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sábado, 3 de outubro de 2015

[Dica de Leitura] Fazendo meu filme: a estréia de Fani - Paula Pimenta


O livro foi indicação de algumas estudantes da escola em que trabalho e algumas adolescentes que seguem o blog.... Amei.
Sou do tipo que quando a pessoa fala que um determinado livro é a minha cara, já me distancio na desconfiança de que seja uma merda. Mas me surpreendi, viu? Me peguei envolvida em todos os dramas da Fani e compreendendo muito bem tudo o que ela sentia, porque... cara, todo mundo já se apaixonou por um professor e, bem, foram 10 anos tentando namorar meu melhor amigo.
E essa é a história de Fani: uma menina apaixonada por música e filmes, que é apaixonada pelo professor de biologia e demora a perceber o amor quase platônico de seu melhor amigo.... A história é bem mais que isso, mas não quero entrar em detalhes pra não dar muito spoiler do livro... 
A narrativa é envolvente de-ma-is. Você lê e já se imagina deitada em um quarto rosa comendo sorvete e ouvindo a Fani chorar.
Aliás, essa mania dela de cair no choro por tudo e falar, quase orgulhosa de cada vez que derrama uma lágrima.... Caaaaaaaaaaara, é tão eu, Luciana, Rosana e Gabriela! *-* Deu muita saudade, té doido.
E o que são essas entradas de capítulos com citações de filmes? 
Chorei de emoção vendo meu amado George sendo citado... enfim!


SINOPSE (via Skoob)
Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima. “Fazendo meu filme” nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades.
QUOTES (peguei emprestado de Amiga, nem te conto!)
“Cada batida do meu coração tem seu nome”.
“Eu sorri pra ele no meio das lágrimas, ele sorriu de volta, e eu percebi que ele estava certo. Aquilo era só o trailer. Agora era que o filme realmente iria iniciar.”
“Na minha cabeça só vinha um pensamento . A porta tinha sido fechada , trancando todos os meus sonhos . E quando eu abrisse de novo , não teria mais nada do lado de fora . Só o vazio”.
“Aquela voz fez com que eu sentisse exatamente o que não queria. Saudade. E saudade, eu descobri, não tem nada de romântico, como os poetas costumam descrever. Saudade é ruim, dói, sufoca, faz com que nada tenha graça e que a gente fique pensando na pessoa que a provoca o tempo todo”.
“Eu já tinha visto cada cena do filme umas vinte vezes, mas aquela sempre me despedaçava. A parte em que a menina saía da casa dele, completamente desalentada, atravessando a rua sem rumo, sempre me destruía”.
_________________________
♫ La Bamba  - Trini Lopez 

sábado, 12 de setembro de 2015

[Dica de leitura] Tamanho 44 também não é gorda - Meg Cabot



Queridos, que saudade!
A vida tá corrida, quase nunca ligo o meu computador e atualizar via celular é um saco. Peço desculpas pelo longo tempo sem postar, pela escrita que tá péssima. E... Como a pobre que sou, preciso dizer: "por qualquer coisa". rsrsrsrs
Antes de começar a falar, de fato, sobre este livro, preciso dizer que:
  1. Não se trata de um livro de auto-ajuda;
  2. Eu não visto 44, ainda;
  3. Heather não é infeliz por ser gorda.
Ao contrário de outras séries que eu perdi o interesse no segundo livro, esse segundo livro da trilogia da Heather me fez ficar ainda mais apegada a ela e com vontade de comprar os outros dois livros que vi que existem além dos três que eu comprei. Esse livro foi o meu "redespertar" (se a palavra não existir, avisa! É de minha autoria, então. Exigirei os direitos) para a leitura.
Enfim, deixa eu falar um pouco da história do livro antes de me despedir e ir dormir.
Neste livro a Cooper deu uma esperança ao meu coração adolescente de que ele ficará comigo com a Heather UHUHHHHHHHHHHHHHHHHHH.
No primeiro livro houve uma série de mortes provocadas por quedas estranhas no poço do elevador do prédio que, nesta sequencia, é chamado constantemente de "O Edifício da morte". No nº 44, acontece apenas uma morte. Assim que ela ocorre, todos os amigos da Heather ficam apreensíveis quanto a teimosia dela em iniciar investigações por conta própria.
— Heather. — Os olhos já apertados do investigador Canavan se fecham ainda mais. —Não comece... eu repito. Não comece a ficar achando que você vai sair investigando por conta própria o assassinato desta menina. Isso é obra de uma mente doente e desequilibrada, e é para o bem de todos, principalmente o seu, que desta vez você deixe as investigações a cargo dos profissionais. Pode acreditar, temos tudo sob controle (CABOT, 2009, p. 37).
E a nossa gorda prodígio se lançará, óbvio, em mais uma investigação... Contrariando todos.
Eu gostei, gente. Gostei muito.
Espero que vocês também.
Pra quem gosta de mistério, acho bom não esperar o mesmo suspense do nº 42. No 44 é tudo muito óbvio.
Só pra fechar... Um das citações que eu achei mais fofa:
— Existem muitos tipos diferentes de família hoje em dia, pai. Nem todos são formados por marido, mulher e filhos. Algumas são formadas por uma mulher, uma cachorra, um detetive particular, o pai dela, a melhor amiga dela e as várias pessoas com quem ela trabalha. Isso sem falar no traficante de drogas da rua. Para mim, se você gosta de alguém, essa pessoa já se torna automaticamente parte da sua família, não?" (CABOT, 2009, p. 358)
Beijo.
Inté!

SINOPSE (via Skoob)
A ex-estrela pop Heather Wells está de volta, e como de costume vai se envolver em uma perigosa investigação. Ela é inspetora de um dormitório feminino da universidade de Nova York, e está acostumada com festas e brincadeiras estranhas das estudantes. Quando jovens começam a aparecer mortas no dormitório, Heather acha que pode ajudar, como já fez no passado. Mas quem está por trás desses assassinatos fará de tudo para se proteger e uma inspetora gordinha não ficará em seu caminho.
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P.s.: As citações do livro eu tirei do blog Pétalas de Liberdade. Visitem lá: http://petalasdeliberdade.blogspot.com.br/. 
♫ Noturno - Raimundo Fagner.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

[Dica de leitura] Tamanho 42 não é gorda - Meg Cabot


Não, não é um livro de auto-ajuda.
Embora eu vista 42 e me desespere por isso, ainda não desci ao ponto de começar a ler livro pra aprender a aceitar meu peso... Estou fazendo exercício.
Voltando ao livro...
O livro conta a história de Heather Wells, uma ex-popstar, no estilo Britney Spears, que perdeu a grana, o contrato e o namorado da forma mais trágica (ela encontrou uma outra cantora fazendo boquete nele). A única coisa que aumenta, ou melhor, a única coisa que Heather conseguiu ganhar na vida adulta foi peso. 
Heather, agora com 28 anos, mora com o irmão do ex-namorado (de favor, e não como casal) e trabalha como assistente da diretora de um alojamento (residencial estudantil).
Se eu contar a história do livro, vocês vão achar que é uma comédia sem graça... Mas na verdade, é uma comédia que puxa pro mistério, que pega um pouco de aventura e romance policial... 
Ah... Eu gostei do livro!

SINOPSE
Heather Wells está no fundo do poço: perdeu seu namorado, nenhuma gravadora se interessa por suas músicas, ganhou peso e só entra em roupas tamanho 42, o pai está atrás das grades e a mãe fugiu para Buenos Aires com suas economias - e seu agente! Mas, aos poucos, as coisas parecem que vão se ajustar. Ela consegue um novo emprego como inspetora em uma faculdade de Nova York e está feliz com seu novo manequim. Mesmo sem o glamour e glória dos dias de ídolo teen, tudo parece ter melhorado. Ou será que ela está enganada?
De uma hora para outra, uma estudante morre misteriosamente no poço do elevador do campus. Os policiais e a diretoria estão prontos para declarar a morte como acidente, mas Heather conhece os adolescentes, e meninas não brincam com elevadores. Ainda que ninguém esteja muito interessado em ouvir suas suposições - mesmo depois que outras estudantes aparecem mortas de maneiras igualmente corriqueiras e sutilmente sinistras -, Heather decide entrar numa enlouquecida caçada para descobrir a verdade.
À primeira vista, a vida de detetive pode parecer uma irresistível aventura, com altas doses de adrenalina, mas a realidade é potencialmente perigosa. Alguns riscos podem ser fatais e nada é capaz de irritar mais um assassino do que uma ex-estrela pop corpulenta enfiando o nariz onde não é chamada...
FRASES DO LIVRO
Não me lembro de qual foi à última vez em que consegui entrar em um tamanho 38. Bom, lembro sim, mas não é um período do meu passado que me agrada em especial.
E ele gosta de mim. Porque ele por acaso gosta de garotas legais.
Então me condeno por me sentir assim. Ela continua sendo uma menina de 18 anos morta, independentemente de ser ou não uma das minhas funcionárias estudantis.
Vou me apaixonar por algum outro cara assim que der. Juro. Mas, enquanto isso, qual o problema de eu aproveitar a companhia dele?
Estou tentando impedir que um psicopata mate mais uma vez. Já não basta? Preciso de uma aliança no dedo também?
Algumas pessoas nunca ficam satisfeitas.
DESTAQUE
"[...] BIBLIOTECÁRIAS QUE TRANSAM NAS MESAS DE ESTUDO...". (CABOT, Meg. Tamanho 42 não é gorda. Rio de Janeiro: Galera Record, 2013. p. 39).

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Dica de leitura - Delírios de consumo de Becky Bloom


Olá, pessoas!
Hoje vim falar do livro "Delírios de consumo de Becky Bloom"... Um livro que recomendo, sem recomendar.
Por quê?
Bom, o livro conta a história de Becky, uma jornalista financeira que vive lascada exatamente na área que atua. Ela é uma consumista louca, que não racionaliza muito na hora de comprar coisas que ela, às vezes, nem usa.
Delírios me irritou um pouco no começo por Becky se mostrar fútil demais... Não, ela não melhorou no quesito futilidade, mas entrou o Luck... E onde entra romance... *-* 
Delírios de consumo de Becky Bloom é o primeiro de uma série de livros de autoria de Sophie Kinsella.
Como já disse, o livro é um pouco cansativo com as narrativas de compras, mas quando Becky fica quebrada de vez, ela vira uma pessoa legal e o livro melhora.

SINOPSE (via Skoob)
Rebecca Bloom é uma jornalista especializada na área de finanças e uma compradora compulsiva. Na realidade, ela nada entende de economia, apesar de trabalhar no ramo, vive fugindo do gerente de banco e inventa meios malucos de conseguir pagar seu cartão de crédito. Romance de estréia de Sophie Kinsella.
FRASE

Marquei muitas frases no livro, mas infelizmente estou sem ele aqui... Destaco então a reclamação da Becky sobre o preço dos museus.
"Por pouco não desmaio de choque. O que aconteceu com o mundo? Estão cobrando a entrada para um museu. Isso é revoltante. Todos sabem que museus devem ser gratuitos. Se você começa a cobrar entrada para museus, ninguém mais vai! Nossa herança cultural será perdida para uma geração inteira excluída por uma barreira financeira punitiva. A nação vai emburrecer, vai ficar ainda mais ignorante, e a sociedade civilizada estará à beira de um colapso".

sexta-feira, 13 de dezembro de 2013

Dica de leitura - A estrela mais brilhante do céu (Marian Keyes)


Eu queria fazer uma postagem decente, mas eu gripei e tá bem complicado escrever no computador com essa luz forte... (tá no mínimo).
Na apresentação do livro, a Marian Keyes diz que esse é o melhor livro da vida dela... Discordo.
Pra mim, o melhor livro continua sendo Los Angeles.
Talvez seja o livro mais diferente, mas não o melhor.
O livro toca em Assuntos delicados como câncer, traumas e estupro mas, como sempre, de forma bem superficial.
A variedade de personagens foi bacana... houveram muitas trocas de casais...
Gostei muito da Lydia, a taxista.
Somos parecidas em muitos pontos... a grosseria o excesso de palavrão, a forma descomplicada de ver a vida e a maneira estranha de tratar quem gostamos que acaba deixando muitas dúvidas... ela ama odiando e desconfiando. Kkkkk
E ela expulsa pessoas do táxi como muitas vezes eu tive vontade de expulsar usuário da biblioteca...
Acho que a Lydia merece um livro só dela.

SINOPSE (via Skoob)
Existe um misterioso espírito que paira sobre o edifício número 66 da Star Street, em Dublin, Irlanda. Ele está em uma missão para mudar a vida de alguém. Em A Estrela Mais Brilhante do Céu, Marian Keyes demonstra mais uma vez sua técnica como uma dos grandes contadores de histórias da atualidade e sua vontade de ultrapassar limites na literatura. Os inquilinos do prédio 66 formam certamente um grupo excêntrico. Na cobertura mora Katie, uma mulher de 39 anos que trabalha como relações públicas de cantores e que só se preocupa com o tamanho de suas coxas e se seu namorado irá propor casamento. No apartamento abaixo, dividem o espaço dois poloneses mais a engraçada Lydia. No primeiro andar está Jéssica, a octogenária que vive com seu malvado cachorro e o filho adotivo. Já no térreo estão os recém-casados Maeve e Matt, que por mais que tentem esquecer o passado, não conseguirão.
FRASES (dessa vez eu marquei!...)
"Claro, havia momentos em que sentia prazer tendo conversas animadas dentro da própria cabeça com todas as pessoas que já lhe haviam feito mal, nas quais ganhava todos os argumentos e reduzia seus combatentes a seres destroçados pelo remorso, mas, no mais, era livre" (p. 222).
" - Não, Transei com outro homem por acidente, devo acrescentar, e respeito você o suficiente para contar a verdade. Você acha que eu queria contar? Seria muito mais fácil não contar nada, tratá-lo feito um imbecil, um imbecil que podia ficar chateado, mas isso seria errado. Honestidade é importante. Se a gente não é honesto, não sobra nada." (p. 243).
"Estou transando com o namorado dela. Não posso ser mais perversa do que já estou sendo". (p. 332).
"- Por quê?
- Porque estou vazando, idiota. Caso você precise explicar para as pessoas o que aconteceu, é o seguinte: eu terminei com você. E, não, não dá pra manter a amizade. [...] vou falar mal de você sempre que tiver oportunidade. Se surgir um boato de que você é um ejaculador precoce, pode saber que é coisa minha.". (p. 531).

sábado, 9 de novembro de 2013

Dica de leitura - A filha da minha mãe e eu (Maria Fernanda Guerreiro)


Todos aqui sabem que eu não sou muito fã de literatura brasileira... Peguei o livro cheia de preconceitos: Ah, mais um livro brasileiro dramático...
E, de fato, a leitura no começo é bem dramática... Só que do meio pro fim do livro, a história ganha um temperinho mais gostoso.
Não tem nenhuma parte que tenha me levado aos risos, mas a história conseguiu me deixar com aquela carinha boba de identificação... Caramba, tem momentos que a Helena é tão minha mãe e eu sou tão a Mariana... Acho que é uma história com a qual toda mulher se identifica um pouco.
Enfim...
Pra não falar demais, porque a história tem um pouco de mistério... Deixo vocês com a sinopse!
Beijo!

SINOPSE (via Skoob)
Sensível e tão real a ponto de fazer você se sentir parte da família, A filha da minha mãe e eu conta a história do difícil relacionamento entre Helena e sua filha, Mariana. A história começa quando Mariana descobre que está grávida e se dá conta de que, antes de se tornar mãe, é preciso rever seu papel como filha, tentar compreender o de Helena e, principalmente, perdoar a ambas. Inicia-se, então, uma revisão do passado – processo doloroso, mas imensamente revelador, pautado por situações comoventes, personagens complexos e pequenas verdades que contêm a história de cada um.
E foi assim, entre tantos desencontros, que descobri que existiam duas Marianas: a filha da minha mãe e eu
Muitas vezes não é o que se diz que magoa, mas o tom com que se fala que faz toda a diferença.
Quando vi as duas listras azuis no teste de gravidez, tive uma certeza: preciso me sentir filha antes de me tornar mãe.
Com um irmão quase da mesma idade, era difícil ter um dia inteiro de paz dentro de casa. A gente competia o tempo todo.
Apesar dela fazer, emocionalmente, diferença entre mim e meu irmão, no resto, era tudo igual: o que um tinha, o outro tinha também. E isso para o bem ou para o mal. Se um ganhava um presente, o outro ganhava também.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Dica de leitura - Lola e o garoto da casa ao lado

Esse livro me surpreendeu por 3 motivos: o primeiro é o aparecimento do casal mais fofo de todos os tempos: St. Clair e Anna (Anna e o beijo Francês). O segundo motivo é o fato de que Lola é criada por um casal de gays e a autora não tornou a coisa toda caricata, deixou rolar de forma tão natural que eu fiquei aliviada... A maior parte dos autores tendem a deixar o gay da história bem caricato... O terceiro motivo foram as reflexões de Lola sobre os seus relacionamentos. Destaco aqui o fim do namoro dela... Gente, como eu me identifiquei com esses trechos!

SINOPSE (via Skoob)
A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.
FRASES (dessa vez são destaques meus) 
"Queria que não doesse pensar nele. E não estou chateada porque queria ficar com ele, não estou mesmo, mas ele foi muito importante pra mim durante tanto tempo. Ele era meu futuro, E agora ele não é nada. Ele foi o primeiro, o que significa que nunca serei capaz de esquecê-lo; já eu desaparecerei de sua memória. E breve, serei apenas mais uma na sua lista".
- nunca mais quero ver você novamente - sua voz é mortalmente baixa. - você não é nada pra mim. Entende?
- sim - respondo. - obrigada por tornar as coisas tão claras.
"Sei que você não é perfeita, mas são as imperfeições de uma pessoa que a tornam perfeita para alguém"
Gente, esse é um livro beeeeeeem teen... Mas tão fofo, tão lindo, meigo e apaixonante... Que você esquece até a idade que tem. 

sábado, 7 de setembro de 2013

Dica de livro - Laços inseparáveis (Emily Giffin)

Olá, pessoas!
Vim dar uma dica de livro bem rapidinha...
Hoje terminei de ler o livro "Laços inseparáveis" da Emily Giffin e, apesar do final tosco, é minha dica de hoje.
O livro é bem leve (tanto a história quanto o material), bem bacana de ler e carregar pra todo lado... *_*
A Emily Giffin tem o dom de prender a gente com uma história que não é mistério, mas se torna mistério... O livro é lindo...
Tem 445 páginas, mas a gente lê rapidinho, sem nem perceber já acabou!

SINOPSE (Skoob)
A autora de cinco romances de sucesso, Emily Giffin, lança uma história inesquecível de duas mulheres, as famílias que a fazem ser quem são, e a lealdade e o amor que as ligam. Marian Caldwell é uma produtora de televisão de 36 anos, vivendo seu sonho em Nova York. Com uma carreira bem-sucedida e um relacionamento satisfatório, ela convenceu todo mundo, inclusive si mesma, que sua vida está do jeito que ela deseja. Mas uma noite, Marian atende a porta... para apenas encontrar Kirby Rose, uma garota de 18 anos com a chave para o passado que Marian pensou ter deixado para trás para sempre. Desde o momento que Kirby aparece na sua porta, o mundo perfeitamente construído de Marian — e sua verdadeira identidade — será chacoalhado até o fim, fazendo ressurgir fantasmas e memórias de um caso de amor apaixonado que ameaça tudo para definir quem ela realmente é. Para a precoce e determinada Kirby, o encontro vai provocar um processo de descobrimento que a leva ao começo da vida adulta, forçando-a a reavaliar sua família e seu futuro com uma visão sábia e doce. Enquanto as duas mulheres embarcam em uma jornada para encontrar o que está faltando em suas vidas, cada uma irá reconhecer que o lugar no qual pertencemos normalmente é onde menos esperamos — um lugar que talvez forçamos a esquecer, mas que o coração se lembra eternamente.
FRASES (via Nuvem de letras)
"Eu sei o que dizem sobre segredos. Sei tudo o que se diz a respeito. Que eles podem assombrar e perseguir você. Que podem envenenar relacionamentos e dividir famílias. Que, no final, somente a verdade pode libertar. Talvez este seja o caso para algumas pessoas e alguns segredos. No entanto, eu realmente acreditava que era a exceção para tais regras e nunca, nem uma vez sequer, deixei transparecer a menor menção deste segredo de duas décadas para ninguém."
"Estou vazia por dentro e dolorida e eu nem sei por quê.
"Conto tudo para ele, menos como estou me sentindo agora - porque nem eu sei como descrever meus sentimentos para mim mesma".
"As coisas são o que são e não faz sentido ficar lembrando do passado o imaginando como poderia ter sido".
"Você ainda me ama? - pergunto.
- Claro - ele responde e embora pareça convincente, sei que existe uma grande diferença entre amor e confiança".
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♫ Fico Feliz - Padre Marcelo Rossi 

terça-feira, 23 de julho de 2013

Eu não quero ter razão!

Fonte de imagem: Frases engraçadas para facebook
A gente vive se perdendo em brigas idiotas e não supera por ter essa necessidade de "ter razão".
Perdemos um amigo e saímos por aí caçando a opinião de terceiros, com sede de ter razão e desconstruindo (ou destruindo?) outras amizades.
"Estou praticando ser feliz ao invés de ter razão" ('O lado bom da vida' - Matthew Quick)
Hoje li a frase acima no facebook... É de um livro que conta a história do filme que eu comentei aqui outro dia que não gostei... Não lembro se no filme o Pat falava alguma coisa nesse sentido, mas a frase me inspirou agora a escrever um pouco...
Quantas vezes estamos dispostos a melar nossas relações familiares, fraternais, de amizade, românticas, profissionais... apenas por essa necessidade estranha de ter razão. E quando temos? O que ganhamos com ela? (além de uma relação destruída, claro!).
Me questiono, sempre que brigo com alguém, se é melhor baixar a cabeça, aceitar o outro e levantar depois com um sorriso e um abraço... Ou... Ficar com a cabeça levantada, orgulhosa, chorando vendo o outro partir...
Eu não quero ter razão se isso é sempre não ter minha família, meus amigos, meu namorado por perto... Eu não quero ter razão porque ela não me dá felicidade! Mas a loucura, o abraço, as palavras doces, o sorriso e o esquecimento daquilo que antes foi briga compensa perder a razão...
Eu não quero ter razão se ela significa perder minha felicidade.
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♫ Sweet dreams (are made of this) - Mika

sexta-feira, 14 de junho de 2013

TAG: Ame ou Odeie

Fonte de imagem: O Mundo da Tatah
Faz tempo que não sou indicada pra Tag, tô até sentindo saudade... =(
Aí vi essa no blog da Ivi Campos (Meu amor pelos livros) e resolvi fazer...
Como ninguém me indica, também não vou indicar ninguém! kkkkkkkkkkkkkk
Brincadeira... É postagem tapa-buraco...

1. Top 3 livros favoritos?
  1. Orgulho e preconceito (Jane Austen).
  2. Los Angeles (Marian Keyes).
  3. Depois daquela viagem (Valéria Piassa Polizzi).
2. Top 3 livros menos favoritos?
  1. Os Sete (André Vianco).
  2. Lolita (Vladimir Nabokov).
  3. A passagem (Justin Cronin).
3. Top 3 personagens favoritos?
  1. Bridget Jones (Diário de Bridget Jones e Bridget Jones - no limite da razão, de Helen Fielding).
  2. Hellen Walsh (Melancia, Férias, Los Angeles e Tem alguém aí?, de Marian Keyes).
  3. Tyrion Lannister (Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin).
4. Top 3 personagens menos favoritos? 
  1. Holly (P.S. Eu te amo, de Cecelia Ahern).
  2. Sansa (Crônicas de Gelo e Fogo, de George R. R. Martin).
  3. Emma (Emma, Jane Austen).
5. Maior decepção literária?
  1. Emma (Jane Austen).
  2. Quase pronta (Meg Cabot).
  3. Sex and City (Candace Bushnell)
6. Um livro que você gosta mas que outras pessoas odeiam?
  • Sushi (Marian Keyes) - A maioria das minhas amigas dizem que é o mais chatinho dela.
7. Um Personagem que os outros gostam e que você odeia?
  • Bella Swan (Saga Crepúsculo)
8. Personagem que as pessoas odeiam, mas você ama?
  • Snape (Harry Potter)
9. Melhores Quotes?

     Eu não costumo guardar, marcar minhas frases preferidas... Mas, tem umas sim...
"Em vão tenho lutado comigo mesmo; nada consegui. Meus sentimentos não podem ser reprimidos e preciso que me permita dizer-lhe que eu a admiro e amo ardentemente." (Orgulho e Preconceito - Jane Austen)
"- O nojento, asqueroso, canalha, safado! - fumegou ela. - Como ele ousa estar feliz longe de mim? Ele não devia conhecer ninguém, era pra acabar descobrindo que não conseguiria viver sem a minha presença. Tomara que ele perca o emprego, que sua casa pegue fogo e desabe, quero que ele pegue sífilis... Não, não, espere... AIDS, não, não... pior ainda, acne, ele ia detestar isso. Tomara que sofra um acidente de carro e seu fodomóvel sofra perda total, e seu pinto fique preso nas ferragens de uma moedora de carne e depois ele ainda seja preso por um crime que não cometeu e...
As coisas normais que falamos quando descobrimos que o ex-namorado teve a audácia de estar namorando outra pessoa." (Casório - Marian Keyes).
10. Pior Quotes?
“Em outras palavras, ele era exatamente aquilo que eu precisava. Eu não me esquecerei disso. E certamente não quero perder isso.” (Anna e o beijo Francês - Stephanie Parkins)
11. Livros que você não terminou?
  • Os Sete (André Vianco) - Pooooodre!
12. Que livro você releu várias vezes?
  • O Poderoso Chefão (Mario Puzzo)
13. Uma série que os primeiros livros foram incríveis mas que decaiu?
  • A garota Americana (Meg Cabot)

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Dica de Livro [que li faz tempo] - Um Longo caminho para casa (Danielle Steel)

Fonte de imagem: Editoras
Eu li esse livro quando tava começando a gostar de ler... ainda estava tentando descobrir do que eu gostava... Eu passava as tardes deitada em minha rede lendo os romances de mamãe e papai (Sabrina, Júlia, Bianca...) e adorava tudo que tinha romance...
Aí, o pai trouxe uns livros pra cá, entre eles estava Danielle Steel, o único romance entre os livros (Linha do tempo, Martelo do Éden...). Eu nunca tinha ouvido falar em Danielle Steel e se ouvisse, tenho certeza de que nunca leria nada dela... Nenhum dos meus amigos assume que gostam da moça.
O que chamou minha atenção no livro "Um longo caminho pra casa" foi o fato de contar a história de amor entre um padre e uma freira... Mas a história tem todo um contexto que foge a isso... Só que o que chamou minha atenção pra ler o livro meeeeeeeeeeeesmo foi o romance da freira com o padre... Eu nunca tinha lido nada sobre padres e freiras e fiquei curiosa... Hoje é meu estilo preferido... Padres que largam a batina pra ficar com o grande amor, ou freiras que descobrem que não querem aquilo pra vida delas...
O que vale contar é que o livro é um dramão...
A menina apanha da mãe porque a mulher sente ciume do marido com a filha (Ela só engravidou pra segurar o marido). O pai da menina, um covarde, vai embora e não leva a criança... Daí a mãe dela abandona ela no colégio de freira (ABANDONA MESMO) e quando a menina cresce decide ser freira, e se apaixona por um padre (eu adoro as partes dos encontros dos dois)...
A partir daqui me calo, porque vocês PRECISAM ler esse livro....
Porque, como todo livro de Danielle Steel, serve pra provar que sua vida não é uma merda.

SINOPSE (via Skoob)
Aos sete anos de idade, Gabriella Harrison se sente um estorvo na vida dos pais. Ela acredita, segundo lhe dizem, que é a culpada pelo rancor da mãe e pelo fracasso de seu pai ao tentar protegê-la. Seu mundo é uma mistura confusa de terror, traição e dor. Quando resolve se tornar freira, uma grande reviravolta está prestes a acontecer. Gabriella se envolve com um padre e se vê novamente numa situação de conflito e sofrimento. Após uma terrível tragédia que os envolve, a jovem vai para Nova York e, como única forma de se recuperar e se sentir definitivamente liberta dos traumas e problemas que a assombram, decide encarar o passado de frente.
Espero que tenham gostado da dica!

Se já leu, comenta!
Se não leu, comenta!

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Beijo, povo!

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terça-feira, 30 de abril de 2013

Dica de livro - Anna e o beijo francês (Stephanie Perkins)

Fonte de imagem: Livros e bolinhos
Olá, pessoas!
A nossa dica de hoje é um livro beeeeem adolescente que conquistou meu coração.
Eu conheci o livro através de minha amiga secreta que me mandou o folheto (livreto?) do livro junto com o meu presente. De primeira eu fiquei curiosíssima com o livro porque as características do pai da Anna batiam com as características do Nicholas Sparks (autor famoso, de bronzeado laranja, camisas gays e um assassino literário... Sempre mata algum personagem de forma trágica).
Chorei tanto pelo livro que meu lindo namorado me deu de presente de natal, mas, por causa da monografia, minha leitura se atrasou muito e só li ele agora em abril.

SINOPSE (via Skoob)
Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?
No começo, eu não fui com a cara do livro... Demorei a me acostumar com a forma confusa com que a Stephanie Perkins narra a história. Me incomodava imaginar uma pessoa falando determinada fala e em seguida descobrir que, no mesmo parágrafo, falaram 2 personagens distintos.
Mas o livro foi me conquistando... Me conquistando...
Como todos sabem, leio 2 livros ao mesmo tempo. Sempre pego um pequeno e um maiorzinho (o pequeno pra ler no ônibus e o maiorzinho pra ler em casa). E eu simplesmente ignorei que o Beijo Francês era o maiorzinho e comecei a trazer ele pro trabalho e lia no ônibus ou em um intervalo...
Eu me apaixonei pelo St. Clair... Ele faz o meu tipo de homem! Sabe aquele cara que é todo sério, mas quando todos se afastam ele se solta... Mas, às vezes, ele é todo brincalhão com um grupo e quando tá contigo só falta meter a cabeça na terra?
Eu gosto de garotos de fases, garotos que assumem o medo e encaram por amor... (O que foi a cena da torre de Notre Dame?). 
A autora tem uma forma muito gostosa de apresentar o lugar que é o pano de fundo da trama. Tipo, ela não te trata como se tu fosse obrigado a conhecer Paris! Existe um grupo que conhece e a Anna que nem francês sabe!
A Anna, aliás, me fez imaginar como seria minha vida em outro país! 
Nunca senti vontade de conhecer a Europa como agora... O modo como ela descreveu ingleses e franceses me encantou... O povo rindo das tentativas da Anna de falar fluentemente francês, a colinha que ela levava pro cinema pra poder pedir ingressos... Depois ela ensinando inglês pro cara do cinema e ele passando um pouco de francês pra ela... São coisinhas que despertam na gente a vontade de fazer também, de viver aquilo.
E as descrições dos pontos turísticos? Cara! Soma isso ao modo como ela descreve a cidade, a cultura, como fala dos autores e explica questões relacionados ao lugar... Eu me senti na frança! Até vou lá com mais frequência no The Sims!
Fantástico!
O começo do livro foi terrível pra mim, mas o meinho pro fim eu só fiquei na curiosidade... E me envolvi de tal forma com a história que hoje eu penso e sonho muito com os personagens!
Quase no fim do livro a Anna sofre bullying na escola, e isso me lembrou a época em que eu era estudante, em que tive problemas com pessoas da minha turma... Eu me senti um pouco sufocada nessa parte do livro por tudo o que passei.
Enfim... Falando demais já!
Deixo vocês com algumas frases do livro!

<Eu sempre esqueço de marcar minhas próprias frases...>
"Quem manda os filhos para um internato? É tão Hogwarts. Só que no meu não tem feiticeiros bonitinhos, balinhas mágicas ou aulas de voo"
"Só estou dizendo que... todos os amigos brigam"
"Quanto mais você sabe quem você é e o que quer, menos você deixa que as coisas te chateiem" - uma frase de um filme que Anna está vendo.
"E percebo.. que está tudo bem. Tudo bem se St. Clair e eu nunca fomos mais do que amigos. Sua amizade sozinha me fortaleceu de uma forma que nenhuma outra conseguiu. Ele me tirou do quarto e me mostrou o que é ser independente. Em outras palavras, ele era exatamente aquelo que eu precisava. Eu não me esquecerei disso. E certamente não quero perder isso."
"Eu a amo como certas coisas obscuras são amadas, secretamente, entre a sombra e a alma" (St. Clair cintando Neruda)
" - Porque ela está com ciúmes! Anna, eu estava lá na primeira noite que ele te ligou. Eu vi como ele olhava para você nas fotos - Eu protesto, mas ele interrompe. - Qualquer cara que seja homem de verdade seria louco de não gostar de você"
" - Eu amo Paris - digo
- E tenho certeza de que Paris a ama também"
"Eu não quero que isso acabe. Eu não quero ficar sozinho."
"Há poucas coisas piores que alimentar sentimentos por alguém que você não deveria."
"- Anna. Ele está sempre pegando no seu pé. É a clássica síndrome-do-garoto-correndo-atrás-da-garota. E, quando qualquer outra pessoa faz isso, ele sempre fica do seu lado e diz para irem se danar."
"Então, o que peço? Algo que não tenho certeza de que quero? Alguém que não tenho certeza de que preciso? Ou alguém que sei que não posso ter?"
“Ele disse que eu sou linda, mas eu não sei se é um flerte, ou um modo dele de ser amigo-de-todo-mundo, ou se isso veio de alguma coisa pessoal.”
“Qualquer cara que seja homem de verdade seria um louco de não gostar de você.”
"Mas eu poderia estar confundindo amizade com alguma coisa maior, porque eu queria confundir com alguma coisa maior."
"Sinto falta de Paris, mas lá não é minha casa. É mais algo do tipo sentir falta…disso. Desse calor pelo telefone. É possível que lar seja uma pessoa e não um lugar? Bridge costumava ser meu lar. Talvez St. Clair seja meu novo lar. {…} Isso é estar em casa. Nós dois."
"- Você está recolocando todas as coisas que eu coloco no lugar. - Ele aponta para minhas mãos, que estão arrumando o elefante. - Não foi educado da minha parte entrar e começar a tocar as suas coisas.
- Oh, tudo bem. - digo rapidamente, deixando de lado o personagem. - Você pode toar em qualquer coisa minha que quiser.
Ele congela. Um olhar malicioso passa pelo seu rosto antes que eu perceba o que acabei de dizer."
"Eu adoro quando ele ergue uma sobrancelha quando digo alguma coisa que acha inteligente ou divertida. Adoro ouvia suas botas batendo no teto do meu quarto. Adoro que o acento no seu primeiro nome seja agudo, e que ele tenha um sotaque lindo. Eu amo tudo isso".
"Por que as pessoas certas nunca ficam juntas? Por que as pessoas têm tanto medo de sair de um relacionamento mesmo sabendo que não é um relacionamento bom?"
"Adoro me sentar ao lado dele na aula de física. Encostar nele durante as aulas de laboratório. Sua letra feia nas nossas folhas te trabalho. Adoro entregar sua mochila quando nossa aula acaba porque assim meus dedos ficam com seu cheiro pelos próximos dez minutos. (…) Adoro sua risada de menino, suas camisetas amassadas e seu gorro de crochê. Adoro seus grandes olhos castanhos e o modo como ele morde as unhas, e gosto tanto do seu cabelo que eu poderia morrer. Só tem uma coisa que eu não gosto nele. Ela."
“Em outras palavras, ele era exatamente aquilo que eu precisava. Eu não me esquecerei disso. E certamente não quero perder isso.”
Anna e o Beijo Francês é nossa dica de hoje!
Espero que vocês curtam muito a leitura!
Bisous!
Jusqu'à la prochaine fois!
(Sim, gente, usei o tradutor! =P)
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♫ Cara estranho - Los Hermanos