segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Lista da Pá, v.1

Fonte de imagem: Pixabay

Resolvi começar minha lista da pá, tendo como base a Lista da Pá da Helen Walsh (Chá de sumiço - Marian Keyes).
A lista da pá é formada por coisas que a gente ouve ou vê alguém fazendo e que dá vontade de matar a pessoa com uma "pázada" na cabeça.
rsrsrsrs
Vou liberar minha lista aos poucos.
  • Gente que fala "sorry";
  • Gente que reclama do trabalho alheio e não faz nada;
  • Gente que gosta de inventar que minha ideia é na verdade sua;
  • Gente que me pede coisas está no topo da lista da pá;
  • Gente que diz que eu tô gorda sem eu ter perguntado;
  • Gente que aponta os defeitos dos outros sem notar os seus.
To be continued

domingo, 14 de setembro de 2014

[Pronto, sai de casa!] Peregrinações Círio de Nazaré - Igrejas do Centro


Caramba, essa postagem tava congelada aqui nos rascunhos não sei nem desde quando...
Bom, estou na equipe de divulgação do Círio de Nazaré - A festa da luz, o festejo da minha igreja. Tem sido uma experiência fantástica, sinto-me mais próxima de Deus... Participamos de várias missas no fim de semana e tem sido um privilégio conhecer tantas "culturas" diferentes em uma única igreja.
É algo que eu recomendo... Sai da toca, conheça outras comunidades! É maravilhoso!

Capela de São Pedro - Madre Deus
Igreja de Santo Antonio - Centro
Igreja da Sé - Centro
Igreja da Sé - Centro
Igreja da Sé - Centro
Igreja de Santo Antonio - Centro
Igreja de São João - Centro

sábado, 13 de setembro de 2014

Happy Jayna

Procurei no fundo de minha alma qualquer palavra de conforto que pudesse aparecer por você ser tão minha cara no Ensino Médio... rsrsrsr
Conheci Irajayna Lage Lobão através do professor de matemática que vivia perguntando se eu era sua fã... Na verdade, ele afirmava com tanta certeza que eu assistia sua aula na turma 300 e 301 que eu tive que saber quem era o ser por trás da suspeita... Foi ele quem disse primeiro que éramos irmãs gêmeas, foi ele também que perguntou se eu era Ruth ou Raquel. E foi ele que determinou que eu era "Irmã Ruth". Ou seja, Jayna, desde aquela época já era minha irmã gêmea má.
A menina BV, Nerd, Roqueira que estudava na turma ao lado e que dizia que faria um curso de nome estranho chamado Biblioteconomia... Foi ela quem me inspirou a entrar nessa... Hum-rum... "roubada"?
rsrsrsrsrsrsr
Jayna, aliás, sempre me inspirou, me inspira e inspirará! Por causa dela que eu continuo o blog, ela é a única que lê e comenta aquela merda!
Enfim... Jayna, minha irmã que mamãe não me deu... E que se atrasou um pouco pra nascer... Eu peço diariamente que Deus continue guiando teus passos, continue te iluminando (mas tu é atéia, né? ELE VAI TE ILUMINAR, ABENÇOAR E GUIAR AINDA ASSIM!). Não vou dizer que eu quero que você continue sendo essa mulher invocada que tu é, porque eu desejo que você melhore cada vez mais, eu desejo o teu crescimento, teus sonhos realizados, harmonia em teu lar... Pense em algo bom e tenha certeza que eu te desejo isso.
Gatíssima, tu é uma mulher guerreira, forte e linda...
Que Deus nos proporcione um pouco de riqueza pra gente se vê logo porque eu estou morrendo de saudade.
Te amo! (Finge que chorou... eu me esforcei pra te fazer chorar um pouquinho... Vou apelar!)

Jayna, espero que você venha logo ao Maranhão pra você me pagar um Sousa.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

[Dica de Leitura] A casa da Rua Esperança - Danielle Steel


Sem preconceitos, gente... Nesse livro morre apenas um personagem importante (Ops, Spoiler). rsrsrrsrsrs
Esse é o quarto livro de Danielle Steel que eu leio (o que me faz lembrar que eu tenho que falar sobre os outros 3, já que já falei de um... Êpa, que conta foi essa? Dane-se... Eu fiz biblioteconomia! Não preciso da matemática! (Brincadeira, companheir@s))*.
Esse livro é emocionante, gente... Dramático, como todo livro de Danielle Steel. Se você está sofrendo, leia esse livro e pare de sofrer. Ajoelhe-se e agradeça diariamente: "Obrigada, Senhor, porque eu não sou uma personagem de Danielle Steel". (Brincadeiras, irmãos!).
O livro trata da perda (como a maioria dos livros dela, afinal, nunca vi um personagem de Danielle Steel não perder alguma coisa) e dos efeitos que essa causa à família. Foi bem interessante. Tentei me imaginar no lugar da personagem principal, que perde o marido, e de seus filhos, que perdem o pai. Do mesmo jeito que eles tinham medo de perder mais alguém da família... Gente, sei lá... É muito real. A Danielle é constantemente criticada por seu excesso de drama e pelo jeito de conduzir a história, mas acho a linguagem dela maravilhosa. Ela sabe mexer com nossos sentimentos... É como o Marcelo Rezende! A gente fica tentando se imaginar em um desses casos que ele apresenta... Ah, eu gosto!

SINOPSE
Liz e Jack são advogados muito bem-sucedidos, especializados em causas de divórcio. Vivem na Califórnia em uma bela casa com os cinco filhos. A felicidade familiar desmorona numa manhã de Natal, quando o ex-marido de uma das clientes do casal assassina Jack a tiros. Liz e os meninos mergulham, então, em um terrível pesadelo. E terão de reaprender a viver sem o marido e o pai amado.
A vida é difícil, porém, com o passar do tempo, as feridas começam a cicatrizar. Até que outro acidente, dessa vez com seu filho, ameaça jogar Liz e sua família novamente no fundo do poço.
Mas quando ela conhece Bill Webster, médico que cuida do garoto, algo acontece entre os dois. E, em meio ao desespero da tragédia, abre-se uma fresta de alegria através da qual Liz e os meninos conseguem, mais uma vez, vislumbrar a felicidade.
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Leia sobre "Um longo caminho pra casa" clicando aqui

domingo, 7 de setembro de 2014

Coisas que a gente aprende quando... tem que escolher o "sushi" pelo nome

Fonte de imagem: Gartic
Desde o dia que eu fui no Koni Store eu fiquei de fazer essa postagem contando o que eu aprendi quando precisei pedir o sushi pelo nome. Bom, o lugar é muito bom, o atendimento é rápido, maaaaaaaaas... para duas pessoas que não entendem de nome, apenas de fome e comer.... Foi bem complicado.
Desde esse dia fico lendo e lendo sobre comidas japonesas pra não pedir as coisas no Chute.
Achei esse site aqui --> PAPO DE SUSHI. O site explica tudinho e é de lá que eu copiei as imagens abaixo.





Eu ainda não decorei o nome de todos, mas já sei o nome das peças que eu gosto (Tekkamaki, Shake Maki, Kani Maki, Sunshine,  Shake e Kani-Kama)... Fora isso aprendi que o correto é comer com a mão, não se deve molhar o arroz, os molhos servem pra dar sabor ao peixe, o trocinho verde é pra limpar o peixe e o gengibre é pra limpar o paladar pra saborear melhor as peças.
Sei que a dica tá meio incompleta... Mas por enquanto é só isso que aprendi. Ainda estou me aventurando no mundo do peixe cru.
Beijo, pessoas!

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Crédito das imagens ===> Papo de Sushi

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

[Não gostei] Chá de sumiço - Marian Keyes


Eu andei indecisa sobre o que falar a respeito desse livro, afinal, todos sabem que Marian Keyes é minha autora favorita. Porém, ela cagou no pau quando resolveu escrever sobre minha personagem favorita. Simplesmente, a Helen Walsh deixa de ser Helen Walsh em seu primeiro livro na íntegra.
Me apaixonei por Helen Walsh através de pequenas participações nos livros das outras irmãs Walsh: Melancia (Claire), Férias (Rachel), Los Angeles (Meg) e Tem alguém aí? (Anna)... No último, a Helen já não era tão Helen.
Sonho com um livro sobre a mamãe Walsh que explique porque todas as filhas dela sofrem de depressão e outros problemas psicológicos... Afinal, é tudo culpa da mãe, né?
Como já adiantei, um dos maiores problemas do livro é que a Helen tem depressão... SIM! A Helen que sempre foi descrita como a mais segura e "tô nem aí" das cinco Walsh é depressiva! O livro quase todo contém pensamentos suicidas e ela não pisa mais nos sentimentos de ninguém como nos outros livros... Cadê o egocentrismo que marca a personalidade da Helen? Cadê a Helen, na verdade?
Bom, fora isso de a Helen não ser a Helen... Tem essa história dela ser detetive que já era sem graça desde o "Tem alguém aí?". E essa banda insuportável chamada Laddz que fez o livro ficar mais ridículo do que já estava... 
Enfim... tentem ler se forem capaz... Eu me decepcionei com a Marian Keyes.

SINOPSE (via Skoob)
Helen Walsh não vive um bom momento. O trabalho como detetive particular não vai bem, o apartamento foi tomado por falta de pagamento e um ex- namorado surge com uma proposta de trabalho: encontrar o desaparecido músico da Laddz, a boy band do momento. Precisando do dinheiro, ela se vê forçada a aceitar, o que causa uma confusão em sua cabeça ao conviver com o ex e precisar acalmar o atual namorado. Ao tentar seguir suas próprias regras, Helen será arrastada para o mundo complexo, perigoso e glamoroso do showbiz, percebendo que seu pior inimigo ainda está por surgir. Irresistível, comovente e muito engraçado, Chá de sumiço é diferente de todos os romances do gênero, e a protagonista – corajosa, vulnerável e dona de uma língua afiadíssima – é a heroína perfeita para os novos tempos.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Feliz aniversário, Cumádi


Hoje é aniversário de uma pessoa muito especial... 
Não há muito o que ser falado, já que não tem nem 1 ano que a gente se conhece, maaaaaaaaaaaaas...
Gata, que boa a escolha de Deus quando te colocou em minha vida. Você é um exemplo admirável de mulher... Uma mulher guerreira, que luta por seus sonhos, faz o bem, se preocupa com o próximo... Luta contra as correntes pra poder alcançar seus objetivos e não para nunca... E o melhor: você sabe que não precisa passar por cima de ninguém e nem mentir pra poder conquistar o que é seu.
Deus nunca te esqueceu, gatona, Ele te abençoou da mais linda forma por um propósito... E será saboroso o sabor da vitória, você vai ver!
Que o Pai do Céu continue te abençoando, protegendo e guiando.
Te amo muito!

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Projeto 6X6 - Coleções


Todo dia 6, o Bibliotecária Escandalosa e outros 5 blogs (La Vie d'Lee - Own Mine - Estante de Cristal - Minha Segunda Face -Nayh's Wonderland) se juntam para expor fotos que seguem uma temática. A temática desse mês é "Coleções". Eu demorei a escrever essa postagem porque não sou de fazer coleções... Daí passei muito tempo quebrando a cabeça sobre o que postar... Procurei juntar coisas próximas a uma coleção.
Bora lá...
Cartas de amigos.... Coisa mais gostosa... 
Tenho muitos livros, mas esses aqui já até acabaram amizades... 
Agendas... Não achei todas, mas gosto muito de desabafar nelas.
Cruzes... rsrsrsr É sem querer, mas acabo comprando tudo que tem cruz.
Perucas... Tenho só 3, mas vivo procurando mais pra comprar.
Camisas religiosas... Sempre que vou a um evento da igreja compro, ganho de presente... Tenho várias!

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

[Dica de leitura] A extraordinária garota chamada Estrela - Jerry Spinelli

O que eu posso falar desse livro? Parafraseando Rolando Lero, não sei se "captei vossa mensagem", Jerry.
O livro tem uma lição de moral bacaba, fala sobre aceitar o que é diferente da gente e tal.... Mas fiquei perdida quando a garota especial resolveu ser igual a todo mundo...
O título nos faz pensar mil coisas... No começo eu associei o livro ao filme "Sturdanst: o mistério da estrela", eu acreditei muitas vezes que a garota era uma estrela caída do céu... Mas aos poucos a história tira da gente essa impressão.
No começo da história, Estrela é admirada por todos por ser diferente. No meio da história, ela é odiada por todos por ser diferente e no fim... Bom, você vai ter que ler o livro.
Um dos diálogos mais bacanas, que até me lembrou um pouco O pequeno Príncipe (não sei explicar bem porque), é aquele em que Leo tenta explicar pra estrela essa coisa misteriosa que é viver em grupo, ser igual a todo mundo pra ser aceito... Acho que essa foi a parte do livro que eu mais gostei, porque foi a parte mais... Clara, podemos dizer assim.
Eu odiei Leo em vários momentos. Porque ele dizia o tempo todo que gostava de Estrela porque ela era diferente de qualquer garota que ele já havia conhecido, maaaaaaaaaaaaaaaaas... A tratava mal pelo mesmo motivo e tinha vergonha dela, oras pois! É como se... agradar todo mundo fizesse uma diferença enorme pra Leo. Ele gostava de Estrela, mas ninguém mais gostava, então, só por isso, ele achava que não poderia ficar com ela, se escondia, sentia vergonha.
O livro é juvenil, mas cativou o coração dessa senhora de 27 anos em muitos momentos e eu recomendo para vocês, meus queridos sobrinhos.

* SINOPSE
A garota chamada Estrela. Ela é tão mágica quanto o céu do deserto. É tão estranha quanto seu rato de estimação. É tão misteriosa quanto seu próprio nome. Com um simples sorriso, ela captura totalmente o coração de Leo Borlock. Com sua alegria, ela incendeia uma revolução de liberdade e autenticidade no espírito de sua escola. No começo, os colegas encantam-se com ela por tudo o que a faz ser diferente. Mas isso começa a mudar, e Leo, apaixonado e apreensivo, percebe que a única coisa que pode salvá-la das críticas é a mesma que pode destruí-la: ser alguém comum. Nesta celebração do inconformismo, o premiado Jerry Spinelli tece um conto tenso e emocional sobre os percalços de precisar ser popular e da emoção e inspiração do primeiro amor.
* TRECHOS DO LIVRO
"Ela era uma luz flexível: brilhava em cada esquina do meu dia." 
"Os dias se passaram. Continuei a evitar Estrela. Eu a queria. Eu os queria. Parecia que eu não poderia ter os dois, então não fi nada. Corri e me escondi.""Nós queríamos defini-la, etiquetá-la como fazíamos uns com os outros, mas não conseguíamos ir além de “esquisita”, “estranha” e “patética”. O jeito dela nos tirava do eixo."
"Ela era fugaz. Ela era hoje. Ela era amanhã. Ela era o aroma mais suave da flor de um cacto, a sombra fugidia de uma coruja marrom. Nós não sabíamos o que fazer com ela. Em nossa mente, tentávamos fixá-la em um quadro de cortiça como uma borboleta, mas o alfinete simplesmente se soltava e ela voava para longe."
"De todas as características incomuns de Estrela, essa para mim era a mais marcante. As coisas ruins não a afetavam. Correção: as coisas ruins que aconteciam com ela não a afetavam. E as coisas ruins que aconteciam conosco a afetavam demais."
Até a próxima, pessoal!

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Metade de cada um...


Sou metade de dois seres
Metade de cada um

Tenho o sorriso da minha mãe
A papada do papai
E o amor maior do mundo pelos dois

Tenho o sonho de ser grande
Tenho o desejo de salvar todo mundo
Tenho a fé e a determinação dos dois

Por inspiração deles, leio
Pela simplicidade dos dois, me faço humilde
Pela luta dos dois também luto
E pelo sorriso dos dois, sou feliz.

Sou metade de dois seres que me fazem inteira...
Um pouco de cada
O amor dos dois.

terça-feira, 12 de agosto de 2014

Happy Zanna!


Procurei uma foto que descrevesse bem o que é nossa amizade... São quantos anos? 12 anos!
12 anos que ganhei uma mãezinha que sempre cuidou de mim com muito carinho e continuou fazendo isso apesar dos km que nos separam... Várias vezes olhei as promoções da Gol pra poder dar uma chegada em São Paulo só pra te ter um pouco mais perto, pra te dar um abraço ao invés de enviar a carta de sempre (que eu ainda não escrevi, mas me aguarde, gata).
Amizades enfraquecem com a distância e o tempo, mas me sinto cada vez mais próxima de ti, é engraçado... Foi uma das pessoas que mais me ouviram e me deram força quando "cai em trevas" e esteve tão disposta a me ajudar que, mesmo nas madrugadas, tava ali me dando conselhos e dicas de como ser forte pra vida e pras peças que ela nos prega.
Queria tanto que você estivesse mais perto, Zana... Queria que tua casa fosse aqui no vizinho pra tu poder provar das delícias que eu não sei fazer... ainda! Queria te contar tudo o que eu tenho vivido, você riria muito, tenho certeza... E... Bom, cuida, viu?
Meu coração tava cheio de coisinhas pra te dizer, pois te devo o sorriso e a fé que tenho hoje (ainda sou católica, não te anima).
rsrsrsrs
Amiga, que o Pai Eterno cubra sua vida de bençãos, paz, amor, saúde, proteção e tudo de bom que tu puder imaginar... Sim, eu também imaginei A fantástica Fábrica de Chocolate!
Feliz aniversário e... VEM PRA CÁ! Tô com saudade!

domingo, 10 de agosto de 2014

Feliz dia dos pais


Hoje é dia de agradecer ao Pai do Céu pelo pai maravilhoso que Ele me deu. 
Quanta honra ser sua filha! Quanta alegria sinto por te ter ao meu lado e te chamar de "PAI"!
Obrigada, pai, por todas as lições que me ensina, por todo apoio que me dá, por ter permanecido ao meu lado (no mundo de hoje, devemos agradecer diariamente por não sermos abandonados como tantos são).
Obrigada por lutar e me ensinar que a vida vale a pena quando se tem bom coração, quando se ajuda o próximo sem distinção (lição que o senhor e minha mãe me dá diariamente... O dia não vale a pena se não fizermos alguém feliz),
És meu maior orgulho e minha fortaleza...
Te amo muito!
Feliz teu dia, paizão!

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A fé sem igreja

Fonte de imagem: Thiago Galvão

Muitos não acreditam na existência da fé longe da Igreja, defendo, desde sempre, que a fé sem a igreja é possível, pois já vivi ela e minha mãe a vive há muito tempo. Ouso dizer que na igreja não existe senhorinha com mais fé e mais devotada do que minha mãe.
Sei que muitos acreditam que eu viria hoje dizer que a fé fora da igreja não existe, até pela minha vivência maior hoje na Igreja. Mas... Exatamente por ter essa visão dos dois mundos, eu posso falar. Com a fé que eu criei fora da igreja, já tentei levantar muitos caídos dentro dela. É engraçado, mas as pessoas que estão mais dentro da Igreja são as que tem as maiores crises de São Tomé, são as que tem maior dificuldade... Na verdade, ou 8 ou 80. Ou Deus dá a elas tudo do jeito que elas querem e no tempo delas, ou nada feito... "Deus se esqueceu de mim". Há muitos que evangelizam da boca pra fora, não vivem a Palavra de Deus, não as sentem.
"Deus esqueceu de mim" é um discurso que nós aqui de casa fomos proibidos, desde de cedo, de fazer. Deus nos mostra que faz o melhor por nós até naquilo que parece erro de percurso... Aprendemos da maneira errada, talvez... Talvez o certo fosse sentir culpa por qualquer desvio humano que cometamos e, claro, lamentar nossos sonhos que ainda não aconteceram. A minha fé é livre, forte e selvagem...