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segunda-feira, 16 de abril de 2018

Sim! Eu tenho coragem!

Algumas horas me embanano na ideia do que seja coragem ou covardia.
Chamaram-me covarde, por não topar a cama e o sexo...
O temporário e o... nunca mais.

E eu achei que fosse coragem estar em busca de amor!
Parece-me hoje que não é coragem amar...
Querer mais...
Oferecer o alto.

Pois vou gritar o contrário!
É coragem gritar amor, fazer amor...
Ir além de todas as apostas.

Eu tenho coragem!
Covarde é você que tem medo do que possa ser eterno.
Covarde é você que teme a rotina, mesmo sabendo que quem muda o teu dia é você e não o outro.
Covarde é você que não quer nada além do sexo.
Que tem medo de ser amado, talvez o tema até mais do que amar.

Chamaram-me covarde por não querer o raso...
Ninguém notou que eu queria o profundo.
O consistente.
Algo que durasse.
Ou até que fosse pra sempre.

Não chama-me covarde porque na tua cama não deito.
Eu deito sempre onde haja amor.
E chamo isso coragem também.
Porque quando amo fecho olhos e tapo ouvidos pro resto do mundo.

Ninguém notou que minha covardia não existia.
Porque eu tava munida de sonhos e sonhar só significa uma coisa...
Eu tenho coragem.

________________________
♫ Olho por olho  - Beth Carvalho

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Seria mais fácil te amar...

Fonte de imagem: Zun
Seria mais fácil te amar se todos os dias fossem verão,
 embora eu te deseje mais no frio do inverno.

Seria mais fácil te amar se todos os dias fossem sorriso,
 embora muitas vezes deseje a companhia do teu silêncio, mesmo que tristeza.

Seria mais fácil te amar se todos os dias você me beijasse, 
 embora eu sempre me sinta acariciada pelo som da tua voz.

Seria mais fácil te amar se você não fosse tão chato,
 embora eu não saiba o que seria de mim sem todas as tuas frescuras.

Seria mais fácil te amar se todos os dias fossem de vitória,
 embora nós saibamos que é da derrota que vem o aprendizado e nela que sabemos nossa força.

Seria mais fácil te amar se toda vez que eu disse que te amo, você dissesse "eu também",
 embora a gente saiba que você responderia "eu também me amo" e nós riríamos... fazer rir também é uma forma de demonstrar amor, então me conformo.

Seria mais fácil te amar se toda vez que eu emburrasse você insistisse, 
 embora toda vez que eu me "emburro", nós saibamos que dá merda, então... é melhor estar longe como você sempre faz.

Seria mais fácil te amar se você fosse afinado,
 embora a tua falta de ritmo e desafinação sejam a verdadeira graça de tua cantoria.

Seria mais fácil te amar se tu me amasse...
Mas quem disse que precisa ser assim... fácil, doce... e chato!
Quem disse que eu me importo se você não gritar como eu grito, não me amar como eu amo?
Eu sei o que sente no teu silêncio...
E pode não ser fácil... Eu sei que é amor.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Dia D - O poema que começou uma história de amor...


Um amigo me convidou pra comemorar o "Dia D de Drummond" postando um poema ou fazendo qualquer referência a Carlos Drummond de Andrade.
Bom, escolhi o poema Memória por uma razão muito especial... Digamos que esse poema me fez enxergar uma pessoa muito especial em minha vida... Um, infelizmente, amigo que tem me ajudado pra caramba, me ensinado muito coisa, me conduzindo por caminhos que eu vinha desviando.
Enfim...
A ele dedico o poema que ele um dia me dedicou...
Memória

Amar o perdido
deixa confundido
este coração.

Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do Não.

As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.

Mas as coisas findas,
muito mais que lindas,
essas ficarão.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Soneto besta pra Sol (Thó Rocha)

Fonte de imagem: Fotosface

Hoje recebi esse pequeno soneto-oração do meu amigo quase imaginário Thomaz Rocha.
Achei tão fofim que pedi pra publicar aqui...
Own....
Soneto besta pra Sol

À distância e às vezes calado
Te recordo e então rezo baixinho
Por teu bem e por te ter carinho
Que a alegria siga a seu lado

Que o amor que tens verdadeiro
Sempre lembre que também te ama
E que à noite ao deitar-te na cama
Tranquila repouse em teu travesseiro

Certa de que nasceu pra seu Moço
E que pra ele brilharás como o sol
Alma e corpo, juntos se amando

Eterno porto, eterno farol
Repouso um do outro, enlaçando
Ele e ela sob um só lençol
Obrigada, Thó, por ser uma amizade pra quase toda hora (menos sextas, sábados e domingos).
Obrigada por me ouvir, tentar me entender, puxar minha orelha e ser nojento como só você sabe!
Te amo muito! <3

_____________________________
♫ Dream on - Glee
*Publicado originalmente em 16 de julho de 2013.

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Metade de cada um...


Sou metade de dois seres
Metade de cada um

Tenho o sorriso da minha mãe
A papada do papai
E o amor maior do mundo pelos dois

Tenho o sonho de ser grande
Tenho o desejo de salvar todo mundo
Tenho a fé e a determinação dos dois

Por inspiração deles, leio
Pela simplicidade dos dois, me faço humilde
Pela luta dos dois também luto
E pelo sorriso dos dois, sou feliz.

Sou metade de dois seres que me fazem inteira...
Um pouco de cada
O amor dos dois.

segunda-feira, 30 de junho de 2014

O certo, o errado e a gente

Fonte de imagem: BRGag
Há o errado
Há o certo
E há nós dois...

Entre encontros e desencontros
Apenas um desejo
Pequeno e sincero
Amor.

Há o certo
Há o errado
E a gente

Escondidos numa multidão de atrasos
Escondidos em pequenas desistências
Escondidos atrás de nosso orgulho
Escondidos atrás de um medo do básico...

Há o certo
Há o errado
E nosso amor.

Por que ignorar o último?
Pode dar certo!

terça-feira, 10 de junho de 2014

Aquele Poema - Lua Adversa (Cecília Meireles)

Fonte de imagem: EMBAC 
Tenho fases, como a lua
Fases de andar escondida,
fases de vir para a rua...
Perdição da minha vida!
Perdição da vida minha!
Tenho fases de ser tua,
tenho outras de ser sozinha.

Fases que vão e que vêm,
no secreto calendário
que um astrólogo arbitrário
inventou para meu uso.

E roda a melancolia
seu interminável fuso!
Não me encontro com ninguém
(tenho fases, como a lua...)
No dia de alguém ser meu
não é dia de eu ser sua...
E, quando chega esse dia,
o outro desapareceu... 
(Cecília Meireles)
Fonte: Casadobruxo

terça-feira, 3 de junho de 2014

Um grito apenas

Fonte de imagem: Na rota da 245


Eu queria gritar a dor do meu peito
Um grito de raiva de um coração partido

Eu queria aliviar a dor que hoje eu sinto
E que tanto evitava encontrar outra vez

Eu hoje quero a paz de um abraço
Abraço que não tenho
Abraço que perdi

Se são eles responsáveis pelos sentimentos que provocam...

Eu hoje quero que assuma
A culpa que não é minha
Pois a coloco em ti...
E pra sempre será sua

sábado, 31 de maio de 2014

Aquele poema - Todas as cartas de amor são ridículas (Fernando Pessoa)

Fonte de imagem: As facetas
Todas as cartas de amor são 
Ridículas. 
Não seriam cartas de amor se não fossem 
Ridículas. 

Também escrevi em meu tempo cartas de amor, 
Como as outras, 
Ridículas. 

As cartas de amor, se há amor, 
Têm de ser 
Ridículas. 

Mas, afinal, 
Só as criaturas que nunca escreveram 
Cartas de amor 
É que são 
Ridículas. 

Quem me dera no tempo em que escrevia 
Sem dar por isso 
Cartas de amor 
Ridículas. 

A verdade é que hoje 
As minhas memórias 
Dessas cartas de amor 
É que são 
Ridículas. 

(Todas as palavras esdrúxulas, 
Como os sentimentos esdrúxulos, 
São naturalmente 
Ridículas.) 

Álvaro de Campos, in "Poemas" 
Heterónimo de Fernando Pessoa

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Eu não vou rimar pra você.

Fonte de imagem: Diário de reflexão
De repente descobri que você me consolava...
Não com palavras doces
Não com carinhos...
Não com presentes...
Mas apenas sendo você.

De repente descobri que o teu sorriso me preenchia
Ainda que não fosse pra mim que você sorria...
Ainda que não fosse por mim que o fizesse...
Ainda que fosse de mim, e apenas desse jeito.

De repente descobri que queria teu abraço
Sabe aquele abraço que me forçou a dar?
Sim, esse hoje eu desejo... 

Que estranho....
Como esse poema sem rima alguma.

De repente descobri que sem você eu não vivia.
E nessa hora eu morri de saudade.
Só isso.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

E se eu quiser florescer?

Fonte de imagem: Inebriante
Queria eu hoje, agora...
Queria tanto, mas há um mundo lá fora...

Queria soltar-me 
e assim prender-te

Queria te ver
E assim voltar.

Queria a sorte de em um sorriso ter toda a memória apagada.
Queria a glória de ter toda uma vida modificada.

Queria mais beijos...
Queria abraços...
Queria tanto, mas sou espinhos...

Queria ser flor...
E assim... Devagarinho 
e estranhamente hoje... 
Queria amar.

domingo, 5 de janeiro de 2014

A boneca sem a mãe...

Fonte de imagem: Imagens por favor

Teu riso foi calado.
De forma violenta te foi tirada a vida.
Deixaram assim uma mãe sem filha
Deixaram assim a boneca sem mãe.

Choro a tristeza de saber que não viverás mais.
Choro por saber que, como você, outros serão vítimas.
Choro o silêncio e a ausência de futuro.

Perdi-me em fotos de meu passado.
Vi o quanto tu não teve oportunidade de viver.
Vi o que a crueldade alheia fez contigo.
Vi a dor do presente, simplesmente, sem futuro.

Foi tirada de ti a inocência.
Foi tirada de ti a alegria.
Foi tirada de ti a vida.

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Um poema - Natal (Manuel du Bocage)

Fonte de imagem: Poemas de Bocage
Se considero o triste abatimento
Em que me faz jazer minha desgraça,
A desesperação me despedaça,
No mesmo instante, o frágil sofrimento.

Mas súbito me diz o pensamento,
Para aplacar-me a dor que me trespassa,
Que Este que trouxe ao mundo a Lei da Graça,
Teve num vil presepe o nascimento.

Vejo na palha o Redentor chorando,
Ao lado a Mãe, prostrados os pastores,
A milagrosa estrela os reis guiando.

Vejo-O morrer depois, ó pecadores,
Por nós, e fecho os olhos, adorando
Os castigos do Céu como favores.

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

[Dica de filme] Quatro casamentos e um funeral

Fonte de imagem: Adoro Cinema
Não se fazem mais comédias românticas como antigamente...
Estou assistindo as comédias românticas da década de 80, 90 e fico pasma como o que era feito com tão pouco... Hoje em dia é tudo tão exagerado, cheio de propagandas e com tanto apelo sexual!
As comédias românticas mais antigas eram simples e surpreendentes pelas expressões dos personagens e por suas falas...
Enfim...
Eu sou apaixonada por filmes de casamento, ainda mais filmes ingleses! Adoro ouvir os discursos que os padrinhos fazem para os noivos... Mas o que me surpreendeu no filme não foi o discurso dos padrinhos, mas do amigo do falecido lá no funeral. Achei engraçado porque, apesar da tristeza do momento, o personagem se permitiu umas brincadeiras e leu um poema lindo que trago aqui pra vocês.... Enfim!
Leiam a sinopse pra entender o filme, porque, como todos sabem, eu sou péssima pra contar histórias.

SINOPSE
Charles (Hugh Grant) pensa ter encontrado a mulher de sua vida ao conhecer a bela e extrovertida americana Carrie (Andie MacDowell), mas algumas cerimônias de casamento e um funeral ainda irão trazer muitas novidades à vida do solteirão, sempre acompanhado de perto por seus leais amigos.
O POEMA - Blues Fúnebres (W. H. Auden)
"Que parem os relógios, cale o telefone,
jogue-se ao cão um osso e que não ladre mais,
que emudeça o piano e que o tambor sancione
a vinda do caixão com seu cortejo atrás.

Que os aviões, gemendo acima em alvoroço,
escrevam contra o céu o anúncio: ele morreu.
Que as pombas guardem luto — um laço no pescoço —
e os guardas usem finas luvas cor-de-breu.

Era meu norte, sul, meu leste, oeste, enquanto
viveu, meus dias úteis, meu fim-de-semana,
meu meio-dia, meia-noite, fala e canto;
quem julgue o amor eterno, como eu fiz, se engana.

É hora de apagar estrelas — são molestas —
guardar a lua, desmontar o sol brilhante,
de despejar o mar, jogar fora as florestas,
pois nada mais há de dar certo doravante."

sábado, 19 de outubro de 2013

Soneto do Amor Total - Vinícius de Moraes

Fonte de imagem: Blog da REGBIT
Nada como os versos simples de Vinicius de Moraes pra fechar o dia... Juro que não sabia que era centenário dele até começarem as reclamações de que todo mundo hoje estava postando Vinícius no facebook... kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Amo-te tanto, meu amor... não cante
O humano coração com mais verdade...
Amo-te como amigo e como amante
Numa sempre diversa realidade.

Amo-te afim, de um calmo amor prestante
E te amo além, presente na saudade
Amo-te, enfim, com grande liberdade
Dentro da eternidade e a cada instante.

Amo-te como um bicho, simplesmente
De um amor sem mistério e sem virtude
Com um desejo maciço e permanente.

E de te amar assim, muito e amiúde
É que um dia em teu corpo de repente
Hei de morrer de amar mais do que pude.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Ainda... Pra sempre?

Fonte de imagem: Infinito Particular
Sinto falta do meu coração mais leve...
Sinto falta do abraço que acalma...
Sinto falta do sorriso bobo que eu não devia sentir falta...

Sinto falta das palavras doces...
Sinto falta da troca de email pra resolver problemas...
Sinto falta dos puxões de orelha, de alguém que cuide de mim...
Sinto falta até das mentiras que eu gostava de acreditar...


Sinto falta de tanta coisa que eu não queria sentir...
Sinto falta das mil coisas que eu não deveria sentir...

Falta das brigas, das reconciliações...
Falta até da raiva que me dava pela falta de tentativa, de iniciativa...

Sinto saudade...
E dói tanto...
Sinto saudade de alguém do meu lado, mas não pode ser qualquer um...
Precisa ser você...
Ainda... Pra sempre?

Se tudo passa... Quando chegará a sua vez?

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Definitivo (Carlos Drummond de Andrade) - Para reflexão.

Fonte de imagem: Arte Blog
​Amigos, ontem passamos por um momento lindo de reflexão aqui no trabalho e foi lido esse texto que tem tudo a ver com o que passei, e tenho certeza de que muitos de vocês também se identificarão.
Peço que o leiam todo, mas leiam mesmo!!!!​
​Deixem a preguiça de lado e vamos pensar um pouco...

BOA LEITURA!
​我爱你​
Definitivo
​​
Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos ​ o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado ​ do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter ​ tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que ​ gostaríamos de ter compartilhado, ​e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas ​ as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os ​ momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo ​ confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma ​ pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:
​"​Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento, perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional..."
Carlos Drummond de Andrade

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Eu quis apagar toda a nossa história...

Fonte de imagem: 4 life
Eu quis apagar toda a nossa história.
E até adoeci com a ideia de que ela não existia...
Revirei baús, resgatei fotos e tentei não ver além do que você conhecia...

Eu quis apagar toda a nossa história
Fingir, enfim, que ela nem existia....
Eu quis reinventar a nossa história.
E ver somente aquilo que você via.

Eu quis apagar toda a nossa história...
E matar o que eu ainda sentia...
Me desfiz de todas as lembranças...
E guardei no peito aquela que não devia...

Eu quis apagar toda a nossa história
Fazer de conta que ela não existia...
Te exclui de todos os cantos...
Mesmo sendo minha maior alegria...
_____________________________
♫ Escreva uma carta - The Fevers

domingo, 9 de junho de 2013

[Reblogagem] Provoca e recua...

Fonte de imagem: Bem me quer
Você está quieta e seu celular toca...
É uma mensagem de um cara que não te suporta se declarando pra ti.
Provoca ou recua?
Responde...
Responde recuando...
E ele te envolve com suas mentiras e você enlouquece....
Esquece em segundos quem é e o que quer...
De repente decide se entregar, e ele recua.
Você fica mal, mas volta aos poucos ao seu normal.
E, quando tá tudo bem de novo, seu celular toca... É o cara.
De novo fazendo promessas de amor do nada...
Se entregar ou recuar?
Se entrega.... Não! Recua!

Originalmente publicado em 19 de julho de 2012

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A trava - poema monográfico

Fonte de imagem: Gi Prado
A trava que me trava
A trava que inté destrava... 
Mas nunca é o momento certo.

A trava tira de mim o sono...
A trava é troll e não produz o produzível, o que é útil.
A trava só me trava

A destravança da trava vem ni mim quando tô longe
A trava que me trava é abestada...
É ignurante.