sábado, 30 de abril de 2016

Só pela cobrança e necessidade...


Povo agora deu pra me parar nas ruas pra perguntar onde estão as velhas postagens...
Pessoas, tenho usado mais snapchat, twitter e instagram. Adotei o princípio das poucas palavras e não tenho achado tanta necessidade de textão. Maaaaaaaaaaas, em nome da sacudidela, vou escrever hoje.
Onde paramos?
Bom, tenho um monte de postagem no rascunho, mas nenhuma disposição para terminá-las. Até apaguei metade, porque tava ficando feio, sabe? Não sei o que tem acontecido exatamente... Acho que o último puxão de orelha da minha mãe me deu um bloqueio. Fiquei meio tela azul e comecei a me questionar se era realmente necessário falar tudo. Voltei a escrever cartas sem endereços e rasgar tudo depois.
"Palavras sufocadas engordam", li isso em algum livro... Prefiro hoje a gordura do que ferir alguém com o que sinto.
Tô amando escondido, tô chorando no escuro, tô sorrindo por debaixo dos panos...
Talvez o secreto torne minha vida mais interessante... Mas acho que até a vida alheia precisa ser vivida hoje apenas por seus donos.
Tô voltando.
Um pouco mais superficial do que sempre... Mas vamos indo.

Twitter: @sozinhacarvalho --> Deletei o antigo por motivo de "queria me desfazer de uma velha história".
Snapchat: @biblioescandalo --> Tá desinstalado no momento, mas bora indo.
Instagram: @biblioescandalo --> Tô postando menos, mas qualquer hora de folga é uma surra de essa coisa.

quinta-feira, 7 de abril de 2016

[Desabafos] Quando teus amigos acham que seu trabalho não vale nada...



Acho tão engraçado quando as pessoas me procuram pra normalizar falando de quanto somos amigos e tal... E quando falo o preço do serviço (porque é um serviço! Não é passatempo) saem chateadas por não dar um abraço falando coisas como "quiéissusamozamigos".

Posso definir amizade pra vocês, " tipos assim"?
Amizade é você procurar o outro pra conversar, é dar carinho, demonstrar respeito, é entender o outro...
Se sou a sua piada preferida, isso não é amizade.
Se você passa por mim e não dá nem um mísero "oi", isso não é amizade.
Ter você no Facebook significaria que tenho quase 4 mil amigos, mas ainda ando sozinha por aí e quase não tenho com quem conversar.... Isso não é amizade.
Eu te emprestar dinheiro tornaria o banco teu melhor amigo, então... Isso ainda não é amizade.
A gente ter trabalhado junto faz de nós colegas de trabalho... Ainda não é amizade.
As vezes que você me deixou falando só, revirou os olhos quando cheguei e as várias vezes que "botou o pé pra eu cair" ou tentou me empurrar pro fundo do poço deixou claro que não somos amigos.
E, o assunto em destaque é você se chatear por eu cobrar por meu trabalho... Isso não faz de mim mercenária, mas demonstra que você é um grande interesseiro.
Tenho amigos com mais de 20 anos que entendem o significado de "amigos, Amigos, negócios a parte". Pessoas que sabem que determinadas coisas exigem madrugadas inteiras após um dia inteiro trabalhando.
Não tenho "amigos" capazes de um sacrifício assim gratuito. E se tivesse, jamais deixaria. Eu respeito o trabalho dos meus amigos e nunca deixo de pagar por eles.
Isso é amizade.

sábado, 12 de março de 2016

Feliz dia d@ Bibliotecári@


Lembro que eu ia fazer textão antes de dormir Kkkkkkkkkkk. Apaguei a tarde toda (não o texto, eu mesma... Acho que hoje que os remédios fizeram efeito kkkkkkk), mas... Eis-me aqui!
Queria agradecer o carinho de todos que me mandaram mensagens e lembraram de mim nessa data que deixou de ser um dia comum há quase 9 anos...
Já escrevi aqui várias vezes como fui escolhida pela Biblioteconomia antes de escolhê-la e creio que não preciso mais contar essa novela/filme da sessão da tarde.
Biblioteconomia de amor e ódio... Biblioteconomia de saudade... Biblioteconomia de muita, muita confusão... Biblioteconomia que não é de um dia só.
Não marcarei todos os bibliotecários que amo, admiro e quero que se sintam abraçados porque esqueceria muitos... São tantos que foram apresentados a mim nesses 7 anos de blog que... Cara!
Sem palavras... São tantas histórias de vida que conheço nesses inbox, whats, hangout, Twitter, Skype, na própria linha do tempo... Bibliotecários que lutam pela Biblioteconomia, que já desistiram dela, que a amam, mas não podem exercer... Casos como o meu, bibliotecários que também comemoram o dia 30 de setembro (secretári@), conheci muitos nesse último ano... Bibliotecários girino ainda, cheio de dúvidas de quem tá começando e que eu inventivo sempre, apesar da bronca de quem já odeiaaaaaa a profissão por achar que não deu certo (mas vai dar, calma)...
Caramba, eu só ia agradecer as mensagens e o carinho desse povo (em especial aos sobrinhos que a Biblioteconomia me deu ♥).
Muito obrigada.
"Que Deus abençoe e dê saúde" (quem ainda pede "bença, tia" entendeu...)
Feliz dia d@ bibliotecári@ pra mim e pra todos que tornam a Biblioteconomia o que ela é.
Parabéns aos bibliotecários de formação, de profissão, por amor a luta e, claro, aqueles que são apenas pelo CRB.

Beijoooooo.

sábado, 5 de março de 2016

Texto sobre perdão e quaresma

Fonte de imagem: RCC Paraná
Um leitor do blog passou horas conversando comigo sobre as últimas postagens do blog.
E aí, ele me mandou essa mensagem tirada de um blog referenciado no final.
Achei lindo. Tem tudo a ver com o momento que eu tô vivendo, com aquilo que quero pra minha vida... Tem tudo a ver com as horas que passei conversando com o padre e com minhas últimas postagens no twitter... Mas foi escrito por alguém com juízo.
É longo, mas uma reflexão que vale a pena para esse período de páscoa.

A coisa mais difícil para alguns de nós é o perdão. Perdoar aos outros, perdoar a si mesmo, perdoar a Deus… Sim, porque muitos atribuímos ao Pai, por ação ou omissão, a causa de nossos sofrimentos, fracassos, inseguranças, tristezas e angústias.
O fato é que perdoar é sempre a melhor receita para que nos fortaleçamos como indivíduos, como irmãos, como família e como comunidade.
O perdão é tão importante, que Jesus valoriza o tema na oração do Pai Nosso de forma clara, mostrando-nos a equação proposta por Deus: “perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido”. Importa perceber, portanto, que a condição de perdão do Pai para com nossos inúmeros pecados e ofensas é que reconheçamos com o mesmo coração misericordioso a fraqueza de nossos irmãos, e assim, como Deus nos perdoa, perdoemos nossos irmãos.
Podemos também nos voltar à parábola do “Credor Incompassivo”, também conhecida como “Servo Ingrato”, “Servo Impiedoso”, “Servo Incompassivo” ou “Servo Mau”, presente somente em Mateus 18, 21-35, para entendermos melhor a moral de Deus para o tema do perdão.
“Então Pedro, aproximando-se, lhe perguntou: Senhor, quantas vezes pecará meu irmão contra mim, que lhe hei de perdoar? Será até sete vezes? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete vezes, mas até setenta vezes sete. Por isso o reino dos céus é semelhante a um rei, que resolveu ajustar contas com os seus servos. Tendo começado a ajustá-las, trouxeram-lhe um que lhe devia dez mil talentos. Não tendo, porém, o servo com que pagar, ordenou o seu senhor que fossem vendidos, ele, sua mulher, seus filhos e tudo quanto possuía, e que se pagasse a dívida. O servo, pois, prostrando-se, o reverenciava, dizendo: Tem paciência comigo, que te pagarei tudo. O senhor teve compaixão daquele servo, deixou-o ir e perdoou-lhe a dívida. Tendo saído, porém, aquele servo encontrou um dos seus companheiros, que lhe devia cem denários e, segurando-o, o sufocava, dizendo-lhe: paga o que me deves. Este, caindo-lhe aos pés, implorava: Tem paciência comigo, que te pagarei. Ele, porém, não o atendeu; mas foi-se embora e mandou conservá-lo preso, até que pagasse a dívida. Vendo, pois, os seus companheiros o que se tinha passado, ficaram muitíssimo tristes e foram contar ao seu senhor tudo o que havia acontecido. Então o seu senhor, chamando-o, disse-lhe: servo malvado, eu te perdoei toda aquela dívida, porque me pediste; não devias tu, também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive de ti? Irou-se o seu senhor e o entregou aos verdugos, até que pagasse tudo o que lhe devia. Assim também meu Pai celestial vos fará, se cada um de vós do íntimo do coração não perdoar a seu irmão”.
Mas o que é perdoar, de verdade? Para podermos viver o perdão de maneira plena em nossas vidas, cabe a cada um de nós…
Buscar o perdão fraterno e compreender que ele não pode ser adiado, porque a reconciliação com o próximo tem precedência à adoração a Deus (cf Mt 5,20-26 “…quando tu estiveres levando a tua oferta para o altar, e ali te lembrares que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa a tua oferta ali diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão. Só então vai apresentar a tua oferta”).
Procurar uma vida santa e livre de amarras e sentimentos ruins, que desunem, adotando o perdão como a mais eficaz arma do cristão contra o mal, porque gera concórdia, une, agrega.
Buscar de forma constante a santidade pelo perdão dos pecados cometidos por nós e contra nós, pois se Cristo caiu por três vezes ao carregar a Cruz, foi para nos mostrar que todos nós caímos e que temos, no próximo, os “Cirineus” que irão nos ajudar a levantar e prosseguir.
Entender que na lógica divina o amor, a bondade, a paciência e o perdão terminam vencendo sempre, não importando quão duro seja o caminho, quão impossível o desafio, quão agressiva a injustiça.
Ter o perdão como principal prova de amor, pois quem ama ao modo de Deus, perdoa tudo e perdoa sempre; quem ama e tudo perdoa, tem a verdadeira paz dentro de si, a paz que só Deus pode dar. Por isso, o perdão nasce do amor e a paz brota do perdão e do amor.
Compreender que Deus não tem pressa, pois nos mandou amar e semear o amor, mas não colher ou ceifar. Devemos, portanto, amar e amar sempre, perdoar e perdoar tudo e todos.
Viver a felicidade de perceber que por nosso modelo de vida cristã, somos capazes de ajudar a manter a salvação daqueles a quem amamos, resgatando aqueles a quem perdoamos.
Usar o perdão como remédio para curar nossas enfermidades espirituais e emocionais, pois este apaga os resquícios de sofrimento e anula os sentimentos negativos como ódio, orgulho, inveja, cobiça, avareza e os ressentimentos instalados em nossos corações, que fecham nosso canal para a graça de Deus.
Promover a “economia do perdão”, ancorada na antítese da Lei de Talião, porque não promove o olho por olho, o dente por dente, mas oferece a outra face. A lei do perdão é a lei do amor.
Renegar a sede de vingança em nós inata, fruto do Pecado, não cedendo à tentação de sua execução. Assim, ao sermos feridos ou injustiçados, não devemos alimentar e ruminar sentimentos ruins, mas nos entregarmos à graça e aos cuidados de Deus, evitando sermos/fazermos o mal, mesmo sem querer sê/fazê-lo.
Compreender que ninguém é maior que ninguém perante Deus e que devemos estar cientes de nossa pequeneza e de nossas misérias, bem como das dos outros. Por isso, devemos ser misericordiosos para com nosso próximo, como o Pai é conosco.
Saber que mesmo com tantos benefícios, Deus não nos obriga a perdoar. Perdoar é graça, um presente de Deus e um ato de vontade, uma escolha. Perdão é purificação, porque o acúmulo do lixo da doença da alma e da mente gera doenças reais no corpo. Por isso, o orgulho é uma das principais armas do inimigo, pois, com supostas verdades e justificativas aceitáveis, engrandecemo-nos, nos afastando de Deus, pois fazemos de nossa vontade e de nossa visão de justiça grandezas maiores que a vontade e a justiça de Deus.
Aceitar que maiores bênçãos dos céus vêm para aqueles que perdoam indefinidamente (pois é dando que se recebe, perdoando que se é perdoado, morrendo que se vive para a vida eterna – São Francisco de Assis). Nestes casos, a humilhação diante dos homens é o engrandecimento diante de Deus.
Assumir que um cristão é um “outro Cristo” e, por isso, devemos dar a nossa vida pelos nossos irmãos, como Cristo deu a sua por nós. Por isso, devemos sempre dar o primeiro passo, termos a coragem e a humildade de dar esse primeiro passo e, ao mesmo tempo, reconhecendo que este ato é difícil ao outro, mostrar abertura e incentivo para que ele possa também dar este passo.
Saber que perdoar não é fingir que não houve o mal, mas identificá-lo e, mesmo assim, perdoá-lo definitivamente, eternamente. Devemos, assim, esquecer o mal que nos fazem e retribuir o bem de forma ilimitada, sem olhar a quem.
Perceber que o amor é uma decisão da vontade e não um sentimento involuntário, porque é um mandamento (“amai a Deus sobre todas as coisas, amai-vos uns aos outros como Eu vos amei”, “amai vossos inimigos”…). É um sentimento independente e soberano que não exige reciprocidade (cf Paulo em 1Corinthios 13) e é a principal marca do cristão, o elo mais forte da relação de Deus com o homem
Viver na graça da confiança de que com Jesus, o perdão de Deus é concedido antes do arrependimento do pecador, como está bem formulado na carta de São Paulo aos Romanos: “Deus demonstra o seu amor para conosco: quando ainda éramos pecadores é que Cristo morreu por nós” (Rm 5,8).
Admitir que para Jesus não é necessário que o impuro pecador se purifique para ser digno de acolher o Senhor, porque é o acolhimento do Senhor que nos torna puro. Jesus, que é a manifestação visível do amor de Deus, não se dá a nós como prêmio pelo bom comportamento dos “sãos”, mas oferece-se como força vital para os “doentes” (Mc 2,17). O seu pão não é um prêmio, mas um dom, porque o prêmio é uma recompensa que depende da capacidade (méritos) de quem o recebe, ao contrário do dom, que depende da generosidade de quem doa. O Senhor não recompensa, oferece (Mt 20,15).
Reverter a lógica humana. “Tendes ouvido o que foi dito: Amarás o teu próximo e poderás odiar teu inimigo. Eu, porém, vos digo: amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos maltratam e perseguem. Se amais somente os que vos amam, que recompensa tereis? Se saudais apenas vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Portanto, sede perfeito, assim como vosso Pai celeste é perfeito”. (Mt 5,43-48)
Disseminar o amor cristão, que não pode ficar reservado ao círculo dos mais próximos, devendo atingir inclusive os inimigos, pois é um amor sem fronteiras, como o de Deus por todos nós.
Ter certeza de que viver no amor e no perdão é o caminho certo de nossa redenção.
Por isso, pela inspiração do Espírito Santo, é que sugerimos a reflexão abaixo – em forma de oração – nesse período de Quaresma, para que possamos diariamente fazer nosso exame de consciência e, assim, potencializando nossa fé, esperança e amor, atuarmos de forma prática na vivificação de nossos compromissos batismais com Deus.
Porque a o período da Quaresma nos prepara para a principal festa de nossa religião – a Páscoa, o elemento central que nos define como cristãos e que nos qualifica teologicamente como Igreja: a crença imaculável na morte e ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo, Filho de Deus e Deus-Filho, e a consequente realização da promessa de vida eterna, verdade para todos nós que pela fé recebemos e compartilhamos a graça e vivemos conforme seu Evangelho.

A reflexão do Perdão Diário e os 22 pecados que “nos” habitam: 

  1. Perdão, meu Deus, por não lhe amar sobre todas as coisas e nem a próximo como a mim mesmo. 
  2. Perdão por não ser o filho, o servo e o soldado que mereces. 
  3. Perdão por te trair, a mim mesmo e aos meus. 
  4. Perdão por não honrar a ti, a meus pais e a todos que em mim se espelham ou confiam. 
  5. Perdão pelos escândalos e blasfêmias voluntárias ou não, por não ser parte ativa do Corpo Místico de Cristo, por não ser ramo da videira como deveria. Perdão por falhar no papel que me compete na comunhão dos santos. 
  6. Perdão por não agir para manter sua Igreja, a noiva de Cristo, a mais pura e fiel possível, deixando o fardo somente àqueles voluntariamente responsáveis. Perdão por não agir como cidadão de seu Reino, ignorando que minha cidadania foi conquistada com o precioso sangue de seu Filho. 
  7. Perdão por ser tão cruel com o cisco no olho de meu irmão e tão complacente com minhas faltas, com as travas que me impedem de te enxergar como és. Perdão pelo legalismo com o qual mensuro o próximo e pela contínua falta de perdão, principalmente pelas vezes em que senti ira e endureci meu coração. 
  8. Perdão por manipular, mentir e oprimir o próximo em favor de meus interesses mais pessoais; perdão por gerar a discórdia e a desunião, por tirar a paz e o sono dos justos. Perdão por julgar, por prejulgar e condenar; perdão pela injustiça e pelo falso testemunho. Perdão por ser tão crítico e agressivo com o outro e tão leve e suave comigo mesmo. 
  9. Perdão por não ser simples, por buscar mais o conhecimento lógico do que a verdadeira experiência do teu infinito amor. Perdão por não dar minha vida, meu coração e meu melhor sempre ao Senhor. 
  10. Perdão por esquecer que nos enviaste seu único Filho em expiação dos meus e nossos pecados; e que se não fosse assim, não haveria nada, absolutamente nada que eu ou nós pudéssemos fazer para nos reconciliarmos contigo. 
  11. Perdão pela idolatria e pelo sincretismo, por esquecer que seu Filho, o Esvaziado cujo Nome está acima de todo nome, é a verdadeira exegese e a única chave hermenêutica de teu Evangelho. 
  12. Perdão pelo egocentrismo e por me colocar quase sempre em primeiro e no centro de todas as coisas, por me tornar a mais poderosa potestade de mim mesmo, por querer salvar a minha vida nesse mundo, em detrimento de minha vida no mundo que há de vir. Perdão por, diariamente, com meus pecados, jogar fora minha salvação, anulando o sacrifício perfeito e imerecido, de seu Filho, por mim e por toda a humanidade. 
  13. Perdão pelo egoísmo, pela avareza e por não compartilhar meus dons e bens sem olhar a quem. Perdão por pensar sempre em receber antes de dar. Perdão pela soberba, pela opulência, por diminuir meu irmão, pelo desamor. Perdão por não ser pequenino e humilde como todo cristão deveria ser. 
  14. Perdão por não viver, representar e levar tua Palavra a todo irmão, por não evangelizar em Nome de teu Filho, por ter vergonha de defender tua Lei, que é Cristo. Perdão pela hipocrisia que reina em minha vida. 
  15. Perdão por não fazer de minha casa e minha família sua Igreja. Perdão por meus filhos não verem em mim o exemplo de servidão à sua obra e obediência ao seu Evangelho. 
  16. Perdão por desperdiçar com coisas tão vãs os talentos e dons que me deste. Perdão por não frutificar no Espírito e viver em comunhão com meus irmãos. 
  17. Perdão pelos pecados da carne. Perdão pela gula de tudo e de todos, pela preguiça que desanima, pela suposta falta de tempo e prioridade, por não me disponibilizar integralmente para que Seu projeto se faça vivo por intermédio de minha vida e testemunho. Perdão pela inveja, pelo orgulho, pela luxúria, pela lascívia e pela vaidade. Ah, a vaidade. 
  18. Perdão por cobiçar as coisas alheias. Perdão pela ganância cega e pela falta de humanidade. Perdão por ambicionar que me dês em vida a abundância material que nunca me prometeste. Perdão por “negociar” milagres, bênçãos, graças, misericórdias, perdões, promessas, jejuns, mortificações… Perdão confundir a economia da salvação com o cassino da salvação. 
  19. Perdão por não permanecer no Senhor, por orar tão pouco, por não louvar, bendizer e glorificar seu Nome como mereces. Perdão por não agradecer a todo instante. Perdão pela ingratidão. 
  20. Perdão por assumir antecipada e cinicamente que no dia do juízo me perdoarás de tudo isso, seja por minha fraca fé, seja por minhas ínfimas obras. 
  21. Perdão pelos pecados que cometo com a consciência integral de que são pecados. Perdão pelos pecados que cometo querendo cometer. Perdão pelo meu suicídio espiritual, pela falta de temor santo e por não andar conforme seu coração. Perdão por pecar, justamente porque presumo que não peco! 
  22. Senhor, mesmo com tudo isso que sou e me tornei ao longo dos anos; mesmo desperdiçando várias oportunidades diárias de me converter verdadeiramente, tende piedade de mim, tende piedade de nós. Perdoe-nos de todos esses pecados e me ajude a não mais cometê-los. Fortalece meu espírito com seu Espírito Santo e purifica meu coração com seu perdão. Senhor, eu peço de joelhos: orienta minhas decisões e escolhas, vocaciona minha missão e aumenta minha fé, para que, ainda em vida, nessa vida, possa me reconhecer como construtor e cidadão de seu eterno Reino.Amém 

Santa Quaresma e Feliz Páscoa!
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domingo, 17 de janeiro de 2016

Mudamos...


Olá, pessoas...

Passei muito tempo pensando se continuaria o blog ou não...
Já não sabia mais do que ele era feito, já não tinha mais motivação para escrever... Tentei via celular, mas fiquei agoniada com a formatação dele... tentei usar o wordpress... vai que meu problema com o blog era o layout???

Enfim....
Não desisti da ideia de comunicar, mas desisti de usar o blog e começarei a usar o facebook.
Talvez essa seja uma situação temporária, ou não....
Mas, enfim...
Continuo aberta pros nossos papos no whatsapp (+5598981482513), podem me adicionar no facebook (https://www.facebook.com/bibliotecaria.escandalosa), mas... escreverei sempre na página, tá ligado? 




kkkkkkkkkkkkkkk



Beijos!

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Eu também quero voltar...

Fonte de imagem: Ursinho de pelúcia - Tumbrl
Nos últimos meses tenho sido procurada com frequência na página, no facebook, no email, no twitter, no whatsapp... Pessoas que leram o blog e sentem falta de uma continuidade. Elas me pedem pra voltar a escrever e, cara, eu também tenho vontade.
Sinto falta demais de tudo isso.
Sinto falta de papos longos, de, ok, não ser lida por Deus e o mundo, mas sentir aquele alívio pós-desabafos.
Como terapia, o blog sempre cumpriu perfeitamente sua função e... eu preciso muito disso de novo.
Preciso desabafar, preciso não aguardar sentimentos ruins, que eu descobri que me engordam.
Sério, gente, tava andando pela livraria e vi um livro chamado "Escreva e emagreça" (leia sobre o livro no Blog da Carol --> Just Carol). Fiz uma leitura técnica, nada profunda e, basicamente, a autora (Julia Cameron) revela que o segredo pra emagrecer está em desabafar. Aí percebi que desde que parei com desabafos no blog (2013), eu ganhei nada mais, nada menos que... 20 kg.
Foi engraçado porque eu virei pras meninas do trabalho, que estavam comigo em uma atividade, e falei: eu engordei porque parei de escrever! É isso!
E naquela hora eu decidi voltar de verdade.
Palavras que não são expulsas engordam a gente.
Talvez a expressão "desembuche" tenha muito a ver com isso. Sabe? Desabafe! Não engorde!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Gente, eu não tava incomodada com minha gordura, mas depois de rasgar meu vestido favorito por estar acima do peso, depois de não ficar mais tão legal em algumas roupas... Aí sim! Aí incomodou bastante.
Eu preciso emagrecer e aos poucos voltarei normalmente com o blog.
Em nome da minha saúde física e emocional... Cá estou.
Me aceita de volta?

sábado, 3 de outubro de 2015

[Dica de Leitura] Fazendo meu filme: a estréia de Fani - Paula Pimenta


O livro foi indicação de algumas estudantes da escola em que trabalho e algumas adolescentes que seguem o blog.... Amei.
Sou do tipo que quando a pessoa fala que um determinado livro é a minha cara, já me distancio na desconfiança de que seja uma merda. Mas me surpreendi, viu? Me peguei envolvida em todos os dramas da Fani e compreendendo muito bem tudo o que ela sentia, porque... cara, todo mundo já se apaixonou por um professor e, bem, foram 10 anos tentando namorar meu melhor amigo.
E essa é a história de Fani: uma menina apaixonada por música e filmes, que é apaixonada pelo professor de biologia e demora a perceber o amor quase platônico de seu melhor amigo.... A história é bem mais que isso, mas não quero entrar em detalhes pra não dar muito spoiler do livro... 
A narrativa é envolvente de-ma-is. Você lê e já se imagina deitada em um quarto rosa comendo sorvete e ouvindo a Fani chorar.
Aliás, essa mania dela de cair no choro por tudo e falar, quase orgulhosa de cada vez que derrama uma lágrima.... Caaaaaaaaaaara, é tão eu, Luciana, Rosana e Gabriela! *-* Deu muita saudade, té doido.
E o que são essas entradas de capítulos com citações de filmes? 
Chorei de emoção vendo meu amado George sendo citado... enfim!


SINOPSE (via Skoob)
Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima. “Fazendo meu filme” nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades.
QUOTES (peguei emprestado de Amiga, nem te conto!)
“Cada batida do meu coração tem seu nome”.
“Eu sorri pra ele no meio das lágrimas, ele sorriu de volta, e eu percebi que ele estava certo. Aquilo era só o trailer. Agora era que o filme realmente iria iniciar.”
“Na minha cabeça só vinha um pensamento . A porta tinha sido fechada , trancando todos os meus sonhos . E quando eu abrisse de novo , não teria mais nada do lado de fora . Só o vazio”.
“Aquela voz fez com que eu sentisse exatamente o que não queria. Saudade. E saudade, eu descobri, não tem nada de romântico, como os poetas costumam descrever. Saudade é ruim, dói, sufoca, faz com que nada tenha graça e que a gente fique pensando na pessoa que a provoca o tempo todo”.
“Eu já tinha visto cada cena do filme umas vinte vezes, mas aquela sempre me despedaçava. A parte em que a menina saía da casa dele, completamente desalentada, atravessando a rua sem rumo, sempre me destruía”.
_________________________
♫ La Bamba  - Trini Lopez 

sábado, 12 de setembro de 2015

[Dica de leitura] Tamanho 44 também não é gorda - Meg Cabot



Queridos, que saudade!
A vida tá corrida, quase nunca ligo o meu computador e atualizar via celular é um saco. Peço desculpas pelo longo tempo sem postar, pela escrita que tá péssima. E... Como a pobre que sou, preciso dizer: "por qualquer coisa". rsrsrsrs
Antes de começar a falar, de fato, sobre este livro, preciso dizer que:
  1. Não se trata de um livro de auto-ajuda;
  2. Eu não visto 44, ainda;
  3. Heather não é infeliz por ser gorda.
Ao contrário de outras séries que eu perdi o interesse no segundo livro, esse segundo livro da trilogia da Heather me fez ficar ainda mais apegada a ela e com vontade de comprar os outros dois livros que vi que existem além dos três que eu comprei. Esse livro foi o meu "redespertar" (se a palavra não existir, avisa! É de minha autoria, então. Exigirei os direitos) para a leitura.
Enfim, deixa eu falar um pouco da história do livro antes de me despedir e ir dormir.
Neste livro a Cooper deu uma esperança ao meu coração adolescente de que ele ficará comigo com a Heather UHUHHHHHHHHHHHHHHHHHH.
No primeiro livro houve uma série de mortes provocadas por quedas estranhas no poço do elevador do prédio que, nesta sequencia, é chamado constantemente de "O Edifício da morte". No nº 44, acontece apenas uma morte. Assim que ela ocorre, todos os amigos da Heather ficam apreensíveis quanto a teimosia dela em iniciar investigações por conta própria.
— Heather. — Os olhos já apertados do investigador Canavan se fecham ainda mais. —Não comece... eu repito. Não comece a ficar achando que você vai sair investigando por conta própria o assassinato desta menina. Isso é obra de uma mente doente e desequilibrada, e é para o bem de todos, principalmente o seu, que desta vez você deixe as investigações a cargo dos profissionais. Pode acreditar, temos tudo sob controle (CABOT, 2009, p. 37).
E a nossa gorda prodígio se lançará, óbvio, em mais uma investigação... Contrariando todos.
Eu gostei, gente. Gostei muito.
Espero que vocês também.
Pra quem gosta de mistério, acho bom não esperar o mesmo suspense do nº 42. No 44 é tudo muito óbvio.
Só pra fechar... Um das citações que eu achei mais fofa:
— Existem muitos tipos diferentes de família hoje em dia, pai. Nem todos são formados por marido, mulher e filhos. Algumas são formadas por uma mulher, uma cachorra, um detetive particular, o pai dela, a melhor amiga dela e as várias pessoas com quem ela trabalha. Isso sem falar no traficante de drogas da rua. Para mim, se você gosta de alguém, essa pessoa já se torna automaticamente parte da sua família, não?" (CABOT, 2009, p. 358)
Beijo.
Inté!

SINOPSE (via Skoob)
A ex-estrela pop Heather Wells está de volta, e como de costume vai se envolver em uma perigosa investigação. Ela é inspetora de um dormitório feminino da universidade de Nova York, e está acostumada com festas e brincadeiras estranhas das estudantes. Quando jovens começam a aparecer mortas no dormitório, Heather acha que pode ajudar, como já fez no passado. Mas quem está por trás desses assassinatos fará de tudo para se proteger e uma inspetora gordinha não ficará em seu caminho.
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P.s.: As citações do livro eu tirei do blog Pétalas de Liberdade. Visitem lá: http://petalasdeliberdade.blogspot.com.br/. 
♫ Noturno - Raimundo Fagner.

domingo, 2 de agosto de 2015

#DOEORGAOS Cartão de doador de órgãos!


Esse é meu cartão de doador de órgãos...

Muitas pessoas quando o veem perguntam como faz pra tirar.
Crianças, basta entrar no site do BOS (clique aqui) e preencher um formuláriozinho pequeno com informações básicas... Quais órgãos deseja doar, o contato familiar, se tem problemas de saúde que podem afetar os órgãos (hipertensão, diabetes), data de nascimento, endereço (pra você receber o cartão...).
É mais uma forma de mostrar a família a sua vontade!
DOE ÓRGÃOS!
SALVE VIDAS!


sábado, 1 de agosto de 2015

Ex-madrinha

Fonte de imagem: Gartic
Quando um amigo falou que alguns familiares dele eram chateados com ele por ter recusado ser padrinho de uma criança, eu me revoltei com ele. Achei que essa era uma atitude egoísta, apesar de todas as explicações que ele me deu na época.
Desde que crismei, recusei 3 convites para ser madrinha... Na crisma a gente aprende o verdadeiro significado do batismo e do que significa apadrinhar uma criança. Os convites eu recebi pelo motivo errado: porque éramos amigas, por eu ser a única católica que a pessoa conhecia, por estar desde o começo da gravidez ao lado da mãe e, o mais triste de todos os motivos, por ser besta a ponto de se permitir ser usada sem reclamar.... Sabe esses apadrinhamentos estranhos que você mal conhece a pessoa e percebe que tudo ela quer?
Alguns eu recusei na mesma hora, outros esperei que a criança nascesse e o último a ser recusado foi quase às vésperas do batismo, quando percebi que não tinha tempo pra criança.
Eu não queria ser uma madrinha de dar presente apenas, eu queria ser uma madrinha presente. De poder ir lá, poder passear com eles, brincar, ensinar as coisas da minha Igreja. Não queria aparecer uma vez na vida outra na morte e a falta de tempo e as cobranças foram me sufocando.
Quem me conhece sabe que meu único tempo livre é a noite, mas é o tempo que eu uso também pra normalizar, estudar e organizar a minha vida... além de descansar, porque sou humana.
Conversei com muitas pessoas sobre a minha agonia de não ser a madrinha que eu gostaria de ser, e todas me apoiaram na minha decisão. Embora de longe pareça egoísta, e a forma como eu disse talvez não tenha soado bem... talvez essa tenha sido a maior prova de amor que eu fiz a meus "ex-afilhados". Dei a eles a chance de terem novas e boas madrinhas... E dei ao meu coração a paz e a certeza de que não aceitei algo apenas pela conveniência.
Outro dia estava conversando com uma amiga que existe uma grande diferença entre você ser madrinha do filho de uma amiga e de alguém que já faz parte da nossa família. Porque uma criança da nossa família a gente sempre vai estar perto. Acho que esse é o correto, sabe?
Basta olhar em nossa própria casa. Minha madrinha, que é irmã de meu pai, sempre esteve por perto, acompanhando meu crescimento. Meu padrinho, que era um amigo de meu pai, me viu no batismo e no máximo 10 vezes depois dele.
Acredito que madrinha e padrinho tem que ser da família mesmo, porque antes de ter laços com os pais da criança, o padrinho precisa ter laço com a criança.
Os padrinhos dos meus filhos cresceram comigo em minha casa... não darei a ele um apadrinhamento de um laço temporário ou esporádico. Quero que eles tenham o acompanhamento de um laço eterno.
É bonitinho convidar amiguinhos pra serem madrinha/padrinho, mas vai contra o que acredito e essas experiências apenas reforçaram essas certezas em mim.
Enfim...  A vida segue.

domingo, 26 de julho de 2015

Meu amor, minha avó, minha irmã, minha bebê...

 

Já apaguei e escrevi essa postagem tantas vezes desde o dia 15/07... Dia em que ela se foi.
Sempre tive facilidade pra escrever homenagens para amigos, para meus cachorros, para meus irmãos, para os meus pais... Mas o coração aqui ficou dividido... Eu queria homenagear a vó de alguma forma, mas tinha medo de chorar.
Não quero falar dela de um modo triste, porque ela sempre foi pra mim a certeza de um sorriso. Às vezes escandaloso, às vezes falho, engasgado, choroso... mas sempre um sorriso.
Ela me ensinou a ser forte, mas chorava só de ver alguém chorar, então não chorarei. Porque ela também sorria só de ver alguém sorrir... Lembrarei apenas o que vivemos de bom. As noites que conversávamos até ela dormir, as histórias da infância dela que ela resgatava de um jeitão tão engraçado e tão dela... O jeito que ela me apertava cada vez que quase sem ar eu falava: "aperta, vó!", o tom medroso que ela usava pra pedir "SOSÓ, VEM DORMIR MAIS EU", as provocações na hora do banho, o jeitinho que ela ficava emburrada quando eu penteava o cabelo dela do jeito errado (porque nunca ficava bom se ela não pegasse o pente, jogasse pra frente e apertasse de um jeito que só os dedinhos dela faziam ficar bom)... Lembrarei dela sempre que olhar uma velhinha invocada de cabelo encarnado (vermelho), sempre que olhar um buda sentadinho ou que olhar uma rosa vermelha, bem grande, do jeito que ela sempre quis ter...
E quando a saudade bater, eu vou olhar nossas fotos, lembrar de nossos abraços e todas as vezes que eu pude gritar "TE AMO, VÓ!" e pude ouvir a resposta... Porque foi a última coisa que ela ouviu de mim e que eu ouvi dela... 
O que nos fortalece é a certeza de que agora ela está sob os cuidados de um Deus que é amor e paz. E que o "adeus" não existe...


domingo, 12 de julho de 2015

[Virei mocinha] Batons preferidos

Estou com preguiça de escrever... 
Buáaaaaaaaaaa....
Mas eu quero tentar postar...
Enfim... Preciso me afastar um pouco do trabalho pra não surtar, vou blogar rapidinho.
Antes de mais nada, quero explicar que eu não tenho intenção de ser blogueira de moda... apenas quero partilhar a minha experiência de ser mulherzinha... sim, me tornei.
Acho que é típico de quem sai muito com menino não ligar muito de se "travestir" (eu disse "acho" numa tentativa de mostrar que eu não generalizei... não preciso nem dizer que essa não é uma pesquisa científica, né?).
Como começou meu amor por batons... hummm... Começou com o batom de chocolate da avon (gente, não sou dessas loucas por maquiagem que sabe o nome de coleção e nome de cada tom, tenham paciência comigo), ele era baratinho, custava 5 reais e tinha o gosto maravilhoso, tanto que acabou rápido... comi o batom todinho.
Depois dele, comecei a comprar outros da mesma marca: café avermelhado, café (odiei, troquei por um da Quem disse berenice na primeira oportunidade), melancia, morango (parecem iguais, mas são diferentes) e.... chocolate. Mamãe brigou, me chamou de gastadeira. kkkkkkkkk Mas eram gostosos, literalmente...
Depois comecei a comprar batom só pra ajudar a moça  que trabalhava comigo... Ela vendia natura, comprei um quase laranja coral, um rosa bonito que sempre esqueço o nome Cereja... sempre comprava os baratinhos porque era uma bibliotecária pobre.
Só que um dia eu ostentei... comprei um Vermelho 40 que ela PRECISAVA VENDER... não deu pra fugir... eu, que só usava cor de boca, tive que mudar a cor da minha boca.
Passei muito tempo achando o batom horrível em mim.
Até que os outros começaram a falar que era lindo em mim o batom de puta [sic].
Só que me incomodava a sujeira que ele fazia.
Aí fui caminhando pro matte... e veio o sucesso... Quem disse Berenice.
São 12 cores, mas das doze eu destaco... vou escrever o nome aí volto pra dizer quantas: rosadili, uvali, veveli, vinheli e rosali... 5, né?
Antes disso, veio o fracasso do matte: minha irmã me indicou um matte que tem que fazer muitas coisas e ter os lábios perfeitos pra dar certo... Dailus. A segunda indicação dela veio como presente. Ela me deu um veveli o foi sucesso.
Enfim... 
Um dia eu volto pra falar mais detalhes desse meu momento menininha...
Segue umas fotos de minha exibição de batom.
Beijo, gatas e gatos!
UHUH! Consegui bloggar!!!


Uma foto publicada por Bibliotecária Escandalosa (@biblioescandalo) em
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sábado, 11 de julho de 2015

[Dica de leitura] La Lune - Lorena Silva

Fonte de imagem: Skoob
Aproveitando que o sistema está fora do ar pra postar algumas coisas com certo atraso... Fui nos rascunhos e encontrei algumas dicas sobre o que escrever.... Simbora.
Eu li o La Lune no começo do ano, acho...
Lembro que o livro me chamou atenção por ter uma linguagem que lembra muito o mangá. É uma história que a gente lê e já imagina desenhada em preto e branco. A Loh (aqueeeeeeeeeeela do blog da Loh) soube desenvolver bem a história, o mistério, o romance e... Cara, eu ia mandar um spoiler!
Quando eu li a sinopse atrás do livro, já imaginei que se tratava de uma história de "prostitutas que amam", algo meio Uma linda mulher srsrsrrs... Mas quando comecei a ler, senti vergonha, porque a própria Seraphine se queixa direto do preconceito com as garotas que trabalham a noite. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Enfim...
Segue as sinopses... Boa leitura!

Fonte de imagem: Estranho mundo da Loh
SINOPSE (via Skoob)
La Lune - Seraphine leva uma vida dupla. À noite é a principal dançarina do “La Lune”, um famoso clube Noturno que fica no centro da cidade e durante o dia, é uma quieta e introspectiva jovem vivendo num apartamento com um gato e alguns livros. 
Jovem, bonita e talentosa, a estrela do “La Lune” é alvo de uma evidente paixão por parte de Adrian, seu protetor e chefe e também da inveja de Lara Lovely, uma companheira dos palcos que não perde a oportunidade de atazaná-la pelos corredores do clube.
Sua vida começa a mudar quando, Ian, um estudante de psicologia inteligente e amigável, muda-se para o apartamento diante do seu e começa aos poucos a transpor a barreira de quietude e rotina em que Seraphine vive oferecendo a ela sua amizade e apoio, ficando ao lado dela mesmo quando um segredo antigo começa a revelar a estranha natureza das pessoas ao seu redor fazendo-a perceber que nada afinal, é o que aparenta.