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segunda-feira, 26 de junho de 2017

[Retalhos do twitter] Aquele desaba... fo.

Fonte de imagem: <A escotilha>
"Acho lindo quem sofre de amor"... Que declaração infeliz.
É tanta definição errada de amor. Amar não é querer ver todo dia, querer a pessoa sempre perto... Amar é ter seu tempo também.
Amar não é largar tudo pra ficar com alguém! Volta pra definição de se amar primeiro... Se não for pra juntar o que é teu a vida do outro... Nem junta! Se for pra se desfazer de sua vida pra ficar com alguém... não é amor, querid@!
Amar não é perdoar traição... Não é perdoar tudo sempre. Amar não é esquecer. Amar não é muita coisa que dizem que é.
Talvez o amor não se define, talvez pra cada um é de um jeito... Mas, se te faz chorar, se tem terceiros, se há coisas a esquecer... Esquece, cara, isso pode não ser amor.
Vamos dizer que a história dos dois é um livro. E pra cada coisa pra esquecer se arranque uma página... No fim, um livro incompleto. É amor?
Há casais que passam anos juntos com milhares de coisas "pra esquecer". Uma história sem muitas páginas... ou com páginas faltando, arrancadas aqui e ali pra ficar bonito... Porque, né, amor tem que ser bonito!... Não tem.
Aí falam que "perdoam, mas não esquecem"... Então, imagina um livro com muitas páginas riscadas. Mas que ainda dá pra ler o que tem lá. 
Talvez o amor não seja um livro intacto... Sem rasuras... Posso ter entrado no caminho errado da explicação... Dormi pensando nisso.
Não é uma história perfeita. Mas os erros não estão escondidos ou foram arrancados... Tá lá, vieram, vivemos, deixamos pra lá.
O chato é quando a gente lê o mesmo trecho várias vezes... meu caso. Queria dizer que perdoei, esqueci e sou perfeitamente capaz de seguir a vida, mas não sou. Releio aquele trecho que me machuca várias vezes... Aí vem o povo e diz: "isso é amor". Mas amor é pá sofrê?
Tentei rasgar a página, e colaram de volta. Tentei riscar inteira, e ele restaurou, deixou bonitinha e inteira novamente pra depois tornar a vir em mim a vontade de rasgar, riscar, esquecer... Tentei viver sem olhar pra trás... Mas se abriu ali, naquela maldita página que tentei ignorar. 
Queria ter vivido, e deixado pra lá... Como disse que faria... Mas me pego, quase diariamente, me magoando pelo mesmo motivo.
Só que hoje eu vejo e digo que não é amor. Eu não me amei. Eu sofri. Humilhada, ignorada... Procurada pra ser usada e nada além.E quando eu vejo o livro intacto... De histórias que não esqueci, fingi que perdoei... Eu me questiono que tipo de livro é o amor.
E se o amor for um livro... É o trecho de vários ou só o retalho de um?

domingo, 15 de janeiro de 2017

[Inutilidade Pública] Redes sociais e novidades.

Fonte de imagem: By Nany

Olá, pessoas...
Voltamos com o blog.
Tentei fazer uma postagem por dia, mas não dá pra mim, não dá mesmo...
Eu queria manter uma periodicidade, mas não sei trabalhar com hora marcada, sou muito de momento mesmo.
De novidade pra 2017... temos desafios lá no Instagram.
Pelo menos uma vez no mês, "prêmios" surpresas.

Segue o @biblioescandalo no Instagram e fica esperto porque é coisa de madrugada, saca?

Voltei com o Twitter também, mas, apesar tá bem fraco.
Agora entendo o Sheldon quando ele comemorou os 100 seguidores. Sair de quase 3 mil e voltar pra nada é muito chato.
Passo mais tempo falando sozinha....

Segue no Twitter --> @biblioescandalo

Ah, houve uma fusão aqui.
As coisas da bibliô virou oficialmente Bibliotecária Escandalosa.
Bom, sempre foi, né?
Mas há um momento em que a gente tem que parar de fingir que não é.

Enfim!

Ah, continuo aceitando amizade no perfil pessoal, as mensagens chegam mais rápido lá.


Continuo conversando com estranho no Whatsapp: +559898860-0840

Quê mais...

Mais nada.

Beijo!

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Ameaça do twitter...

Numa sexta-feira qualquer do ano, estava organizando os meus followings que daria o #FF... E nessa análise profunda disso, percebi que tinha muita gente que eu seguia sabe-se lá porque porra! O que eu fiz? O que qualquer pessoa com twitter faz quando tá cansado de ter a sua timeline cheia de informação sem interesse... 
Não sigo artistas. Sigo pessoas que eu considero amigas, pessoas que tenho afinidade e que não falam apenas coisas desinteressantes pra mim. Exclui gente que não postava a mais de 1 ano. Gente que só postou uma vez, e gente que postava lixo informacional pra mim! 
Ok, eu encho a timeline do povo que me segue do que poderia ser besteira pra eles, mas, acredito eu, que se eles me seguem é porque a coisa não é tãoooooooooooooo besta assim... Abuso na divulgação do meu blog, abuso na divulgação de campanhas para doação de medula, sangue, órgãos, alimentos, palavras... Mas, poxa... Se o povo me segue não é porque alguma coisa ali lhes interessa... É essa linha de raciocínio que sigo quando vou seguir alguém! 
Não sou do tipo que abre o gmail e vê que fulana me segue, então eu vou “retribuir” como se a pessoa estivesse me fazendo um agrado... NunCA! Eu sigo pelo conteúdo... E dou #FF nas pessoas cujas palavras eu leio sempre... TIMTIM por TIMTIM... Tudo que publica mesmo! Estando on line ou não! 
Agora, na última sexta, depois dos #FF e unfollows... Abro meu blog e dou de cara com um comentário no mínimo bizarro de um cara agradecendo por eu ter parado de segui-lo, dizendo que retribuiu (ou seja, parou de me seguir também) e que estava agradecido por isso, pois eu “poluía” a timeline dele... 
No começo eu tive medo... “Porra, será que ele virá atrás de mim pra me matar porque dei um ‘unfollow’ nele?”... “Quem será esse doido? Será alguém de biblioteconomia que virá para o EREBD em 2011”... E assim fui pensando uma tarde toda! Pensei até em um guri de quem eu falei mal depois de dar unfollow, mas o duente disse que tinha retribuído e ele ainda me segue... 
Depois eu apenas ri muito... Deve ser apenas uma criança de 3 anos usando o twitter da mãe... #VAAMERDAVCTAMBEM!