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sábado, 18 de junho de 2016

Mulher sem rótulo

Fonte de imagem: Ninho de Mafagafa
Dá pra acreditar que em pleno 2016 ainda existem homens capazes de "selecionar" quem, dentre as mulheres que eles queriam pegar, é pra casar e quem é pra "brincar"?
Por Deus, homens com mais de 18 anos ainda dispostos a brincar? A assumir que é infantil utilizando essa expressão "ela é apenas para brincar".
Tanta coisa passou em minha cabeça quando ouvi alguém falar isso... E a mais marcante ainda é aquela frase daquele fora que levei após anos de namoro "agora achei uma mulher pra casar, cansei de brincadeira". Anos de um relacionamento onde apenas ele brincava... Eu sabia o que queria, apostava em sua entrega para aquele relacionamento... Enfim...
Quem somos nós, as mulheres que só servem para ser brinquedo deles? Quem somos nós, além de peças de um brinquedo que eles estão dispostos a jogar fora quando "quebrar"?
Não temos escolhas além daquela que eles nos impõem? Não podemos ser e fazer além de um rótulo?
Pois eu respondo... Existem homens melhores.
O que determina se você é ou não mulher pra casar não são eles, mas você. Está disposta a casar? Você é mulher pra casar! Não é o seu comportamento, sua roupa, a cor de seu batom ou um otário que vai dizer que você não é pra isso.
Seu batom, sua roupa e seu cabelo só vão ser tirados e desfeitos por um homem de verdade. Que te vê sem rótulos. Você não é a mulher fácil, a mulher recatada, a mulher da rua ou a do lar... Vá ficar com alguém que vale a pena, fia. Sem opiniões escrotas!
Não te ilude com o que ele fala de outras mulheres. A opinião dele sobre as outras é reflexo do que ele pensa sobre você! Vai confiar no cara que vê as outras como objeto? Vai confiar num cara que rotula os outros? 
Qual será o rótulo que ele pôs em ti?
E esse rótulo de otário que não desgruda dele? O que faz?

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♫Half of My Heart - Boyce Avenue


sábado, 4 de outubro de 2014

[Pensamentos soltos] A teoria do elástico

Fonte de imagem: Estou sem criatividade para bolar um título bacana
Eu consigo ter um coração bondoso quando estou em paz, mas a maior parte do tempo eu sou tempestade... Uma cristã em constante oração para conseguir um novo coração.
Em um desses raros momentos de paz, eu me permiti pensar um pouco sobre a nossa forma de julgar as pessoas... Não sou dona da verdade absoluta, nem da verdade sou. Mas, permito aos amigos conhecer parte dos meus pensamentos/teimosias... As coisas que eu matuto antes de dormir e eu estou quase dormindo... Meu pequeno momento de paz.
Quando a gente pensa no fim de uma relacionamento, a gente sempre procura um culpado pra alguma coisa antes de simplesmente aceitar o fim. A verdade, pra mim, agora, é que se arrebenta aquele que descobriu primeiro o "não damos certo". Se arrebenta porque não sabe como dizer ao outro, se arrebenta porque na falta de coragem sai cometendo muitos erros.
É preciso ser forte pra chegar no outro e se arrancar de seus sonhos. Consigo me fazer entender?
Quando a gente ama, é cego pra verdade... Quando passa o amor, percebemos aos poucos a realidade que rondou/assombrou os nossos sonhos...
O primeiro a descobrir que o amor não é pra sempre, não é verdadeiro, tem um fim é o que se F%*$ primeiro... Porque passa muito tempo carregando uma mentira. É ele que, no fim das contas/do relacionamento, vai levar a fama de mau. É ele que vai aguentar um monte de pensamentos negativos, desejos sinceros para que seja eternamente infeliz.
O último a descobrir o fim da relação talvez sofra com as incertezas, o comportamento estranho do outro... Mas vai ter tanto apoio e tanto desejo de que seja feliz, tanta vibração positiva, tanto analgésico espiritual... Que o sofrimento durará apenas alguns meses.
Eu sempre tentei ver o lado do vilão do fim da relação... Até no meu caso. Eu me preocupei bastante com o "vilão" da minha história, conversava com os amigos dele, questionava da saúde dele (e isso me preocupa até hoje rsrsrs)... Nunca fui capaz de desejar mal algum a ele (também nunca consegui conversar com ele depois que a poeira baixou)... Pensava apenas que ele deveria ter sofrido demais ao perceber antes de mim a verdade... E eu o entendi ainda mais quando eu tive alguém ao meu lado cheio de sonhos em que eu não me via, nem me imaginava.
Quando um cara passa tempo demais com uma garota e larga "de uma hora pra outra", ninguém consegue ver que durante todo aquele tempo que os dois estiveram juntos, o cara tentou ser/realizar os sonhos dela... Ele queria muito, mas também tinha os seus.
No fim da relação, a gente só se preocupa em classificar o mocinho/a mocinha e o vilão/a vilã... O fim de uma relação dói pra cacete, mas há toda uma história antes daquele fim e ela precisa ser enxergada.
O fim da relação só é de repente para quem ama, faz-se cego... Quem o percebe primeiro passa tempo demais carregando a relação doente em UTI.

terça-feira, 29 de julho de 2014

Desisti de procurar namorado...

Fonte de imagem: A moreninha
Procurei a perfeição em todos os meus relacionamentos.
Procurei os caras que queriam um relacionamento de verdade, que se envolvessem, que não queriam apenas uma trepada e tchau... Nada de passadinhas rápidas sem intenção de ficar.
Procurei os homens que me davam carinho, atenção, amor e respeito... Mas nunca encontrei em um único homem todas as qualidades que eu desejei. Sempre vinham com um defeitinho insuportável e difícil de aguentar... Às vezes a bebedeira, outras era tarado demais ou, a grande maioria, não queria assumir um compromisso.
Decidi parar de procurar...
Acho que sem buscas talvez ele apareça, né?
Sem cavalos brancos, sem promessas... Talvez ele, simplesmente, apareça e vá ficando.
Talvez nossos sonhos sejam iguais... Talvez nossos corações se sincronizem...
E, assim, meio devagar, ele chegue... E me faça companhia na solidão.


domingo, 27 de julho de 2014

Olhando fotos antigas...

Fonte de imagem: Além da imaginação
Olho fotos antigas e não reconheço aquela pessoa... Não entendo aquele brilho nos olhos, não entendo o sorriso por uma felicidade que nem existia.
Uma vez um amigo falou que não era um casal bonito.
Fiquei com raiva da observação na época... Mas olhando agora fotos soltas no álbum do blog no Google Plus, concordo com ele.
Não era um casal bonito.
Ele nunca sorria nas fotos. E ela forçava a felicidade para dois.
Não era amor...
Não tinha brilho nos olhos.
Não tinha loucura.
Não tinha vontade de ficar junto.
Não havia coisas sem sentido sendo feitas apenas para se olhar.
Não tinha desculpas esfarrapadas só pra dizer "oi, tutubon? Tutubon?".
Não tinha nada disso... E não era amor.
Era seco.
Era sem graça.
Era só sexo.
Sem amor.
E muitos perguntam se eu sinto saudade...
Nenhuma.
Nada.
Nem vontade de ser vista.
Nem vontade de dizer "oi".
Meu desejo não é viver um novo amor.
É viver um primeiro.
E saber que isso está acontecendo.
E lutar por ele.
E vivê-lo sem medo de quebrar a cara depois...
Amar e andar de bicicleta tem dessas coisas...
Sexo, às vezes, é só a muleta de uma relação ruim.
E eu não quero usar muletas.
A gente pensa demais olhando fotos, né?
Apenas uma olhada em algumas fotos e textos antigos e já posso dizer:
  • Não quero um namoro com muitas fotos;
  • não quero declarações públicas;
  • não quero sexo (se ele for apenas muleta);
  • eu quero estar acompanhada nos momentos importantes;
  • eu quero alguém que sorria enquanto estiver comigo;
  • eu quero alguém que olhe nos meus olhos e converse e não que pegue o celular e fique em silêncio como se eu não estivesse lá;
  • eu quero abraços intermináveis;
  • eu quero beijos que acompanhem o tempo de uma música;
  • eu quero declarações ao pé do ouvido... Em redes sociais nada disso vale a pena;
  • eu quero discutir leituras;
  • eu quero alguém que ouça músicas e lembre de mim;
  • eu quero coisas novas pra aprender todos os dias;
  • eu quero companhia nas missas, festejos e turismo nas igrejas de todo o país;
  • eu quero nem que o mundo saiba que estamos juntos... se estivermos, será segredo.
Eu quero coisas tão bestas, simples e possíveis que me irrito só de ver que não tenho.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Que se *&¨%# essa ^`&¨%$# desse coração!

Fonte de imagem: As crônicas de um sonhador
Ouvi dizer que existem por aí pessoas torcendo por minhas derrotas e minha infelicidade... Cantem vitória, babies, vocês venceram!!!!
Minha vida tá uma *&¨%$#.
Aquele amor bonito que eu vivia na semana passada é pra acabar... Ou já acabou... Nem sei mais a que pé tá.
Ando por aí suspirando e revivendo o luto de uma coisa que nem aconteceu... de novo!
Sabe o que me dá mais raiva? É isso!
É uma coisa que eu nem vivi! 
Meu Deus, é tão bom sofrer por coisas reais! Eu sinto falta disso, sabe?
Agora eu só sofro por possibilidades... Coisas que poderiam acontecer se eu ou o cara não tivéssemos... medo de viver. De se arrebentar, quebrar a cara, se machucar e sarar depois, como sempre acontece.
O sofrimento é temporário quando é por algo que a gente viveu... Mas quando a gente não viveu fica remoendo com a ideia de que, cara, poderia ter sido maravilhoso... A gente poderia ser feliz demais...
Se eu sentisse, pelo menos por 1 segundo, que ele não sentia a mesma emoção, o mesmo prazer em estar comigo... Eu nem lamentaria, sabe? Mas sabe o que é tu saber que o outro gosta de ti, que o outro quer ficar contigo e não conseguir entender porque cargas d'agua vocês não podem, simplesmente, tentar fazer essa ^`&¨%$# toda funcionar.
(Desculpa o excesso de palavrão, mas é que eu estou em plena TPM... Se eu não xingar, eu choro... E eu acho muito mais bonito xingar!).
Enfim...
Dormir que eu tenho uma rotina nova pra começar.
Beijo.
Prometo que amanhã volto com uma postagem legal. Nem melosa, nem... assim.

sábado, 12 de julho de 2014

Um beijo apenas...

Fonte de imagem: Clip Art
Quando tudo parecia perdido... Como meu coração já sinalizava o fracasso de nossa relação... Veio ele e me beijou.
Um beijou que me teletransportou... Poderia ser um simples beijo se meu coração não acelerasse, se não me tirasse o fôlego e se as borboletinhas do meu estômago não quisesse sair pela boca... Enfim, libertas!
Recuperando tudo o que eu já pensava em deixar pra lá... Recuperando a esperança que eu já tinha perdido por uma coisa boba que aconteceu ontem... Recuperando tudo... Até a sensação maravilhosa de um primeiro beijo.
Como não sentir isso, se foi nosso primeiro beijo?
E como foi perfeito o encaixe, a sintonia, o ritmo, tudoooooooooooo...
Eu queria eternizar aquele momento em que ele apenas sussurrou que eu deveria parar de me preocupar com o resto do mundo e me concentrar no que a gente tava vivendo, viver o momento presente... E eu queria que ele sentisse isso sempre.
Eu sei que não é possível (PARA ELE) ter um relacionamento agora... Mas eu queria muito que o que aconteceu hoje fosse todos os dias, sabe?
Eu queria muito ter os braços dele em volta da cintura que eu não tenho e receber diariamente os seus beijos tão doces e intensos... Cara, que pegada!
Por que não pode ser assim todo dia, meu Deus?
Foi tão bom... Tão feliz...
Ainda estou flutuando com a sensação de que minha alma está se fundindo com a dele... Que coisa gostosa e difícil de descrever! Que mágico e maravilhoso é um beijo de amor!
Por que não todo dia? Por que não pra sempre?

domingo, 18 de maio de 2014

Eu e meus pretextos...

Fonte de imagem: Apenas mais uma garota apaixonada
Sou do tipo que quando gosta de uma companhia, inventa razões toscas pra ver a pessoa... Mas inventa tantas razões e não fala só "eu quero ver/falar com você", que a pessoa se enche achando que só quero vê-la por PRECISAR.
Preciso dessa pessoa apenas o resto é pretexto.
Voltar pra casa sozinha, eu volto todo dia... E vou pro ponto final, o que pra muitos é loucura, mas eu gosto de ver as estrelas pelo caminho, e gosto do cheiro da terra molhada na chuva... E daí se meu prédio é o da primeira parada? EU quero ir pra última!
Dúvidas bestas... Eu tenho o google e sou bibliotecária, cê sabe... Eu tenho como pesquisar... E sou ótima nisso!
Faz muito tempo que aprendi a ser sozinha e resolver meus problemas sem alugar ninguém... Mas, de repente, qualquer coisa que se diga é tão idiota.
Daí surgiram os pretextos... que são só isso... Desculpas inventadas pra puxar assunto, pra ter alguém por perto... Mas corro o risco de interpretações erradas... Talvez por isso, quando eu falo só "oi", o tom do outro seja de "qual o golpe".
Por isso desisti.
Chega de pretextos.
Acabaram as tentativas.

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Carência de...

Créditos na imagem.
Quando a gente fala que tá carente... As pessoas associam logo isso com falta de beijos e de sexo.
Carência é falta de carinho, de atenção, de companhia...
Há pessoas que com um simples olhar já supre toda a nossa necessidade de ter alguém por perto, simplesmente.
Ontem fui ao supermercado e tava pensando nisso... Uma atividade que antes eu fazia sempre acompanhada e rindo, mas que hoje eu faço com o mesmo prazer, ainda que não seja mais tão legal passar pelo setor de panelas, cama, mesa e banho e pensar que aquela garrafa de café ou aquela colcha de cama seriam perfeitas em NOSSA casa.
Não sinto falta de sexo, não sinto falta de beijo... Isso eu encontro em qualquer esquina... O que mais tem por aí é homem vazio a fim de lhe emprestar o corpo nu por algumas horas.... E de graça, viu, Riba! <piada interna>
Agora, onde estão os homens pra nos ouvir? Cadê aqueles caras que seguram nossa mão na caminhada, que nos abraçam nos momentos (e não lugares) mais escuros, que ouvem, dão conselhos, querem o teu bem a ponto de abdicar de festas, chopinhos, futebol e outras coisas porque você precisa de uma força ou um pouquinho de companhia...
Onde se escondem os caras que te encontram sem compromisso, mas com sonhos e desejos tão parecidos com os teus que impossível não crer que exista entre vocês um compromisso.
Não quero um namorado... Esse rótulo não é garantia de nada... Aprendi.
Quero um companheiro pra fazer coisas grandes e pequenas... Estudar junto para concursos, assistir TV no chão da sala num domingo...
Carência é sentir falta de coisas idiotas, talvez.

domingo, 11 de maio de 2014

Insegurança

Fonte de imagem: Edu no Baú
"Eu queria poder acreditar...
Não ser aquela besta que até agora me causa vergonha só de lembrar... Apenas acreditar.
Não o tipo que acredita em tudo, mas pelo menos ter mais coragem de arriscar, confiar mesmo, entende?
Na real, eu queria conhecer pessoas mais honestas, que inspirassem confiança e respeitem o que sentem.
Alguém mais fiel a seus sentimentos e aos meus. Se é que existe alguém assim... Deve existir, né?"

>>[Sol No Lenta]<< 
Em: 4 fev. 2008.

sábado, 10 de maio de 2014

O abraço

Fonte de imagem: Minha essência
"Abraço terno, protetor, seguro... O abraço que quero eternizar em cada reencontro, abraço que teimo em não dar por temer a dependência.
A 'eternidade' de que falo está além de fotografias, registros de áudio ou video que poderão um dia ser mostrado para nossos netos. A eternidade de que falo está em um momento que quero que exista pra sempre, que simplesmente não acabe...
Assusta-me esse desejo quase doentio por um abraço...
Assusta-me essa obsessão por TEU abraço".

>>[Sol No Lenta]<<
Em: 09.02.2009.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Novo amor

Fonte de imagem: O diário de um novo amor
Ele chegou de mansinho, com um sorriso safado levou meu coração.
Para ele dei três coisas: uma chave, meus segredos e a mais linda canção. 
Hoje ele carrega consigo o poder de me animar e me botar no chão... 
Queria que tudo acabasse, e fosse depressa, pra não causar uma grande explosão.


sexta-feira, 11 de abril de 2014

Galinha, gay, furão e outros vacilos...

Créditos na imagem.
Nada contra os gays, galinhas e furões (é bom dizer isso antes que grupos de gays, galinhas e furões comecem os protestos), maaaaaaaaaaaaaas.... Poxa, eu queria viver um amor de verdade.
Nos últimos tempos apenas caras com esse perfil tem se aproximado de mim, fica complicado pensar em algo sério assim.
Já tentei ser galinha pra compensar toda a galinhagem que me aparece...
Já tentei ignorar os furões, pois parece que é disso que eles gostam...
E os gays... bom, ganhei novas amigas, né, bem?
Mas eu queria a sorte de um amor tranquilo... A paz de uma companhia, alguém pra conversar no fim do dia, alguém pra dividir os sonhos...
O que eu espero de um cara é tão pouco, mas parece tão muito quando eles debocham por eu querer esse meu pouquinho...

segunda-feira, 31 de março de 2014

Retalhos do facebook - Como funcionam as amizades**

Fonte de imagem: Meu Spaço
Então eu me perguntava: onde eu errei? Porque todos se afastam de mim agora que tanto preciso?
Aí percebi... Que além de ferida, além de me machucar mais, eu machucava aqueles que estavam por perto.
Parei de fazer drama, enxuguei minhas lágrimas e chamei todos de volta... todos voltaram.
O que eu não sacava é que eu sou desse time de idiotas que escolhem ficar e se ferir pra  tentar ajudar um amigo... Só que não somos obrigados a isso e nem devemos obrigar as pessoas a fazerem isso!
Várias vezes, esses últimos dias, joguei na cara das pessoas que eu amava as várias vezes que eu estive do lado delas e chamei atenção pro fato de que elas não tavam do meu lado quando eu precisava, agora.
Mas, poxa, qual o meu problema?
De um dia para o outro resolvi condicionar meu amor? De uma hora pra outra resolvi que toda ajuda que dei tinha um preço, estabelecido em letras minúsculas no contrato que ninguém assinou quando aceitou minha ajuda... E eu resolvi cobrar!
Caí na real no carnaval... No meu desespero...
Caí na real em conversa com meus próprios amigos, com meu namorado...
É intimidante e chato que eu fale deles tão mal e de forma tão aberta... Machuca ver minha dor e ,machuca de igual forma, ou de maneira pior, as palavras que eu grito quando a sinto, a maneira que eu cobro o carinho que eles sentem sim, mas não se sentem mais a vontade para demonstrar porque eu mudei...
As amizades funcionam como namoro... A gente conquista as pessoas por nossa alegria, boa vontade, bom papo... E, aos poucos, deixamos que a máscara caia, ou mudamos sem perceber! Conquistamos os outros por nossa independência, aí nos tornamos dependentes... Cativamos com nosso sorriso, mas por alguma razão perdemos a vontade de sorrir... E com nossas pequenas perdas, perdemos amigos e namorados...
Os sentimentos funcionam pra eles assim como funcionam para nós... A gente não quer conviver com gente chata! A gente não quer falar com gente chorona, reclamona... Então porque nos tornamos assim e exigimos dos outros que nos amem na chatice, na pobreza, na doença e em meio a reclamações e revoltas?
Enfim, pensa nisso!
Pensa no tipo de amigo que você está sendo antes de julgar os amigos que tem!
Não caia no meu erro... Não seja uma chata cega que pinta seu auto-retrato como um anjo...
Seja pra teu amigo mais bondade, compreensão e amor!
O contrário disso só afasta eles e não te dá o direito de reclamar isso!
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* Leia a Oração do Amigo de Gabriel Chalita aqui no blog!
** Originalmente publicado em 15 fev. 2013

quarta-feira, 26 de março de 2014

Tentando, tentando, tentando... Errando.

Fonte de imagem: André Mustafá
Sei que vivemos numa constante de tentativa e erro... Mas queria, pelo menos uma vez, acertar de primeira. É só um sonho bobo, talvez...
Queria poder fazer tudo diferente, voltar no tempo e apagar todos os erros do passado...
Desde que foi dito que eu faria a confissão agora em abril, minha cabeça dá mil voltas e para sempre no mesmo lugar... Faço um resgate do meu passado e até o que antes julgava lindo e inocente, hoje me parece errado e sujo.
Eu não queria bancar a virgem, nem sou puritana, mas gostaria de ter esperado mais... Gostaria de ter ido mais devagar... Gostaria, muito, de voltar no tempo e não ter cometido os erros que eu cometi... Erros, hoje vejo tudo assim...

Caramba, parece que fiz tudo errado!
Em que momento a Soraya certinha se perdeu... E se é pra fazer errado, porque eu não faço como todo mundo, de um jeito natural... Sem a culpa do depois, o arrependimento e todas as coisas que tornam tudo tão... Errado?
Me sinto uma idiota hipócrita...

terça-feira, 25 de março de 2014

Sei lá...

Fonte de imagem: Garota da calçada
Ando tão perdida que... Sei lá...
Venho fazendo escolhas erradas, que ferem os outros e a mim...
Há pouco tempo fiz uma reformar no coração, mas essa reformar não ficou boa o suficiente para aceitar outra vida lá dentro...
Por esses dias conversava com meu ex e ele me fez tantas perguntas sobre o fim do nosso relacionamento e tudo o que eu conseguia dizer foi: não sei...
Eu queria me apaixonar... Parece que não ter com quem se preocupar, não ter o que pensar antes de dormir machuca um pouco...
Eu queria... Sei lá...
Viver novas coisas, conhecer novas pessoas... Me reformar de novo!
Eu queria dar mais espaço para alguém, mas queria ter certeza de que se não desse certo de novo, ficaria bom para os dois.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Eu, que ainda não posso amar...


No fim do ano passado conheci um doido através da página do evento de uma missa em latim no facebook. Fiquei com algumas dúvidas sobre o evento, e ele me esclareceu tudo... Aí me adicionou pro caso de eu ter alguma dúvida.
Entre as várias polêmicas das nossas conversas, acabou nascendo um carinho muito grande dos dois lados... E a gente meio que começou a se comportar como namoradinhos... Crisinhas de ciúmes e tal...
A gente se conheceu pessoalmente em meados de janeiro... A nossa relação ficou mais intensa, tanto que passamos a dar apelidinhos um pro outro, chamar de amor, e até falar de amor... Apesar de várias diferenças... Eu sou meio escancarada, ele é meio fechado... Eu sou tímida, ele é meio assanhado... Eu tenho 27 anos e ele apenas 22 (completados semana passada, não vale!)... A diferença de idade parece pouca, mas pra mim é um peso enorme! Porque tudo que acontece, eu vou sempre apontar o fato de ele ser mais novo como culpado.... E, pra ser bem sincera mesmo, eu queria namorar um cara bem mais velho, mais maduro...
A gente ficou no dia 1º de fevereiro... (de verdade! Com beijo na boca!).
Só que, quando a relação sai do encantamento do virtual e vira realidade, ela não sai com o mesmo tempero... A gente imagina demais quando conversa por bate-papo, hangout, whatsapp, sms, e-mail... A gente imagina demais e a realidade passa a não ter um brilho tão intenso... Porque quando saímos do virtual o ciúme deixa de ser engraçadinho, fica irritante... As brincadeiras do virtual, ficam chatas no mundo real... E aí vai indo... Fora que a gente briga desde o primeiro "oi" do bate-papo! Fora que ele é muito carente... Fora que eu faço as coisas que eu sei que o irritam pelo prazer de brigar com alguém.
Eu não sei explicar o motivo, mas não consigo pensar em continuar o namoro... Ainda que eu não consiga pensar em ficar longe dele... É tosco, né?
Tenho medo de perder a amizade dele pelo simples fato de que eu não consigo amar agora, do jeito que ele quer. Me sinto péssima só de pensar que posso estar com alguém que gosta de mim e que eu não consigo corresponder... Por isso acabou.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

7 meses sem você...

Fonte de imagem: Aemy the Lil'Lady
Me falaram que não era bom falar sobre um ex-namorado da forma aberta e sincera como falo do meu... Essa semana explodiram notícias sobre o cara... Um amigo falou que ele perguntou por mim em um encontro casual, outro disse que o viu, outra add ele no face e queria me contar tudo o que ela conversava com ele... E até ele mesmo andou curtindo algumas coisas no meu twitter... O que me deixou meio surpresa e confusa na última semana, mas... EPA! CHEGA! NÃO INTERESSA!
Meu ex-namorado morreu no dia 19 de julho de 2013. Foi a última vez que eu o vi com vida. O que vocês veem por aí é um clone dele, é o mesmo por fora, apenas por fora.
Não me interessa ter notícias desse por que ele não é o amor que eu perdi.
O namorado que eu perdi, que morreu na verdade, se preocuparia comigo, me ligaria pra saber como estou, olharia nos meus olhos como fez tantas vezes, beijaria minha testa e pediria pra eu me cuidar. O cara que me virou as costas quando precisei, o cara que começou um relacionamento sem terminar comigo primeiro, sem usar a franqueza que usei com ele tantas vezes quando eu estive confusa... Esse não é meu ex-namorado. Esse é um cara que se reinventou... Não me interessa saber dele.
Meu ex-namorado eu beijei na boca e entrei no ônibus chorando na certeza que eu não o veria mais... E nunca mais o vi depois daquele 19 de julho de 2013.
Desse cara... de alma intacta, de pureza inconfundível, de sorriso que me enlouquecia de felicidade... Desse cara ninguém jamais me dará notícias... ele morreu.

_________________________
* Nessa postagem tentei explicar como me sinto em relação ao meu ex-namorado porque as pessoas estavam me sufocando com informações que hoje não me interessam. Eu não quis dizer que o cara morreu, mas que o meu namorado morreu. No sentido de que existe o cara de quem me despedi dia 19 de julho de 2013... O mesmo cara que dia 26 de julho disse que me amava pela última vez. Ele voltou da viagem dia 30, e já não era mais meu namorado, ele já tinha outra pessoa que ele conheceu lá e pretendia ficar pra sempre (como ele disse mais tarde em SMS: a mulher pra casar). Só eu não sabia. Quando terminamos 2 dias depois, seriamos amigos... Vamos dizer que podemos dividir ele em 3: o meu namorado, o cara que decidiu ser meu amigo e o último, o que eu acho que é ele hoje, o cara que me insultou por SMS me levando à depressão. A última vez que eu procurei meu ex-namorado foi dia 5 de outubro. Foi quando eu percebi que ele realmente não existia mais. Só pra resumir... Eu trato o cara como uma pessoa diferente do meu ex-namorado. Tanto que passo por ele sem nem falar. Esse cara que todos veem e me dão notícias não é nem meu ex, nem meu amigo. Eu apenas não o conheço. O meu ex-namorado morreu, como expliquei na postagem.

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Pensamentos soltos - O tempo dos outros

Fonte de imagem: Nunca fui Santo
"Você não fez isso, não fez isso, não fez isso...."
Quando as pessoas vão perceber que eu tenho me dividido em mil pedacinhos pra cumprir compromissos que eu nunca quis assumir?
Quando você fala "não" pra alguém, você se queima.
Só que o que o outro não percebe é que o "não" é uma tentativa de evitar uma decepção maior.
Eu assumir que não posso fazer algo, faz (ou pelo menos deveria fazer) a pessoa procurar outras fontes, outras pessoas que REALMENTE podem ajudar.
Não sou do tipo que no último minuto diz: "não posso".
O chato é que ninguém entende isso... E fica com raiva a toa, sem saber que a recusa pode ser uma ajuda.
Acho que a coisa mais decente que uma pessoa pode fazer pela outra é não roubar seu tempo.
Assumir coisa básicas.
"Eu não sei", "eu não posso", "não vai dar", "não quero", "não te amo".
Parece cruel dizer pra alguém "eu não te quero", "eu não te amo"...
Só que não é mais cruel viver do lado de alguém sem amar? Não é mais cruel roubar do outro a oportunidade de saber o que é ser amado de verdade?

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Eu quero amar de novo, mas não quero

Fonte de imagem: Scraps o valor da amizade
Um dia eu soube o que era o amor... achava que sabia, talvez.
Amor era a paciência, era a amizade, era o companheirismo, eram os sonhos que sonhávamos juntos, eram os filhos que queríamos ter... amor era a vontade que tínhamos de ter um espaço só nosso... Era a nossa luta, diária e sempre juntos para conquistar isso...
O tempo vem e destrói em uma única noite tudo aquilo que parecia certo, tudo que te dava a segurança sobre um futuro bom... Depositei todos os meus sonhos, minha fé, minha segurança, minha alegria nas mãos de alguém e fui abandonada... Do nada.
A noite chega e tira de você todas as respostas e teorias que você inventou sobre o amor... o amor não existe.
Não da forma que eu acreditava.
O amor não é tudo aquilo que sonhei.
Eu quero amar de novo, mas não quero.
Quero amar da maneira certa... Com meus próprios sonhos, andando com meus próprios pés, depositando em mim, e apenas em mim, os sonhos, a fé, a segurança e a alegria...
Sei que amor não combina com egoísmo, mas a decepção e a dor não combinam com o amor.
Eu quero amar de novo, mas não quero.

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Ainda... Pra sempre?

Fonte de imagem: Infinito Particular
Sinto falta do meu coração mais leve...
Sinto falta do abraço que acalma...
Sinto falta do sorriso bobo que eu não devia sentir falta...

Sinto falta das palavras doces...
Sinto falta da troca de email pra resolver problemas...
Sinto falta dos puxões de orelha, de alguém que cuide de mim...
Sinto falta até das mentiras que eu gostava de acreditar...


Sinto falta de tanta coisa que eu não queria sentir...
Sinto falta das mil coisas que eu não deveria sentir...

Falta das brigas, das reconciliações...
Falta até da raiva que me dava pela falta de tentativa, de iniciativa...

Sinto saudade...
E dói tanto...
Sinto saudade de alguém do meu lado, mas não pode ser qualquer um...
Precisa ser você...
Ainda... Pra sempre?

Se tudo passa... Quando chegará a sua vez?