhar uma rosa vermelha, bem grande, do jeito que ela sempre quis ter...
E quando a saudade bater, eu vou olhar nossas fotos, lembrar de nossos abraços e todas as vezes que eu pude gritar "TE AMO, VÓ!" e pude ouvir a resposta... Porque foi a última coisa que ela ouviu de mim e que eu ouvi dela... 
O que nos fortalece é a certeza de que agora ela está sob os cuidados de um Deus que é amor e paz. E que o "adeus" não existe...


[Virei mocinha] Batons preferidos

Estou com preguiça de escrever... 
Buáaaaaaaaaaa....
Mas eu quero tentar postar...
Enfim... Preciso me afastar um pouco do trabalho pra não surtar, vou blogar rapidinho.
Antes de mais nada, quero explicar que eu não tenho intenção de ser blogueira de moda... apenas quero partilhar a minha experiência de ser mulherzinha... sim, me tornei.
Acho que é típico de quem sai muito com menino não ligar muito de se "travestir" (eu disse "acho" numa tentativa de mostrar que eu não generalizei... não preciso nem dizer que essa não é uma pesquisa científica, né?).
Como começou meu amor por batons... hummm... Começou com o batom de chocolate da avon (gente, não sou dessas loucas por maquiagem que sabe o nome de coleção e nome de cada tom, tenham paciência comigo), ele era baratinho, custava 5 reais e tinha o gosto maravilhoso, tanto que acabou rápido... comi o batom todinho.
Depois dele, comecei a comprar outros da mesma marca: café avermelhado, café (odiei, troquei por um da Quem disse berenice na primeira oportunidade), melancia, morango (parecem iguais, mas são diferentes) e.... chocolate. Mamãe brigou, me chamou de gastadeira. kkkkkkkkk Mas eram gostosos, literalmente...
Depois comecei a comprar batom só pra ajudar a moça  que trabalhava comigo... Ela vendia natura, comprei um quase laranja coral, um rosa bonito que sempre esqueço o nome Cereja... sempre comprava os baratinhos porque era uma bibliotecária pobre.
Só que um dia eu ostentei... comprei um Vermelho 40 que ela PRECISAVA VENDER... não deu pra fugir... eu, que só usava cor de boca, tive que mudar a cor da minha boca.
Passei muito tempo achando o batom horrível em mim.
Até que os outros começaram a falar que era lindo em mim o batom de puta [sic].
Só que me incomodava a sujeira que ele fazia.
Aí fui caminhando pro matte... e veio o sucesso... Quem disse Berenice.
São 12 cores, mas das doze eu destaco... vou escrever o nome aí volto pra dizer quantas: rosadili, uvali, veveli, vinheli e rosali... 5, né?
Antes disso, veio o fracasso do matte: minha irmã me indicou um matte que tem que fazer muitas coisas e ter os lábios perfeitos pra dar certo... Dailus. A segunda indicação dela veio como presente. Ela me deu um veveli o foi sucesso.
Enfim... 
Um dia eu volto pra falar mais detalhes desse meu momento menininha...
Segue umas fotos de minha exibição de batom.
Beijo, gatas e gatos!
UHUH! Consegui bloggar!!!


Uma foto publicada por Bibliotecária Escandalosa (@biblioescandalo) em
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[Dica de leitura] La Lune - Lorena Silva

Fonte de imagem: Skoob
Aproveitando que o sistema está fora do ar pra postar algumas coisas com certo atraso... Fui nos rascunhos e encontrei algumas dicas sobre o que escrever.... Simbora.
Eu li o La Lune no começo do ano, acho...
Lembro que o livro me chamou atenção por ter uma linguagem que lembra muito o mangá. É uma história que a gente lê e já imagina desenhada em preto e branco. A Loh (aqueeeeeeeeeeela do blog da Loh) soube desenvolver bem a história, o mistério, o romance e... Cara, eu ia mandar um spoiler!
Quando eu li a sinopse atrás do livro, já imaginei que se tratava de uma história de "prostitutas que amam", algo meio Uma linda mulher srsrsrrs... Mas quando comecei a ler, senti vergonha, porque a própria Seraphine se queixa direto do preconceito com as garotas que trabalham a noite. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Enfim...
Segue as sinopses... Boa leitura!

Fonte de imagem: Estranho mundo da Loh
SINOPSE (via Skoob)
La Lune - Seraphine leva uma vida dupla. À noite é a principal dançarina do “La Lune”, um famoso clube Noturno que fica no centro da cidade e durante o dia, é uma quieta e introspectiva jovem vivendo num apartamento com um gato e alguns livros. 
Jovem, bonita e talentosa, a estrela do “La Lune” é alvo de uma evidente paixão por parte de Adrian, seu protetor e chefe e também da inveja de Lara Lovely, uma companheira dos palcos que não perde a oportunidade de atazaná-la pelos corredores do clube.
Sua vida começa a mudar quando, Ian, um estudante de psicologia inteligente e amigável, muda-se para o apartamento diante do seu e começa aos poucos a transpor a barreira de quietude e rotina em que Seraphine vive oferecendo a ela sua amizade e apoio, ficando ao lado dela mesmo quando um segredo antigo começa a revelar a estranha natureza das pessoas ao seu redor fazendo-a perceber que nada afinal, é o que aparenta.