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sexta-feira, 25 de julho de 2014

Delírios de uma bibliotecária viajada...

Fonte de imagem: Gartic
Há tempos não escrevo... A quantidade de erros ortográficos que consegui cometer me assusta... Parece que quero, de alguma forma, atingir um recorde mundial... Enfim! Besteiras minhas!
O sono que tanto sentia e me queixava, hoje já não me incomoda tanto. Questiono qual a necessidade de dormir se tão feliz estou conseguindo ser acordada!
E me despedi da minha vidinha de sonhos, para entrar em uma realidade que já não posso me queixar.
Ainda assim tenho pedidos insanos e infinitos para fazer para Deus... Antes que o dia termine... Antes que minha vida acabe...
Não que seja mais fácil lutar com armas no chão, apenas não vejo uma grande necessidade tê-las comigo. Baixei a guarda e agora estou vivendo... Quero falar o que sinto, mas não quero dividir com ninguém minha felicidade... Temo dividir mal e acabar dando mais do que possuindo... Velhas loucuras de uma criança sonhadora que não se cansou de ser egoísta.
E tento levantar pro mundo velhas bandeiras, defender ideias tão antigas quanto minha vó, mas que não são entendidas, nem respeitadas desde a época dela.
Só peço isso em minhas orações: saúde, sucesso e paz mundial... Como qualquer miss.

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Originalmente postado em 23 abr. 2009.

terça-feira, 13 de maio de 2014

Sobreaquele dia... - em que me declarei pro meu melhor amigo...

Fonte de imagem: Dia de brilho
"O Aécyo falou que não reconhece a amiga dele. Esta está super romântica e chata.
O Duriaux disse que eu fui "tonta" em me declarar em uma "carroça" (ônibus).
A Mônica acha que eu devo esquecer meu passado e o que sobrou dele.
O Nietzsche disse que eu devo tornar a ser o que eu era, o que sou.
O tio Will (Shakespeare) disse que eu devo acabar com o último grão de dúvida que existe em mim.
O tio Raul (Seixas) disse que ele é que não fica sentado em seu apartamento com a boca escancarada cheia de dentes esperando a morte chegar.
O tio Vinícius (de Moraes) ainda repete aquela coisa de "de repente, não mais que de repente"...
O tio Bocage... Ah! O tio Bocage... Ele diz uma coisa muito bacana: "Deus, ó Deus!... Quando à morte a luz me roube/ ganhe um momento o que perderam anos/ saiba morrer o que viver não soube."
Me sinto uma burra, idiota... Queria voltar atrás e escolher ficar calada! Queria sumir!
Agora eu sei o estrago que fiz!
Agora eu sinto que a minha alegria se foi... Talvez a amizade tenha acabado!
É verdade, para viver de sonhos é necessário abrir uma padaria....".

>>[Sol No Lenta]<<
Em: 17 abr. 2008.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

A vilã da própria história

Fonte de imagem: Gente.Ig
"Algumas coisas me fazem pensar que sou a verdadeira vilã da minha própria história. São vários os motivos e irei listá-los.
Vamos ao primeiro: eu sempre impedi que o "mocinho" fosse feliz com a "mocinha" (essa sou eu, acredite). Sempre convenci o mocinho de que o que a mocinha sentia era apenas coisa da sua cabeça e não do coração dela.
O segundo motivo é que eu sempre vejo com péssimos olhos os hábito e comentários das minhas amigas. E estou sempre levantando a bandeira de que ser amiga de homem é menos complicado.
O terceiro motivo sempre faço a mocinha sofrer com torturas psicológicas. Sempre convenço a coitada de que ela é pior do que todo mundo.
O quarto motivo é que sempre estou tomando decisões precipitadas, falando mal daqueles coitados que me aguentam. Sou falsa, sou volúvel, sou uma pessoa totalmente podre.
O pior de tudo, o quinto motivo talvez, é que tenho uma noção exata dos meus erros, sei os meus pontos fracos e não movo uma palha pra mudar.
Já é tempo de criar juízo!
Não tenho mais a idade para chorar feito bebê de colo...".

>>[Sol No Lenta]<<
Em: 8 fev. 2008.

domingo, 11 de maio de 2014

Insegurança

Fonte de imagem: Edu no Baú
"Eu queria poder acreditar...
Não ser aquela besta que até agora me causa vergonha só de lembrar... Apenas acreditar.
Não o tipo que acredita em tudo, mas pelo menos ter mais coragem de arriscar, confiar mesmo, entende?
Na real, eu queria conhecer pessoas mais honestas, que inspirassem confiança e respeitem o que sentem.
Alguém mais fiel a seus sentimentos e aos meus. Se é que existe alguém assim... Deve existir, né?"

>>[Sol No Lenta]<< 
Em: 4 fev. 2008.

sábado, 10 de maio de 2014

O abraço

Fonte de imagem: Minha essência
"Abraço terno, protetor, seguro... O abraço que quero eternizar em cada reencontro, abraço que teimo em não dar por temer a dependência.
A 'eternidade' de que falo está além de fotografias, registros de áudio ou video que poderão um dia ser mostrado para nossos netos. A eternidade de que falo está em um momento que quero que exista pra sempre, que simplesmente não acabe...
Assusta-me esse desejo quase doentio por um abraço...
Assusta-me essa obsessão por TEU abraço".

>>[Sol No Lenta]<<
Em: 09.02.2009.

sábado, 3 de maio de 2014

Sobre aquele dia... - meu primeiro beijo

Fonte de imagem: Tektudo
O mais interessante da minha agenda é o que eu escrevi no dia do meu primeiro beijo...

"Eu não devia ter começado!
Não devia ter começado nada!
Devia ter ficado quietinha, na minha... Como sempre foi!
Eles estavam errados quando falavam que eu não podia "morrer sozinha". Eu posso e devo morrer assim!
[...] Blábláblá Jaz Santa Soraya... Blábláblá [...]
Sei lá... eu tava carente... Apareceu um cara falando maravilhas e "PUM"....
[...] Blábláblá... Ele é tão legal, não merece isso... Blábláblá... Eu quero só a amizade dele [...]
Droooooooooooooga!"

>>[Sol No Lenta]<<

Em: 28 jul. 2008.

sábado, 18 de janeiro de 2014

[Reblogando] A história do MEU príncipe Enfeitado

Fonte de imagem: Jane entre linhas
Baseada em uma conversa que tive ontem com uma amiga, resolvi reescrever a história, quase sagrada, do meu príncipe Enfeitado.
A nossa discussão girou em torno dos contos de fada e da estereotipação (Céus, espero que esta palavra exista [e que seja escrita desta forma]) da mulher. Branca de Neve representa a mulher boba, que cai na balela de qualquer bruxa que passa ( a mulher morta de fome! Por que... cara, ela aceitou uma maçã de uma estranha! Fora o fato de que julgou pela aparência...). A Bela Adormecida representa as mulheres que esperam deitadas a chegada de um príncipe que lhe dará vida (típico de quem não acredita em si). A Bela (aquela que ficou com o monstro) representa a mulher interesseira, ou você não reparou que ela deu uma volta no castelo antes de aceitar qualquer coisa?
E, concordo com Denise, a Cinderela é que é A mulher. Tudo bem, ela chorou pra caramba, tinha aquela voz que ninguém agüenta de tão fresca e tudo mais... Mas, cara, ela correu atrás do que queria! Têm outras... Rapunzel, que puxa o cara pra cima, a mulher capaz de sustentar um homem... Chapeuzinho Vermelho, que cuida da avó, mas é boba como uma porta (ela acreditou mesmo que a avó tava peluda daquele jeito!! BURRAAAAAAAAAAAAAA!) e Alice (do País das maravilhas): adora uma ilusão básica...
Ok, vamos deixar de fofocar. O que interessas neste momento sou eu! Tá, o MEU príncipe Enfeitado. Ele sumiu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
De início, devo dizer que ele morreu...
Terrível demais começar pelo fim, né?
Ok, ele se matou!
Ah... Isso foi minutos antes dele morrer!
HUmhum... Num sei como começar...
Vamos falar pouco sobre o cara... Acho que vai ser doloroso falar do cara maravilhoso (UAU!) que ele foi...
Ele era O cara!
Era lindo, alto (escolhi alto por que tropecei em alguns baixinhos tentando encontrá-lo...), meigo, doce ( o que não é a mesma coisa. Entendam: ele fazia escova de açúcar!) e... Tão... Faltam palavras! O cara era bom! Só que, não cheguei a ter muito contato com ele... Ele morreu antes do nosso encontro...
O que aconteceu?
Bom, vâmo acabar logo com isso, pois me falta imaginação para prosseguir com a história...
Ele estava vindo ao meu encontro em seu cavalo branco de nome Algodão Doce, com a sua escova de açúcar em dia e as unhas bem perfeitinhas... Resolveu parar um pouco a cavalgada para retocar a maquiagem, pois em uma dessas voltas que os nossos olhos dão pelo mundo, ele notou um brilho atípico em seu nariz.
Foi aí que tudo aconteceu... Enquanto passava um protetor labial e se certificava de que seus dentes estavam como os deuses mandam, ele viu aquele ser estranho que o observava com um terrível olhar... Muito doido! [risos]
Foi este sujeito que queimou meu filme com o MEU príncipe Enfeitado.
“meu, ela é baixinha, gordinha, buchudinha, buchechudinha, vesguinha, sem pescoço...”
Ele não agüentou!
Estava longe demais de casa e sua única força, incentivo e... Qualquer outra coisa do tipo... O que o fez agüentar o trotar de Algodão Doce, os calos no bumbum, a dor na coluna... Enfim! A vida como um todo, era a idéia de que sua princesa seria perfeita.
Acabou a força.
Acabou o amor.
Foi o fim...
E, como tudo o que interessa nesse mundo é a aparência, ele resolveu pôr um fim a tudo. Enfrentou dragões (tinha umas barangas pela estrada), atravessou rios e rios (essa prefeitura que não cuida desses córregos) e... Tá, acho que já dei motivo suficiente!
Ele fez muitos esforços para tornar o seu amor por aquele ser detestável possível e quando ele vai chegando... Descobre que ela era FEIA!
E assim, ele sobe no seu cavalo, de um pulo só, e segue em direção ao penhasco...
BOOOOOOOO
Não era alto o suficiente, ele só torceu o pé com o “freio” dado por Algodão Doce que não era bobo e não acabaria com a própria vida por uma princesinha feia. Existem milhões de éguas por aí a fim de conhecê-lo...
Ele decidiu então pelo afogamento, mas foi terrível ficar sem ar. Ele queria morrer sim, mas não ficar sem ar. Além do mais, com aquela cara “bizarramente” (inventando palavras, que bonitinho...) inchada e... Como ele se permitiria morrer com aquela cor horroroooooooosa???
Resolveu tomar veneno, mas por alguma razão não funcionou...
Quando já havia desistido de tudo, ele levantou e tropeçou na própria espada e foi aí que tece a grande idéia. Tinha lido em algum lugar sobre o haraquiri, suicídio japonês que dava à morte certo ar de poesia.
E assim morreu meu príncipe: descabelado, maltrapilho, com as unhas quebradas e o bucho rasgado.
FIM

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* Essa história escrevi para meus amigos e publiquei no blog em 13 de fevereiro de 2009.

sábado, 29 de junho de 2013

Delírios de uma mente brilhante

Fonte de imagem: Eu nasci no Vila da Serra
Essa é a história de uma garota que não tinha o que fazer e resolveu chorar. Chorou por tristezas já choradas e paixões nunca sentidas.
Chorou até que do seu olho escorreu muito do seu sangue envenenado por todas as frustrações de não ser o que ela queria ou deveria ser.
Chorou até não poder mais.
Chorou até inundar seu quarto.
Chorou mais do que a chuva que inundava o seu quintal.
De partida a uma terra distante, ela decidiu ser alguém...
Alguém que não queria ser...
Muito mais do que era...
Muito menos do que desejou...
Por desejar ser alguém, sonhou; por sonhar, dormiu; por dormir, não viveu; por não viver, nunca existiu...
Seu fim aconteceu cedo.
Cedo para alguém que tinha sonhos.
Tarde para alguém que lhe desprezou...
P.s: distúrbios...
Rsrsrsrs
Fim
Escrito na minha agenda em: 12/01/09
Publicado no blog em: 22/01/11

quarta-feira, 8 de maio de 2013

|Reblogando| Tudo que morre fica vivo na lembrança...

Fonte de imagem: O Pequeno Sábio
Sensação chata essa de que os sonhos morrem quando se perde alguém.... Eu quero continuar com os meus intactos independente de quantas pessoas passem por minha vida... Ou de elas, simplesmente, não passarem...
Eu não sei dizer o quero, não sei demonstrar o que sinto... às vezes só queria correr pro meu quarto enterrar a cara no travesseiro e num acordar mais...
A realidade parece tão cruel quando saio das minhas poucas horinhas de sono...
Ás vezes sinto apenas que estou ficando louca... Acordar desse pesadelo maluco seria tão bom...
A sensação é apenas a de que, na realidade, meus amigos estariam (de verdade) do meu lado, dispostos a conversar... Que meu namorado entenderia cada careta que eu fizesse, cada palavra que eu dissesse sem ver isso como uma nova tentativa de acabar com o que eu desejo de todo coração para meu futuro... Que meus pais sentariam na mesa do jantar junto comigo e meus irmãos, e que poderíamos ter uma conversa de verdade... Eu simplesmente sinto muita falta deles tanto tempo fora de casa...
Eu engoli tanta coisa nos últimos dias...
Suportei tanta coisa nos últimos meses...
Mas, em nenhum momento quis acabar como o que me faz bem... Em todos os momentos o que foi levado em conta foi o sentimento da outra parte... E tudo o que ouvi foi o quanto fui egoísta por fazer assim... Como se o outro eu tivesse ignorado...
Meus sentimentos sou capaz de controlar... Tenho 23 anos e convivo com anjos e demônios em minha cabeça...
Já pensei em desistir muitas vezes... Já pensei em me entregar sempre que surgia um problema... Já pirei o cabeção sozinha, me embolando em minha própria dor... Mas sempre consegui sobreviver...
Agora que o fim parece certo... Agora que sei que o outro já não cederá mais... Me preparo para viver como vivi meus primeiros 22 anos de vida... Me preparo para voltar a outra realidade.

(Originalmente publicado em 5 de agosto de 2009)

sábado, 9 de março de 2013

[Reblogando] Entre tiros e rosas

Fonte de imagem: Sex and City gay
Entre a troca de socos e o beijo de dois homens, ainda escolho o amor.
Não o amor gritado e cantado por muitos, mas o amor sentido em sua melhor forma... O amor forte e incontrolável... O amor tão confundido com a paixão... O amor posto em fogo, o amor a toda prova...
Entre a guerra e dois homens se beijando, prefiro o amor... Sempre!
Existem coisas melhores para fazer com as mãos do que empunhar armas. Existem mais coisas doces e perfeitas pra se fazer com a boca do que gritar mentiras.
Para alguns é mais fácil altear a voz pra falar de amor do que respeitar o amor do próximo, do que fazer distante próximo e o próximo mais próximo ainda!
Eu quero ver, ouvir e gritar o amor da mesma forma e com a mesma força que ele habita em meu peito. Quero que minhas palavras sejam sentidas, ao lidas, da mesma forma que senti assim que escrevi... Ou que escrevi assim que senti...
A ordem das palavras altera o produto, assim como diminui sua força...
Entre o ódio gritado entre dois homens, entre vê-los empunhando armas, trocando ofensas ou acabando com a paz do mundo, prefiro vê-los beijando na boca!
Porque escolher o ódio? Pra quê odiar?
Ame!

Originalmente publicada em 19 de março de 2009.

domingo, 27 de janeiro de 2013

[Reblogando] Cadê a fé, coisa!

Fonte de imagem: O Divã Dellas
Levanta e anda, mulher de pouca fé!
Não, andar é pouco...
Corre, criatura!
Corre que o tempo é pouco e o tempo que passou parada não justifica tanta moleza.
Corre, porque a vida é curta e a cada momento teu tempo de fazer diferente muda, diminui, acaba...
Ficar parada é besteira, andar devagar é loucura, correr... Tá, é exagero!

Postagem publicada em 27 de janeiro de 2009... Ainda faz sentido hoje.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Devargar, divagando...


Li hoje na minha agenda (meu pequeno caderno de dívidas...):
A alegria não está nas coisas, está em nós.
Queria que todos fossem capazes de encontrar essa tal alegria e perfeição em si e parassem de comparar-se a terceiros.
Quanto sofrimento vem da comparação!
E o que fazer se este jogo não queremos jogar?
Qual alegria posso encontrar em mim agora?
A coriza que escorre em meu nariz por acaso é alegria em excesso?
Ok, sinto um alegria tão grande que vaza!
Que alegria insuportável é essa coçando, ardendo em minha garganta!
Oh, céus, como sou feliz agora!
Estou sentada em minha cama, em cima do meu colchão que fica em cima de minha cama que está dentro do meu quarto, por enquanto, na casa de meus pais... E estou em meio a lágrimas, mas não sei...
Não sei se as lágrimas são de gripe, de tristeza ou a tal da alegria que eu deveria encontrar dentro de mim e que agora jorra ardida, quente e... molhada?
Salgada, é certo, como toda alegria deve ser... 

terça-feira, 27 de março de 2012

É lá que se perde toda a tua vida...


Eu  me interesso pelo futuro porque é lá que passarei o resta da minha vida.

Na verdade o tal futuro não chegará dessa forma... Não viveremos no futuro, apenas sonharemos com ele... sempre!
O presente é que é o cara.
Podemos passar séculos pensando em quão doce poderá ser o futuro, mas o que vivermos de verdade sempre será o presente. Viver o futuro é uma utopia... É como pegar o vento, apenas força de expressão!
O nosso problema é esse: achar que pode viver o que ainda está por vir. Deixar de viver o momento, fazer mil merdas, sonhar demais, esquecer o agora.
Nos prendemos demais ao que poderá ser o que poderia ser e o que foi. Esquecemos sempre o agora... E nossa vida vira a merda que é.
O caos...
O desespero...
A mentira...
A desilusão...
O silêncio...
A solidão...
Nossa falha é esquecer o que somos agora por querer ser o que não podemos amanhã.
(Meu humor tá estranho...)

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Consciência!


Por que a dor de todos pode ser verdadeira, menos a minha?
Por que a dor de todos pode ser respeitada, mas a minha é sempre posta em dúvida, sempre mais questionada que qualquer outra dor...?
Por que é mais fácil acreditar em um estranho?
Por que eu só ouço gritos e nenhum consolo sempre?
Por que eu inventaria uma dor?
O que eu ganho além de olhares desconfiados e palavras “mal ditas”?
Em: 31/12/08

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Hoje acordei de forma diferente...


Hoje acordei de forma diferente.
O motivo: não dormi!
As cores do meu dia foram mudando de acordo com o passar dos segundos... Não posso, nem consigo, manter o humor igual por mais tempo...
Queria transcrever o que venho escrevendo em minha agenda, mas essa transcrição se faz impossível pelo fato de nada ter escrito lá...
Em um desabafo feito há pouco tempo descobri o real motivo de minhas mudanças: a morte movimenta mais meu coração do que eu queria... Me faz mudar mais com as pessoas que estão vivas do que eu gostaria...
Hoje em conversa com alguém que mal conheço chorei lágrimas de dor por uma morte que há tempos aconteceu e que mexeu comigo de uma forma forte... Mais forte do que qualquer cientista pode provar... hoje descobri que havia muita coisa guardada e que o tempo não cuidou de apagar: elas estavam ali, quietinhas, só esperando o momento certo pra agir...
E elas agiram, apareceram, rolaram...
Agora sinto um alívio enorme de expor sentimentos que até então sentia vergonha de ter... Aliviada por lágrimas guardadas saírem de mim e me deixando em paz...

Em 2009...

sábado, 12 de novembro de 2011

Caminhos, promessas e ódios...



Talvez eu esteja nos Caminhos errados.
Rsrsrs
Sim, caro leitor, eu disse “caminhos”.
Talvez eu tenha errado a minha vida toda... Por que nem tudo o que é bonito me agrada, mas é mais fácil de conviver. É muito mais fácil ser boazinha, pois todo mundo te vira as costas por achar desinteressante falar da “imaculada”. Eu não gosto de ser boazinha...
Boazinhas estão constantemente sendo feitas de bobas. Sempre tem algum idiota que acha que pode dar-se bem, por que a “coitadinha” é fácil de dobrar e não sabe dizer “não”.
Tenho exemplos próximos de pessoas que montam nas costas das “criaturas celestiais” e, quando estas estão longe, falam mal delas pelas costas.
Estamos sempre cobrando promessas que nos são feitas, mas não cumprimos as que fazemos.
Odeio promessas.
Odeio que me façam promessas.
Odeio fazer promessas.
Em: 18/03/08

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Ir e voltar...



Sonhar sonhos estranhos e dividir com a pessoa errada, na hora errada... Sofrer com as respostas e com a falta delas... Achar que fez errado e que faz errado sempre.
Insegurança...
A dúvida do amanhã... A certeza do dia anterior... A confusão do agora... Coração apertado com cada segundo sem resposta, sem uma demonstração mínima de carinho e aceitação.
Por horas, a certeza do agir errado, pensar errado e do não demonstrar... Mas esconder como a dor que lhe estampa a cara? Esconder como a dor que muda o seu tom de voz, o seu modo de agir?
São segundos intercalando a loucura e a razão, o medo e a segurança, o amor e o ódio... São segundos que viram horas eternas... São segundos que são quebrados por tentativas tolas de fazer alguém se tocar que deveria estar mais ao seu lado...
Nesse momento você vive o ápice de auto-piedade...
Ninguém é capaz de te amar...

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Cá estou eu...

Sentada na minha cama, dentro do meu quarto com uma vista meio embaçada pra lua... 
Ela está ali, isso eu sei. 
Vejo sua mancha amarela e penso na vida... Pelo menos pensava antes de começar a escrever aqui... Deu saudade de escrever em minha agenda... 
Meu poder de concentração ainda tá parco... 
Consegui ler um pouco, marcar algumas coisas, fiz várias anotações, ensaiei redigir e... parou aí... 
Muitas preocupações hoje. 
Minha mente dá voltas e voltas diante de tantas possibilidades do que está acontecendo comigo... 
Será que eu estou doente, ou guardo em mim um excesso de vida? 
E quantos problemas essas duas opções trarão a minha vida?

domingo, 24 de abril de 2011

Oração

Senhor,
Estás aí???
Desculpa, é que desde que falaram que não habitas em mim, tenho medo de tê-lo deixado fugir de mim de novo...
Pai, abençoe nossa vida, nossos caminhos...
Esteja ao nosso lado.
Agradeço o aprendizado diário e que foi tão grande na semana que passou...
Abençoe a vida de meus irmãozinhos, ajuda-nos na evolução de nosso espírito...
Dá-nos força e coragem sempre!
Amém!

sábado, 23 de abril de 2011

“Beijos não são contratos”!

Até que ponto podemos acorrentar outras almas a nossa?
Até quando podemos levar adiante, ignorar problemas, falhas ou qualquer outro nome bonito que podemos dar a nossos erros?
Me encontro no meio da tormenta...
Estou com tantos pensamentos confusos, medos, dúvidas...
E a certeza de que os sentimentos que tenho hoje não são meus...
Em: 23.08.09