quarta-feira, 14 de julho de 2010

Continuando o de ontem....

Tem também minhas cartas para o Aécyo e para a Patrícia... Até ano passado, eu cheguei a ler minhas cartas para Patrícia, mas as de Aécyo eu cobro a tanto tempo que sinceramente eu acho que elas foram pro Céu! ( ou para o inferno, porque eu era tão venenosa... Não, acho que o veneno só corria seguro nas cartas da Mann...) 
Tem tanta coisa que escrevi que eu perdi e que queria postar aqui e que dá até vontade de chorar... O Clássico “Se você for o Guii, eu te amo muito e te procuro a um tempão. Se você não for o Guii, ignore isso completamente que não é nada para você!”. 
Ou os Haraquiris citados nas cartas da Mann... Eu descobri o do haraquiri num livro de Érico Veríssimo (Incidente em Antares) que peguei emprestado do Aécyo e, como ele não me devolveu o meu Linha do Tempo, não devolvi. Enfim... As longas Playlists (é assim que se escreve?)... Assim que aprender eu boto música aqui no blog.... Acho ele muito silencioso para o Blog de uma menina (eu sou menina sim!) escandalosa como eu... 

terça-feira, 13 de julho de 2010

Gripadinha...

Estou eu, aqui, catarrenta... Tentando garantir pra quem me lê (essa foi horrível!) um blog atualizado nem que seja com minhas perturbações a Cristo (sim, estou falando das minhas orações que a mais de 1 ano não são aqui registradas) e a São Longuinho ( O santo das coisas perdidas... Acho que ele só não recupera hímem... Alguém aí perdeu o seu pra tentar e dar o seu testemunho aqui no blog?).
Hoje na verdade é domingo (não, hoje é domingo mesmo! Eu só atualizo meu blog no domingo!) e o que você está lendo agora, umas três pessoas, no mínimo, já leram... É que eu sou insegura e tenho uma equipe de pessoas que julgam se é prudente ou não me expor tanto...
Eles sempre dizem que não, mas quando lêem acham legal eu divulgar, vai entender...
Eu queria divulgar mesmo eram minhas cartas para o Guii, mas ele jogou todas fora... Ele não é romântico, que droga! As cartas para o Guii são (eram) minhas pérolas bibliográficas (será que eu posso chamar assim????). Lá eu falava de tudo, no intervalo entre os “casa comigo” e “me dá um filho”... Mas, eu era mais discreta... Eu dizia: “Guii, eu sempre quis ter um filho bonitinho, baixinho e gordinho como você... Daí eu
pensei: ‘porque não fazer esse filho com você? ’!”
Viu, eu era discreta! Outra:
“Eu li uma vez na revistinha da Turma da Mônica que nossa vida só é completa se escrevermos um livro, plantarmos uma árvore e fizermos um filho. Vâmo dividir as tarefas: eu escrevo um livro, vc, que quer ser botânico, planta a árvore e juntos fazemos o filho”. 
Enfim, eu sempre fui muito discreta paquerando o Guii...
Quem se divertia muito com minhas investidas era a Mônica... O Aécyo gostava mesmo era dos foras que ele me dava. O mais citado pelo Aécyo é o “eu não vou espalhar os meus genes por aí”...
to be continued... 

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Belos sonhos...

O Cawell (Carlos Wellington) pediu que eu contasse o sonho bizarro que eu tive com ele... Mas ele já tá ficando um pouco apagado da minha memória... O que lembro é que estava na UFMA, sem andar, morrendo de pânico naquele caminho do CCSo para a biblioteca e vi vários sapinhos parecidos com aqueles sapinhos de borracha que vende nas Lojas Americanas ( só faltou o preço pra dizer que eu tô fazendo propaganda!)... Eram bem pequenos, amarelo e vermelho e vermelho com bolinhas amarelas (♫era um sapinho de bolinha amarelinha tão pequenininho...♪)... Só que, quanto mais eu andava, mais o sapinho de borracha inchava... E, vendo o meu pânico ele, Cawell, veio em meu socorro... Lindo... Trajando aqueles bermudões que ele usava quando entrei na UFMA (UAU! O nosso.... <3)...
E o mais legal de tudo, é que baixando pra matar o sapo ele nos deixou ver o cofrinho...
Uau... rsrsr
Aiai...
Foi lindo, tá meu bem?!

domingo, 11 de julho de 2010

Pé frio...

Primeiro o computador em que trabalho empaca, fazendo com que eu perca todos os arquivos de meu trabalho. Começo a trabalhar no computador dos alunos e tudo estava indo bem. Depois, convidada a ficar no outro computador da secretaria, o que sobrou, ao meter meu pen drive, infectado com o vírus da xerox, eu infectei todos os arquivos da secretaria e tive que correr pra salvar o que poderia ser salvo. 
Depois, para piorar meu estresse, meu namorado me liga avisando (como se eu já devesse saber) que não irá me encontrar... Com o estresse do dia, e mais essa, imagina a zuada que fiz por nada, né? 
Nada? Ser sempre esquecida é chorar por nada? 
O mais chato é que o Guii me mandou uma mensagem querendo saber se podia ir me ver, a Talita mandou uma mensagem querendo saber se podia passar no mestrado e eu não vi nada disso porque deixei o celular do lado do meu computador original... 
Enfim...

sábado, 10 de julho de 2010

Tô garrando um ódio...

Ele não sabe o que quer e me confunde...
Algumas vezes me pergunto porque voltou se não parece ser bem o que queria... Se assim fosse acho que ele não seria tão indiferente quanto a algumas coisas...
Quando eu era pequena, eu falava que ia ter o homem no chinelo, como dizem...
Mas, descobri que na verdade eu sou um pouco descontrolada...
E, depois que eu descobri que eu existo, eu passei a odiar o fato de que algumas pessoas podem me esquecer... Eu sei o quanto isso pode parecer infantil, mas é a vida... Sou eu...
Eu gosto de estar com ele, gosto muito... Perco o chão só de pensar que pode ser de outra forma... Mas está muito difícil agora.... :(

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Eu sou violenta, Amanda!

Quando a porcaria da minha prima (que está lendo o que eu estou escrevendo) começou a nascer dente, ela me mordia... Podia estar no braço de qualquer pessoa, mas bastava me ver, tacava o d... gengivão no meu braço e como doía...
Um dia, farta dessa atividade dela eu gritei: “me morde de novo e eu te mato, pequena!”...
Ela ainda tá viva...

quinta-feira, 8 de julho de 2010

EQM

Sabem o que é EQM, né? 
Pois bem, serei uma tia boazinha e direi: Experiência de Quase Morte! 
Tive várias! 
E uma mais doida do que a outra... 
Teve uma, no ano novo, em que uma mulher parou um carro bem em cima de mim... Sai correndo e esqueci a fita de meu vestido branco... Uma dedo-duro disse pra ela onde eu morava e ela parou justamente lá em casa... Se não morri com a %$#@ do carro em cima de mim, quase me fui com ela berrando que na próxima vez que me encontrasse na rua passaria por cima ( e sempre que a via na rua, eu saia da calçada! kkkkkkkkkkk). 
Outra foi, de novo, na Ilha rala. 
Eu brincava, inocentemente no açude do vizinho, quando a bola que eu jogava com meus primos caiu embaixo da ponte (a la filme americano) que meus tios fizeram. Fui lá pegar e... (Música de psicose ou de tubarão) meu cabelo ficou preso em um prego. E eu, que só devia “nadar” até lá pra pegar a %$#@ da bola, fiquei presa. E minha prima gritava que eu ia morrer, mas ninguém viu, graças a Deus... Porque se mamãe soubesse o que aconteceu, ela me mataria. 
A mais famosa de todas é a da inauguração da piscina do Adventista. Eu fui lá, em um domingo, assistir a competições e sofrer por não poder nadar. Aí, recebi a notícia “tão falando que vão liberar a piscina, vâmo em casa pra vestir biquíni e depois voltar?” disse Natália na sua inocência de que eu sabia nadar. 
Eu tinha 13 ou 14 anos... Fui em casa, vesti o biquíni e voltei. 
Natália pulou! Laís pulou! Eu pulei... 
Só que, diferente delas, eu não sabia nadar, nem boiar ( o que é natural, já que eu não sou bosta! [piadinha de 6ª série...])... Afundei... E a piscina era funda pra caramba... Pulo, pulo, pulo... E nada de eu alcançar o ar... Pulo, pulo, pulo... E cadê o ar? Abri os olhos (♫não consigo mais fechar! Assisto em silêncio até o que eu não quero enxergar...♪)... Só vi uma mancha azul bem na minha frente e me apoiei nela com tudo pra subir... Tratava-se da parte de baixo do biquíni de Laís... Enquanto eu, envergonhada, agradecia por ela ter salvo minha vida, ela apenas dizia “eu quero morreeeeeeeeeeeeeeeeeeer...”.

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Antes e depois de vê-los

Era só pra contar a minha mutação diante de alguma coisa de que tenho muito medo.
O terreno do meu pai (Ilha Rala, o terreno dos açudes, já citado...) é cortado por um igarapé (aprendi isso do “é cortado” em minhas aulas de geografia... Só não lembro o quê cortava o quê!). Quando eu era menina (não que eu não seja mais, é que tenho certa idade...) eu costumava banhar nessas coisas, “nadar” como eu gostava de dizer... E era muito alto lá de baixo pra sair... Eu, gorda (perto das minhas irmãs apenas), demorava uma vida pra sair lá de dentro... Um dia Seu coisa (não lembro o nome dele, juro... O cara que trabalhava lá) deixou cair um negócio lá dentro e eu fui, com toda a minha dificuldade de criança obesa (perto das minhas irmãs), ajudá-lo. Quando desci o que eu olho? Um sapo ENORME! Inchado como eles ficam quando querem assustar, coisa que eles fazem sem artifício comigo... Cara, você precisava tá lá pra ter noção de como eu subi, corri e cheguei em casa rápido... Nem eu acreditei... Foram segundos pra realizar a mesma tarefa!
É sério, experiências própria, a gente sempre faz as coisas bem rápido diante de experiências traumáticas!
Um pouco mais nova... Pequena mesma... Daquele tamanho em que você senta no vaso e segura com as duas mãos por medo de cair e, como se fosse pouco, fica com as pernas bem penduradas, com medo de escorregar e melar todo vaso com aquilo... Entenderam?
Pois é, eu era desse tamanho e tava fazendo aquilo com dificuldade quando vi um rato ENORME na porta do banheiro (que ficava aberto pro caso de eu cair dentro do vaso...)... O que eu posso dizer?
Bom, desceu rapidinho!

domingo, 4 de julho de 2010

NADA COMO O TEMPO

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.
Percebe também que aquele alguém que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente não é o "alguém" da sua vida.
Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.
O segredo é não correr atrás das borboletas... é cuidar do jardim para que elas venham até você.
No final das contas, você vai achar não quem você estava procurando, mas quem estava procurando por você!

(achados da internet: O pensador!)

sábado, 3 de julho de 2010

Bumba-boi, arraial e boi da cara preta...

Eu achei um monte de piratex que ainda não assisti... Entre eles o DVD do Boi de Morros e de Axixá... Eu prefiro o Boi de Morros, pois os índios fazem academia para fazer uma bela apresentação em suas tanguinhas como eu não me canso de dizer...
Fui assistir uma apresentação de Boi no arraial aqui perto de casa... Só que não gostei!
Não apenas por não ter índios sarados pulando de lá pra cá, passando por nós lindos e tal... Mas... Ok, eu assumo nunca gosto de boi! Ou vocês acham que eu esqueci da ameaça de meus pais em mandar eles me pegarem achando que eu tinha medo de careta?
Enfim... Do que é mesmo que eu tava falando?
Ah, sim, cara, as índias vestiam blusa por baixo. E não aquelas blusinhas só pra esconder os peitos, mas aquelas blusas de esconder o bucho!
Poxa, o bom do Bumba boi é ver aquelas índias mais gordas que a gente, com o bucho maior que o nosso exibindo seus buchos enormes com o maior orgulho, dando um bom exemplo de bem-estar com seu corpo...
Esse ano só tinha índia gorda e buchuda com o bucho bem coberto... Sem graça...

sexta-feira, 2 de julho de 2010

O leitor, o filme... [Spoiler]

Há alguns meses, na cadeira de planejamento estratégico, a gente assistiu o filme O leitor (ainda não entendi porque também... Talvez pra aprender a seduzir um guri de 15 anos [desconjuro!]). Eu fiquei tão empolgada com o filme que a professora me convidou pra fazer a resenha do filme... Mas como?
“Professora, o que eu posso falar do filme? Que ele é só sexo-sexo-sexo?” (Há uma coreografia... Cada vez que falo sobre “sexo-sexo-sexo” eu balanço a cabeça para os lados sexo(lado direito)-sexo(lado esquerdo)-sexo(lado direito de novo)...). Ela disse que eu era muito superficial, que eu apenas vi a questão periférica do filme... Mas tinha algo mais lá?
O fato é que até hoje não entendendo como a Kate (aquela ruiva de Titanic) conseguiu encostar o pé no pescoço na cena de sexo-sexo-sexo...
Também nunca entendi planejamento estratégico, mas abafa...
Enfim, a parte isso (ou graças a isso) o filme é muito bom!
Na verdade, ele conta a história de Hanna Schmitz  que mantém um caso de amor (sexo-sexo-sexo) com um garoto de 15 anos (Michael Berg - que quando aparece mais velho é ninguém mais, ninguém menos do que Voldemort!). O detalhe do filme é que ela transa com o guri e pede pra ele ler um livro... Sempre.
E ele não se apega a esse detalhe, nunca se questionou o porquê desse comportamento...
8 anos depois ela é presa, e no tribunal ele percebe que ela nunca soube ler e que se falar isso para o juiz ela pode ser solta, mas por orgulho e vergonha de dizer que não sabia ler e escrever, ela assume a culpa e é condenada a prisão pérpetua...
Já mais velho, Michael acha suas anotações sobre o julgamento de Hanna e decide, de certa forma, aliviar sua dor com sua leitura.
Então, ele passa a enviar a ela fitas com gravações de todas as histórias do livro.
Hanna se sente motivada e decide aprender a ler e escrever com um método superdoido: ela ouvia o áudio e rabiscava o livro... Enfim, ela aprende a ler e escrever e começa a escrever cartas que não são respondidas...
É bom eu parar aqui pra não contar o final!

domingo, 27 de junho de 2010

Tentando ser metade do inteiro que eu não sinto...

Vivendo escondida, entre escombros e mentiras... Resto de minha pobre vida, tão condicionada a alguns fatores pequenos...
Se hoje te tenho... Posso ser eu...
Se não te tenho mais, tenho que ser mais forte... Engolir todo e qualquer sentimento que ainda tenho... Enfim...
Ser o que não sou, mas o que deveria ser: mais conformada... Tentar te ver feliz, e me fazer feliz se a tua felicidade depende da distância que nos separa...
Confuso?
Confuso é o que eu sinto sempre que acaba!
Confuso é o que eu sinto quando diz que o que sente já não existe mais!
Confuso é ser eu em tempos assim...

sábado, 26 de junho de 2010

Tem coisa mais confusa?

Não sei se com todos são assim, mas me dá raiva ver aquela pessoa que todo mundo odiava virar santo quando morre, um amor de pessoa quando adoece...
A visão das pessoas sobre o que a pessoa é ou deixa de ser está condicionado a seu estado de saúde?
Pois a minha não está, nem nunca esteve. Pegar mais leve? Sim, eu pego sempre! Mas não mudo minha opinião como vejo muita gente mudando... Não mudo meu jeito de falar com elas só por estarem doentes ou morrendo.
O que é pra falar continua sendo falado... Não calo a boca por tão pouco.
Mas, aqueles que mudam sempre me apontam o dedo falando que mudei por não lembrar o quanto eu defendia...
Enfim, é a vida...
Pense como quiser...