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quarta-feira, 28 de maio de 2014

[Dica de filme] Idas e vindas do amor

Fonte de imagem: Adoro Cinema
Tava aqui de bobis curtindo minha greve.... Opa, dos rodoviários... Trabalhos terminados, nada pra fazer e esse filme aí passando na TV.
Sempre evitei assistir esse filme porque a sinopse não é o tipo de sinopse que me atrai.... Começa falando que o filme se passa no Dia dos namorados, uma data que eu não suporto (o único dia dos namorados que eu passei com namorado foi no ano em que ele terminou comigo, cara!). Enfim...
Comecei a assistir... o que me fez ficar pra ver o filme TODO foi um guri querendo perder a virgindade com a namorada... Aí ele vai pra casa dela, tira a roupa e fica lá esperando ela de boa, peladão, ensaiando com o violão... Não foi sexy, foi cômico.
O filme é muito bom... Conta a história de vários núcleos no dia dos namorados e tem de tudo... Um cara apaixonado pela amiga de infância, um cara que tem a mulher e a amante pra dar atenção, o casal virgem já citado, casal de idosos, casal de gay, o gurizinho apaixonado pela professora e, claro, o pessoal que odeia o dia dos namorados...
A única coisa que não fez sentido pra mim foi o núcleo daquele lobo de Crepúsculo... Tipo, o que ele fez nesse filme? Correu, deu cambalhotas e beijou uma menina. PONTO PRA ELE! MERECE O OSCAR ESSA PORRA!
Enfim...


SINOPSE (via Adoro Cinema)

Los Angeles, Dia dos Namorados. Reed Bennett (Ashton Kutcher) trabalha em uma floricultura e tem muito trabalho pela frente, já que este é um dos dias mais agitados na loja. Entretanto, antes de sair, ele pede sua namorada Morley Clarkson (Jessica Alba) em casamento. Ela aceita, o que deixa Reed eufórico. Ele logo deseja contar a novidade para Julia Fitzpatrick (Jennifer Garner), sua melhor amiga, que está apaixonada pelo médico Harrison Copeland (Patrick Dempsey). Julia trabalha como professora de uma escola, onde estuda Edison (Bryce Robinson). Ele também foi atingido pelo cupido e compra, na loja de Reed, um buquê de flores e um cartão musical a ser entregue para sua namorada. Edison mora com os avós, Estelle (Shirley MacLaine) e Edgar (Hector Elizondo), e tem Grace (Emma Roberts) como babá. Grace tem planos para perder a virgindade neste dia com seu namorado Alex (Carter Jenkins). O casal Willy (Taylor Lautner) e Felicia (Taylor Swift), amigos de Grace e Alex, estão apaixonados e demonstram isto para todos à sua volta. Liz (Anne Hathaway) é uma jovem secretária que está envolvida com Jason (Topher Grace), que apesar de gostar dela ainda tem receios sobre o que sente devido ao pouco tempo de namoro. Ambos trabalham para Paula Thomas (Queen Latifah), poderosa empresária que cuida da carreira de Sean Jackson (Eric Dane), um quaterback veterano. Kara Monahan (Jessica Biel) é a assessora de imprensa de Sean e detesta o Dia dos Namorados, já que sempre está sozinha nesta data. Em um avião estão Holden Bristow (Bradley Cooper) e Kate Hazeltine (Julia Roberts), que se conheceram em pleno voo e enfrentaram uma viagem de 14 horas para que estejam em Los Angeles exatamente neste dia. Em meio a todas estas histórias perambula Kelvin Moore (Jamie Foxx), um ambicioso repórter esportivo que foi designado por sua emissora de TV a cobrir o Dia dos Namorados.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

[Dica de filme] Meu mestre, minha vida

Fonte de imagem: Cantinho da educação
Eu já tinha assistido esse filme várias vezes na Sessão da tarde (o filme é de 1989, eu sou de 1986... Tivemos uma longa jornada juntos). Mas hoje eu assisti com um olhar mais crítico. Estávamos hoje na aula de Psicologia da Aprendizagem e a professora expôs várias histórias de conflitos professor X aluno. Daí, quase no fim da aula ela citou esse filme. Ela contando a história, eu já reconheci como um filme típico da Sessão da tarde, mas ela começou a fazer as críticas que cabiam à disciplina e eu me interessei por assistir de novo.
Eu ando meio ansiosa e nunca consigo terminar de assistir os filmes que eu começo... Mas, hoje foi bem diferente!
O filme aborda várias situações que acontecem realmente em escolas... A falta de limites dos alunos, a falta de disciplina dos professores, briguinhas de egos, questões políticas... O filme é de 1989, mas é tão atual!
Enfim... PERFEITO!

SINOPSE (via Cantinho da educação)
O filme tem início na década de 1960, onde o professor Clark muito carismático tem uma relação extremamente próxima e produtiva com seus alunos, mas por não concordar com algumas normas da escola e discutir com a equipe acaba indo embora. Após isso o filme dá um salto de 20 anos, a mesma escola está bem diferente: alunos violentos que inclusive agridem fisicamente os professores, traficam drogas entre si, um verdadeiro caos. O mesmo professor, agora mais maduro e experiente parece ser o único que pode reverter a situação e é designado diretor da escolae ao chegar demonstra uma postura extremamente inflexível chegando ao ponto de humilhar sua equipe, deixando bem claro que ninguém além dele fala em "suas reuniões". A relação orgânica com as equipes pedagógicas e administrativas é autoritária, poucos tem acesso a ele, que de certa forma se posiciona de forma superior diante de todos, decidindo sozinho como e quais ações serão realizadas.O envolvimento com a comunidade é de medo, ele quer manter distância.
Mesmo tendo boa parte da história ambientada na década de 1980 é um filme atual, sendo um belo exemplo da grave situação em que muitas escolas se encontram atualmente, e dos desafios que diretores, professores e todos os envolvidos no processo ensino-aprendizagem enfrentam, e que vão além da sala de aula.
"Meu mestre minha vida" é um filme que deve ser assistido também pelos profissionais da educação que ainda não são gestores, que muitas vezes criticam seus superiores sem conhecimento de causa, colocando-se somente na posiçao de vítimas em algumas situações em que acreditam sãp prejudicados, pois evidencia as muitas dificuldades e cobranças do cargo.
Não estou aqui defendendo a postura autoritária do diretor Clark, pelo contrário, acredito que o processo de gestão acontece de dentro para fora, para ser uma autoridade não é necessário ser autoritário, para obter bons resultados um gestor deve conquistar aliados, trazer a comunidade para dentro da escola, trabalhar em parceiria com todos os membros da comunidade escolar, mas existem regras, leis que devem ser cumpridas e é importante que todos saibam disso, diante disto a gestão deve ser transparente e acessivel, sem deixar de ser responsável, lembrando que lidar com relações humanas é uma arte, e essa sem dúvida é uma das muitas tarefas, e talvez a mais difícil de um gestor da atualidade.É interessante também que os alunos e pais de alunos assistam ao filme haja vista que foi inspirado em fatos reais, ou seja, muitas situações narradas na história ocorrem diariamente em nossas escolas.
O filme foi dirigido por John G. Avildson, o mesmo de Karate Kid e Rocky, dois grandes sucessos de bilheteria. Morgam Freeman, sempre competente e carismático é o astro do filme, dando veracidade ao personagem. Lean on me é o título original do filme, mas também é o nome de uma música gospel que é cantada em uma das cenas, o que evidencia muito do apelo religioso presente no filme, como se o diretor Clark tivesse sido enviado por Deus para salvar a todos.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

Não gostei - Par perfeito

Fonte de imagem: Amo Filmes
Acho que já falei aqui algumas vezes o quanto acho difícil acreditar em casais formados por Katherine Heigl... Bom, ela não colou ao lado do Ashton Kutcher...
A Katherine como atriz me lembra um pouco a Sandy... Aquela carinha que talvez seja boa pro drama, mas pra comédia nunca dará certo. Ela é muito sem graça, não sei explicar... Falta algo nela.
Quando li a sinopse do filme até me animei pra assistir, mas me lembrou, por alguma razão, outro filme fraquinho (na minha opinião): Mr. & Mrs. Smith.
Enfim, odiei essa merda... Tentem vocês assistir.

SINOPSE
(Via Wikipédia)
O filme conta a história de Spencer (Ashton Kutcher), que larga seu emprego de assassino profissional para se casar com Jen (Katherine Heigl), mesmo contra a vontade de seu futuro sogro. Três anos depois, Jen descobre seu ex-emprego depois que amigos, até de confiança, tentam matá-lo por 20 milhões de dólares oferecidos por uma agência secreta que queria reativar Spencer. Ao final, todos morrem e se descobre que o pai de Jen encomendou a morte do genro, mas tudo foi resolvido. Em meio a tudo isso, Jen descobre estar grávida do primeiro filho. Nos EUA, o filme foi lançado em 4 de junho de 2010, e arrecadou cerca de 98 milhões de dólares durante toda a sua exibição

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

Não gostei - Alexandria

Fonte de imagem: Biblioteca Comunitária Professor Waldir de Souza Lima
Recomendação de muitos amigos por mostrar um pouco da Biblioteca de Alexandria... Fui assistir.
Não suportei o tom melancólico da história... Odiei a discussão religiosa e acabei fechando o player no meio do filme...
Talvez o filme apenas não combine com o momento que eu fui assistir, mas achei chato demais!

SINOPSE (via Wikipédia)
O filme relata a história de Hipátia, filósofa e professora em Alexandria, no Egito entre os anos 355 e 415 d.C. Única personagem feminina do filme, Hipátia ensina filosofia, matemática e astronomia na Escola de Alexandria, junto à Biblioteca. Resultante de uma cultura iniciada com Alexandre Magno, passando depois pela dominação romana, Alexandria é agitada por ideais religiosos diversos: o cristianismo, que passou de religião intolerada para religião intolerante, convive com o judaísmo e a cultura greco-romana.
Hipátia tem entre seus alunos Orestes, que a ama, sem ser correspondido, e Sinésio, adepto do cristianismo. Seu escravo Davus também a ama, secretamente. Hipátia não deseja casar-se, mas se dedica unicamente ao estudo, à filosofia, matemática, astronomia, e sua principal preocupação, no relato do filme, é com o movimento da terra em torno do sol.
Mediante os vários enfrentamentos entre cristãos, judeus e a cultura greco-romana, os cristãos se apoderam, aos poucos, da situação, e enquanto Orestes se torna prefeito e se mantém fiel ao seu amor, o ex-escravo Davus (que recebeu a alforria de Hipátia) se debate entre a fé cristã e a paixão. O líder cristão Cirilo domina a cidade e encontra na ligação entre Orestes e Hipátia o ponto de fragilidade do poder romano, iniciando uma campanha de enfraquecimento da influência de Hipátia sobre o prefeito, usando as escrituras sagradas para acusá-la de ateísmo e bruxaria.
Além de narrar a vida e a morte de Hipátia, pode-se observar de forma nítida o conflito entre cristãos e pagãos. De um lado temos o cristianismo, ganhando força de atuação junto ao judaísmo; do outro temos a religião politeísta Greco-romana, com a adoração de estátuas (condenada pelo cristianismo), que representavam seus numerosos deuses. Por outro lado, é interessante observar como a mulher era vista. No cristianismo, o papel da mulher era de subordinação, mas Hipátia não se permitia ser subordinada a ninguém. Por ter se recusado a se converter ao cristianismo, foi acusada de ateísmo e bruxaria, julgada de forma vil e apedrejada. A história real da filósofa está no artigo Hipátia.