segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Eu também quero voltar...

Fonte de imagem: Ursinho de pelúcia - Tumbrl
Nos últimos meses tenho sido procurada com frequência na página, no facebook, no email, no twitter, no whatsapp... Pessoas que leram o blog e sentem falta de uma continuidade. Elas me pedem pra voltar a escrever e, cara, eu também tenho vontade.
Sinto falta demais de tudo isso.
Sinto falta de papos longos, de, ok, não ser lida por Deus e o mundo, mas sentir aquele alívio pós-desabafos.
Como terapia, o blog sempre cumpriu perfeitamente sua função e... eu preciso muito disso de novo.
Preciso desabafar, preciso não aguardar sentimentos ruins, que eu descobri que me engordam.
Sério, gente, tava andando pela livraria e vi um livro chamado "Escreva e emagreça" (leia sobre o livro no Blog da Carol --> Just Carol). Fiz uma leitura técnica, nada profunda e, basicamente, a autora (Julia Cameron) revela que o segredo pra emagrecer está em desabafar. Aí percebi que desde que parei com desabafos no blog (2013), eu ganhei nada mais, nada menos que... 20 kg.
Foi engraçado porque eu virei pras meninas do trabalho, que estavam comigo em uma atividade, e falei: eu engordei porque parei de escrever! É isso!
E naquela hora eu decidi voltar de verdade.
Palavras que não são expulsas engordam a gente.
Talvez a expressão "desembuche" tenha muito a ver com isso. Sabe? Desabafe! Não engorde!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Gente, eu não tava incomodada com minha gordura, mas depois de rasgar meu vestido favorito por estar acima do peso, depois de não ficar mais tão legal em algumas roupas... Aí sim! Aí incomodou bastante.
Eu preciso emagrecer e aos poucos voltarei normalmente com o blog.
Em nome da minha saúde física e emocional... Cá estou.
Me aceita de volta?

sábado, 3 de outubro de 2015

[Dica de Leitura] Fazendo meu filme: a estréia de Fani - Paula Pimenta


O livro foi indicação de algumas estudantes da escola em que trabalho e algumas adolescentes que seguem o blog.... Amei.
Sou do tipo que quando a pessoa fala que um determinado livro é a minha cara, já me distancio na desconfiança de que seja uma merda. Mas me surpreendi, viu? Me peguei envolvida em todos os dramas da Fani e compreendendo muito bem tudo o que ela sentia, porque... cara, todo mundo já se apaixonou por um professor e, bem, foram 10 anos tentando namorar meu melhor amigo.
E essa é a história de Fani: uma menina apaixonada por música e filmes, que é apaixonada pelo professor de biologia e demora a perceber o amor quase platônico de seu melhor amigo.... A história é bem mais que isso, mas não quero entrar em detalhes pra não dar muito spoiler do livro... 
A narrativa é envolvente de-ma-is. Você lê e já se imagina deitada em um quarto rosa comendo sorvete e ouvindo a Fani chorar.
Aliás, essa mania dela de cair no choro por tudo e falar, quase orgulhosa de cada vez que derrama uma lágrima.... Caaaaaaaaaaara, é tão eu, Luciana, Rosana e Gabriela! *-* Deu muita saudade, té doido.
E o que são essas entradas de capítulos com citações de filmes? 
Chorei de emoção vendo meu amado George sendo citado... enfim!


SINOPSE (via Skoob)
Tudo muda na vida de Fani quando surge a oportunidade de fazer um intercâmbio e morar um ano em outro país. As reveladoras conversas por telefone ou MSN e os constantes bilhetinhos durante a aula passam a ter outro assunto: a viagem que se aproxima. “Fazendo meu filme” nos apresenta o fascinante universo de uma menina cheia de expectativas, que vive a dúvida entre continuar sua rotina, com seus amigos, familiares, estudos e seu inesperado novo amor, ou se aventurar em um outro país e mergulhar num mundo cheio de novas possibilidades.
QUOTES (peguei emprestado de Amiga, nem te conto!)
“Cada batida do meu coração tem seu nome”.
“Eu sorri pra ele no meio das lágrimas, ele sorriu de volta, e eu percebi que ele estava certo. Aquilo era só o trailer. Agora era que o filme realmente iria iniciar.”
“Na minha cabeça só vinha um pensamento . A porta tinha sido fechada , trancando todos os meus sonhos . E quando eu abrisse de novo , não teria mais nada do lado de fora . Só o vazio”.
“Aquela voz fez com que eu sentisse exatamente o que não queria. Saudade. E saudade, eu descobri, não tem nada de romântico, como os poetas costumam descrever. Saudade é ruim, dói, sufoca, faz com que nada tenha graça e que a gente fique pensando na pessoa que a provoca o tempo todo”.
“Eu já tinha visto cada cena do filme umas vinte vezes, mas aquela sempre me despedaçava. A parte em que a menina saía da casa dele, completamente desalentada, atravessando a rua sem rumo, sempre me destruía”.
_________________________
♫ La Bamba  - Trini Lopez 

sábado, 12 de setembro de 2015

[Dica de leitura] Tamanho 44 também não é gorda - Meg Cabot



Queridos, que saudade!
A vida tá corrida, quase nunca ligo o meu computador e atualizar via celular é um saco. Peço desculpas pelo longo tempo sem postar, pela escrita que tá péssima. E... Como a pobre que sou, preciso dizer: "por qualquer coisa". rsrsrsrs
Antes de começar a falar, de fato, sobre este livro, preciso dizer que:
  1. Não se trata de um livro de auto-ajuda;
  2. Eu não visto 44, ainda;
  3. Heather não é infeliz por ser gorda.
Ao contrário de outras séries que eu perdi o interesse no segundo livro, esse segundo livro da trilogia da Heather me fez ficar ainda mais apegada a ela e com vontade de comprar os outros dois livros que vi que existem além dos três que eu comprei. Esse livro foi o meu "redespertar" (se a palavra não existir, avisa! É de minha autoria, então. Exigirei os direitos) para a leitura.
Enfim, deixa eu falar um pouco da história do livro antes de me despedir e ir dormir.
Neste livro a Cooper deu uma esperança ao meu coração adolescente de que ele ficará comigo com a Heather UHUHHHHHHHHHHHHHHHHHH.
No primeiro livro houve uma série de mortes provocadas por quedas estranhas no poço do elevador do prédio que, nesta sequencia, é chamado constantemente de "O Edifício da morte". No nº 44, acontece apenas uma morte. Assim que ela ocorre, todos os amigos da Heather ficam apreensíveis quanto a teimosia dela em iniciar investigações por conta própria.
 Heather.  Os olhos já apertados do investigador Canavan se fecham ainda mais. Não comece... eu repito. Não comece a ficar achando que você vai sair investigando por conta própria o assassinato desta menina. Isso é obra de uma mente doente e desequilibrada, e é para o bem de todos, principalmente o seu, que desta vez você deixe as investigações a cargo dos profissionais. Pode acreditar, temos tudo sob controle (CABOT, 2009, p. 37).
E a nossa gorda prodígio se lançará, óbvio, em mais uma investigação... Contrariando todos.
Eu gostei, gente. Gostei muito.
Espero que vocês também.
Pra quem gosta de mistério, acho bom não esperar o mesmo suspense do nº 42. No 44 é tudo muito óbvio.
Só pra fechar... Um das citações que eu achei mais fofa:
 Existem muitos tipos diferentes de família hoje em dia, pai. Nem todos são formados por marido, mulher e filhos. Algumas são formadas por uma mulher, uma cachorra, um detetive particular, o pai dela, a melhor amiga dela e as várias pessoas com quem ela trabalha. Isso sem falar no traficante de drogas da rua. Para mim, se você gosta de alguém, essa pessoa já se torna automaticamente parte da sua família, não?" (CABOT, 2009, p. 358)
Beijo.
Inté!

SINOPSE (via Skoob)
A ex-estrela pop Heather Wells está de volta, e como de costume vai se envolver em uma perigosa investigação. Ela é inspetora de um dormitório feminino da universidade de Nova York, e está acostumada com festas e brincadeiras estranhas das estudantes. Quando jovens começam a aparecer mortas no dormitório, Heather acha que pode ajudar, como já fez no passado. Mas quem está por trás desses assassinatos fará de tudo para se proteger e uma inspetora gordinha não ficará em seu caminho.
______________________________
P.s.: As citações do livro eu tirei do blog Pétalas de Liberdade. Visitem lá: http://petalasdeliberdade.blogspot.com.br/. 
♫ Noturno - Raimundo Fagner.

sábado, 22 de agosto de 2015

[Dica de Leitura] Após a tempestade - Karen White

Fonte de imagem: Skoob
Ganhei esse livro em um sorteio e não dei a ele o devido valor... Na verdade, até a página 100, achei o livro um porre, uma história sem sentido, cheia de mimimi... Mas aí o livro tomou a forma de um mistério muito envolvente.... E eu fui querendo saber o que aconteceu com a tal da Aimée.
Eu nunca li nada da autora, então já comecei a leitura cheia de receios. "E se for uma dessas meninas chatas que tiveram uma boa nota na redação e se iludiram de ser boa escritora?". Sempre penso assim quando vou ler o livro de uma autora que não conheço. Não li sinopse, nem críticas sobre o livro, comecei e fiz a leitura totalmente alheia sobre quem era a mulher por trás do livro, e, na verdade, não tive nem a curiosidade de ver a foto nela no fim do livro (eu sempre faço isso... Quando li Marley e Eu, passei o tempo todo olhando a foto de John Grogan pra aceitar que aquele cara estranho era o dono do cachorro e das palavras cativantes).
Enfim... Resumindo, o livro foi uma grande surpresa pra mim. E, com certeza, será para os amigos que o lerão. Principalmente os amigos que julgam o livro pela capa e que pensam que esse é um livro de auto-ajuda. kkkkkkkkkkkkkkkk.

SINOPSE (via Skoob)

Quando Julie tinha 12 anos, sua irmã mais nova desapareceu e nunca mais foi encontrada. Uma perda que corroeu os laços familiares e deixou sua mãe obcecada pela busca da irmã.
Já adulta e com um prestigiado emprego, Julie conhece Monica, que a faz lembrar muito de sua irmã desaparecida há 17 anos. Elas se tornam melhores amigas, uma amizade que começa como um processo de cura para Julie.
No entanto, uma fatalidade abate a amizade e Julie se vê responsável pelo filho de Monica. Ela decide levar o menino para Biloxi, Mississippi, para encontrar a família que ele não conhecera.
A partir dessa viagem, Julie descobrirá segredos que estão ligados a sua família e seu passado...

domingo, 2 de agosto de 2015

#DOEORGAOS Cartão de doador de órgãos!


Esse é meu cartão de doador de órgãos...

Muitas pessoas quando o veem perguntam como faz pra tirar.
Crianças, basta entrar no site do BOS (clique aqui) e preencher um formuláriozinho pequeno com informações básicas... Quais órgãos deseja doar, o contato familiar, se tem problemas de saúde que podem afetar os órgãos (hipertensão, diabetes), data de nascimento, endereço (pra você receber o cartão...).
É mais uma forma de mostrar a família a sua vontade!
DOE ÓRGÃOS!
SALVE VIDAS!


sábado, 1 de agosto de 2015

Ex-madrinha

Fonte de imagem: Gartic
Quando um amigo falou que alguns familiares dele eram chateados com ele por ter recusado ser padrinho de uma criança, eu me revoltei com ele. Achei que essa era uma atitude egoísta, apesar de todas as explicações que ele me deu na época.
Desde que crismei, recusei 3 convites para ser madrinha... Na crisma a gente aprende o verdadeiro significado do batismo e do que significa apadrinhar uma criança. Os convites eu recebi pelo motivo errado: porque éramos amigas, por eu ser a única católica que a pessoa conhecia, por estar desde o começo da gravidez ao lado da mãe e, o mais triste de todos os motivos, por ser besta a ponto de se permitir ser usada sem reclamar.... Sabe esses apadrinhamentos estranhos que você mal conhece a pessoa e percebe que tudo ela quer?
Alguns eu recusei na mesma hora, outros esperei que a criança nascesse e o último a ser recusado foi quase às vésperas do batismo, quando percebi que não tinha tempo pra criança.
Eu não queria ser uma madrinha de dar presente apenas, eu queria ser uma madrinha presente. De poder ir lá, poder passear com eles, brincar, ensinar as coisas da minha Igreja. Não queria aparecer uma vez na vida outra na morte e a falta de tempo e as cobranças foram me sufocando.
Quem me conhece sabe que meu único tempo livre é a noite, mas é o tempo que eu uso também pra normalizar, estudar e organizar a minha vida... além de descansar, porque sou humana.
Conversei com muitas pessoas sobre a minha agonia de não ser a madrinha que eu gostaria de ser, e todas me apoiaram na minha decisão. Embora de longe pareça egoísta, e a forma como eu disse talvez não tenha soado bem... talvez essa tenha sido a maior prova de amor que eu fiz a meus "ex-afilhados". Dei a eles a chance de terem novas e boas madrinhas... E dei ao meu coração a paz e a certeza de que não aceitei algo apenas pela conveniência.
Outro dia estava conversando com uma amiga que existe uma grande diferença entre você ser madrinha do filho de uma amiga e de alguém que já faz parte da nossa família. Porque uma criança da nossa família a gente sempre vai estar perto. Acho que esse é o correto, sabe?
Basta olhar em nossa própria casa. Minha madrinha, que é irmã de meu pai, sempre esteve por perto, acompanhando meu crescimento. Meu padrinho, que era um amigo de meu pai, me viu no batismo e no máximo 10 vezes depois dele.
Acredito que madrinha e padrinho tem que ser da família mesmo, porque antes de ter laços com os pais da criança, o padrinho precisa ter laço com a criança.
Os padrinhos dos meus filhos cresceram comigo em minha casa... não darei a ele um apadrinhamento de um laço temporário ou esporádico. Quero que eles tenham o acompanhamento de um laço eterno.
É bonitinho convidar amiguinhos pra serem madrinha/padrinho, mas vai contra o que acredito e essas experiências apenas reforçaram essas certezas em mim.
Enfim...  A vida segue.

domingo, 26 de julho de 2015

Meu amor, minha avó, minha irmã, minha bebê...

 

Já apaguei e escrevi essa postagem tantas vezes desde o dia 15/07... Dia em que ela se foi.
Sempre tive facilidade pra escrever homenagens para amigos, para meus cachorros, para meus irmãos, para os meus pais... Mas o coração aqui ficou dividido... Eu queria homenagear a vó de alguma forma, mas tinha medo de chorar.
Não quero falar dela de um modo triste, porque ela sempre foi pra mim a certeza de um sorriso. Às vezes escandaloso, às vezes falho, engasgado, choroso... mas sempre um sorriso.
Ela me ensinou a ser forte, mas chorava só de ver alguém chorar, então não chorarei. Porque ela também sorria só de ver alguém sorrir... Lembrarei apenas o que vivemos de bom. As noites que conversávamos até ela dormir, as histórias da infância dela que ela resgatava de um jeitão tão engraçado e tão dela... O jeito que ela me apertava cada vez que quase sem ar eu falava: "aperta, vó!", o tom medroso que ela usava pra pedir "SOSÓ, VEM DORMIR MAIS EU", as provocações na hora do banho, o jeitinho que ela ficava emburrada quando eu penteava o cabelo dela do jeito errado (porque nunca ficava bom se ela não pegasse o pente, jogasse pra frente e apertasse de um jeito que só os dedinhos dela faziam ficar bom)... Lembrarei dela sempre que olhar uma velhinha invocada de cabelo encarnado (vermelho), sempre que olhar um buda sentadinho ou que olhar uma rosa vermelha, bem grande, do jeito que ela sempre quis ter...
E quando a saudade bater, eu vou olhar nossas fotos, lembrar de nossos abraços e todas as vezes que eu pude gritar "TE AMO, VÓ!" e pude ouvir a resposta... Porque foi a última coisa que ela ouviu de mim e que eu ouvi dela... 
O que nos fortalece é a certeza de que agora ela está sob os cuidados de um Deus que é amor e paz. E que o "adeus" não existe...


domingo, 12 de julho de 2015

[Virei mocinha] Batons preferidos

Estou com preguiça de escrever... 
Buáaaaaaaaaaa....
Mas eu quero tentar postar...
Enfim... Preciso me afastar um pouco do trabalho pra não surtar, vou blogar rapidinho.
Antes de mais nada, quero explicar que eu não tenho intenção de ser blogueira de moda... apenas quero partilhar a minha experiência de ser mulherzinha... sim, me tornei.
Acho que é típico de quem sai muito com menino não ligar muito de se "travestir" (eu disse "acho" numa tentativa de mostrar que eu não generalizei... não preciso nem dizer que essa não é uma pesquisa científica, né?).
Como começou meu amor por batons... hummm... Começou com o batom de chocolate da avon (gente, não sou dessas loucas por maquiagem que sabe o nome de coleção e nome de cada tom, tenham paciência comigo), ele era baratinho, custava 5 reais e tinha o gosto maravilhoso, tanto que acabou rápido... comi o batom todinho.
Depois dele, comecei a comprar outros da mesma marca: café avermelhado, café (odiei, troquei por um da Quem disse berenice na primeira oportunidade), melancia, morango (parecem iguais, mas são diferentes) e.... chocolate. Mamãe brigou, me chamou de gastadeira. kkkkkkkkk Mas eram gostosos, literalmente...
Depois comecei a comprar batom só pra ajudar a moça  que trabalhava comigo... Ela vendia natura, comprei um quase laranja coral, um rosa bonito que sempre esqueço o nome Cereja... sempre comprava os baratinhos porque era uma bibliotecária pobre.
Só que um dia eu ostentei... comprei um Vermelho 40 que ela PRECISAVA VENDER... não deu pra fugir... eu, que só usava cor de boca, tive que mudar a cor da minha boca.
Passei muito tempo achando o batom horrível em mim.
Até que os outros começaram a falar que era lindo em mim o batom de puta [sic].
Só que me incomodava a sujeira que ele fazia.
Aí fui caminhando pro matte... e veio o sucesso... Quem disse Berenice.
São 12 cores, mas das doze eu destaco... vou escrever o nome aí volto pra dizer quantas: rosadili, uvali, veveli, vinheli e rosali... 5, né?
Antes disso, veio o fracasso do matte: minha irmã me indicou um matte que tem que fazer muitas coisas e ter os lábios perfeitos pra dar certo... Dailus. A segunda indicação dela veio como presente. Ela me deu um veveli o foi sucesso.
Enfim... 
Um dia eu volto pra falar mais detalhes desse meu momento menininha...
Segue umas fotos de minha exibição de batom.
Beijo, gatas e gatos!
UHUH! Consegui bloggar!!!


Uma foto publicada por Bibliotecária Escandalosa (@biblioescandalo) em
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sábado, 11 de julho de 2015

[Dica de leitura] La Lune - Lorena Silva

Fonte de imagem: Skoob
Aproveitando que o sistema está fora do ar pra postar algumas coisas com certo atraso... Fui nos rascunhos e encontrei algumas dicas sobre o que escrever.... Simbora.
Eu li o La Lune no começo do ano, acho...
Lembro que o livro me chamou atenção por ter uma linguagem que lembra muito o mangá. É uma história que a gente lê e já imagina desenhada em preto e branco. A Loh (aqueeeeeeeeeeela do blog da Loh) soube desenvolver bem a história, o mistério, o romance e... Cara, eu ia mandar um spoiler!
Quando eu li a sinopse atrás do livro, já imaginei que se tratava de uma história de "prostitutas que amam", algo meio Uma linda mulher srsrsrrs... Mas quando comecei a ler, senti vergonha, porque a própria Seraphine se queixa direto do preconceito com as garotas que trabalham a noite. kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Enfim...
Segue as sinopses... Boa leitura!

Fonte de imagem: Estranho mundo da Loh
SINOPSE (via Skoob)
La Lune - Seraphine leva uma vida dupla. À noite é a principal dançarina do “La Lune”, um famoso clube Noturno que fica no centro da cidade e durante o dia, é uma quieta e introspectiva jovem vivendo num apartamento com um gato e alguns livros. 
Jovem, bonita e talentosa, a estrela do “La Lune” é alvo de uma evidente paixão por parte de Adrian, seu protetor e chefe e também da inveja de Lara Lovely, uma companheira dos palcos que não perde a oportunidade de atazaná-la pelos corredores do clube.
Sua vida começa a mudar quando, Ian, um estudante de psicologia inteligente e amigável, muda-se para o apartamento diante do seu e começa aos poucos a transpor a barreira de quietude e rotina em que Seraphine vive oferecendo a ela sua amizade e apoio, ficando ao lado dela mesmo quando um segredo antigo começa a revelar a estranha natureza das pessoas ao seu redor fazendo-a perceber que nada afinal, é o que aparenta.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

Foi amor à primeira vista

Fonte de imagem: Glossario.tumblr
Foi amor a primeira vista... Quando ele entrou na biblioteca e lhe mostrei meu exame de HIV, meu coração parou com seu sorriso sem graça.
Eu quis roubá-lo pra mim... Quis tomar os seus beijos, quis sumir em seus abraços... Quis tanta coisa e apenas quis.
Quis colocar aquele sorriso em minha estante e guardar pra sempre em minha coleção de muitos outros sorrisos que vieram depois desse.
Com o tempo, quis dar sumiço a sua ansiedade. Prendê-lo em meus braços para fazer aquele sorriso eterno... Pequenos segundos de liberdade... Muitas horas de doces lembranças.
Amor não correspondido...
Amores não correspondidos às vezes são doces, mas o tempo os faz amargar... E leva embora todos os sonhos, leva embora todas as certezas, leva embora o amante pra longe de seu amado.

terça-feira, 26 de maio de 2015

#Projetoquesefoda - Viva a liberdade, abrace um chocolate!

Fonte de imagem: MessyNessy
Já fui complexada de não usar uma roupa por causa da barriga, chorar rios por não ter 2 metros de pescoço, parar de comer pro peso da balança não parar de dar a numeração positiva que seria um sonho em minha conta bancária, de responder "estou gorda" quando os outros só queriam saber se estava bem... Hoje gosto tanto de mim do jeito que sou que causo nos outros a famosa "vergonha alheia". Hoje rio do que antes me fazia chorar. A gravidez? Faça logo meu baby chá. O pescoço curto? Tenho síndrome de tartaruga, e daí? Dieta? Pra viver de cara amarrada e infeliz? Que se exploda! (Literalmente).
São eles que dizem que eu preciso emagrecer, são eles que debocham do meu pescoço curto, são eles que fazem piadas com o tamanho do meu bucho.
Os mesmos que quando eu chorava falavam que isso era bobagem, eu era linda, não liga pro que os outros falam... São eles, hoje, os outros que só existiam em minha cabeça.
São eles que emitem opiniões não solicitadas, querem ser o nutricionista que não estou a fim de pagar, mandam eu me exercitar sem nem levantar a bunda da cadeira. São eles os outros que antes existia em mim.
- E a academia, Soraya?
- Continua ali na esquina esperando você pagar pra mim.
Tem gente que te vê comendo e fica "olha, por isso que tu é gorda", os olhos da pessoa lacrimejam e a baba escorre de sua boca... 
Cara, quer meu chocolate é só pedir.
Seria mais fácil se cada um cuidasse de si e não vivesse tentando tirar o sabor da vida do outro.
Viva o chocolate.


sábado, 23 de maio de 2015

[As coisas da bibliô] Dicas e gambiarras pra normalização - Pré-textuais sem numeração

Olá, pessoas...
Hoje vim trazer pra vocês uma dica de normalização (a nossa primeira de muitas).
Bom, todas as minhas amigas (que graças a Deus estão trabalhando muito) me perguntaram como é que eu faço pra deixar as primeiras páginas (Pré-textuais) sem numeração.
Hoje escrevi um email pra uma dessas amigas, e vou usá-lo pra tentar explicar pra vocês... Tô com muito sono... Se não entenderem, me avisem pelo Disq.us!
É meu primeiro tutorial, então, não riam! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
É bem simples.
Se tu trabalha com quebra de páginas, é mais fácil ainda, porque é um processo bem parecido com esse.
Tu joga tudo no word e coloca o cursor após o último item da página não numerada.
Assim:

Aí, tu vai em "Layout de Página" - "Quebras" e clica em "Próxima página".
Daí a Introdução vai pular pra outra página, iniciando uma nova seção.


Agora, tu tem que desvincular uma seção da outra. 
Pra isso, tu clica no cabeçalho, e vai aparecer um menu de cabeçalho. Aí tu desmarca a opção destacada "vincular ao anterior".

Aí, tu vai em "inserir número de página" nessa mesma guia aberta, e adiciona normal (configura de acordo com a norma), mas depois formata indicando em que página vai começar a numerar essa seção. Ou seja, tu vai indicar onde a numeração vai aparecer, e depois vai indicar o número de página em que começa.


Depois, tu clica onde é o cabeçalho do sumário, e apaga a numeração dessa primeira sessão toda (só apagando a página do sumário... TCHARAM!).
Deu pra entender?
Espero que vocês tenham gostado... Em sala de aula a gente só aprende a ler e fazer o que diz a norma, mas, pelo menos pra mim, foi complicado colocar na prática em word...
Bom, se vocês tiverem mais alguma dúvida específica, pode mandar pra meu email solcarvalho86@gmail.com.
Beijo e até a próxima!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

[As coisas da Bibliô] Dicas e gambiarras pra normalização - pequenas dúvidas...

Fonte de imagem: Toda Letra
Quando criei esse tópico no blog, meu objetivo era aprender mais e ensinar o que sei... A maior parte das dúvidas que me mandam é em relação ao uso do word, como aplicar a norma no word! Eu fui abençoada com um professor lindo de informática, me apaixonei por ele e, tipo, tentei ser a melhor aluna da turma pra impressioná-lo... Daí aprendi truques básicos... rsrsrs Aprender a mexer no word requer uma grande motivação... E, tipo, ele era lindooooo... 1,84 de altura (vi no orkut dele) kkkkkkkk...
Voltando!
Tô tentando responder o "baseado em quê eu me sinto gabaritada pra responder dúvidas"... Baseada em nada. Eu exponho o pouco que sei na esperança de também ter respostas! Eu não sou profissional, não consegui me formar ainda, mas tive um bom curso de informática, sou curiosa e continuo aprendendo!
Dúvidas de normalização eu respondo o que sei, o que não sei demora mais, eu busco livros, profissionais... tento ajudar, mesmo que demore dias!
Minhas colegas de turma sempre me procuraram pra tirar pequenas dúvidas e eu sempre respondi... Resolvi fazer isso com os leitores desse blog. Afinal, ajudar os outros é uma forma de estudar, e eu sou estudante! Bora!
Qualquer coisa me emeia! solcarvalho86@gmail.com.
Enfim, depois de longa explicação desnecessária... E uma pouco de ... MEU DEUS! JAY VAQUER TÁ ON NO SKYPE!!!!.... voltamos às dúvidas!

:: Colocar nota de rodapé

Muita gente me pergunta isso... Vou tentar achar aqui como colocar no modo normal, pois eu só sei por atalho. Eu coloco o cursor depois da palavra que puxa a nota e teclo Ctrl+Alt+F. Tudo junto (segura as três teclas). Aí fica automático. Antes eu tinha dificuldade, porque a bibliotecária que trabalhava comigo dizia que tinha que ser 3 centímetros, mas ficava 5! Mas parece que a norma mudou... Fui confirmar pra não falar besteira em nome dos outros (que profissional!). Veja a norma de Trabalho Acadêmico:
5.3.1 Notas de rodapé
As notas devem ser digitadas ou datilografadas dentro das margens, ficando separadas do texto por um espaço simples de entrelinhas e por filete de 3 cm, a partir da margem esquerda.  ~> NBR 14724/2002

5.2.1 Notas de rodapé
As notas devem ser digitadas ou datilografadas dentro das margens, ficando separadas do texto por um espaço simples de entre as linhas e por filete de 5 cm, a partir da margem esquerda. Devem ser alinhadas, a partir da segunda linha da mesma nota, abaixo da primeira letra da primeira palavra, de forma a destacar o expoente, sem espaço entre elas e com fonte menor. ~> NBR 14724/2011
Como eu disse, quando eu não usava esse atalho, eu inseria a nota de rodapé, dava underline até dar 3 centímetros, teclava enter e escrevia.  =P
No Word XP, eu não sei... 
Mas no Word 2007, tu coloca o cursor depois da palavra que puxa a nota e vai na guia referência - e clica em inserir nota de rodapé!


:: O ponto pós-citação

Perguntaram se o ponto após a citação vem antes ou depois das aspas...
Cara, outro dia tive um problema com um cara que eu tava "orientando" exatamente por isso. O ponto é antes e depois da aspas. Só que essa não é uma norma da ABNT... No item 5 (Regras gerais de apresentação ~> NBR 10520/2002), há uma nota de rodapé que diz: "O uso do ponto final após as citações deve atender às regras gramaticais.". Isso é uma coisa que me deixa muito na dúvida também... Mas, sempre vejo os exemplos da própria norma e sigo.
Veja o exemplo da norma de citação: 
“Não se mova, faça de conta que está morta.” (CLARAC; BONNIN, 1985, p. 72).
Se você não sabe usar aspas como eu, recomendo a leitura do texto do Recanto das Letras... 
Achei agora o Blog da Euzébia Noleto... Muito bom! ~> Aspas: antes ou depois do ponto?

Eu ia tirar mais dúvidas, mas me inspirei monograficamente... Então... Cuidar de mim!
Mandem suas dúvidas que eu responderei em outra oportunidade!
Me pediram dicas de vídeos e artigos... 

Espero que tenha ajudado!
=*

terça-feira, 5 de maio de 2015

Pra onde aponta o girassol?

Fonte de imagem: Os confundidos
Passei muito tempo me prometendo não amar mais ninguém... Um amor quando não dá certo destrói a gente...
Mas o tempo passou e mais uma vez cai na armadilha.
Foi o tom da sua voz que me encantou primeiro... o som parecia veludo e o tom era doce... Ouvi-lo passou a ser meu conforto. Era ele que eu procurava quando desanimava, era ele que eu procurava quando algo não dava certo, quando tinha dúvidas, quando algo me deixava feliz, quando me deixava triste, se precisava rezar.
Depois disso vieram outras coisas... Me encantei pelo olhar, me encantei pelo cheiro, pelo toque suave de suas mãos, pelo beijo e por sua pele quando encostava na minha. O toque era muito gostoso, não tem como explicar... e o contraste de nossas mãos juntas era lindo... Eu amava.
Eu jurava que jamais me apaixonaria de novo e acabei caindo numa armadilha... Lá estava eu, de olhos brilhantes e pés fora do chão... Lá estava eu desejando e pedindo seus beijos... E aos poucos as coisas mais simples foram virando brincadeira e as brincadeiras viraram amor.
É assim que se chama todo aquele desejo de estar junto apesar de todos os defeitos, né?
Vou sentir falta de tudo... De toda a atenção que me deu nesse 1 ano... Saudade das saídas, da companhia constante, da certeza de respostas e do beijo que me deixava no céu... Acho que até de rezar as ladainhas vou sentir falta... Talvez a única coisa que não me fará falta seja o comportamento que pôs fim a tudo.
Um dia ele falou que o sol se virava pra mim como um girassol virava pra ele... Mas na verdade, eu me virava pra ele como um girassol virava pro sol... E agora? Pra onde aponta o girassol?
Por que fim de relacionamento tem que ser tão sofrido?

quarta-feira, 29 de abril de 2015

[Skoob] Balanço literário*

Fonte de imagem: Skoob para Iphone
Olá, pessoas...
O Skoob nos convidou a fazer um balanço literário do ano de 2014, e, depois de ter meu nome indicado por várias amigas, resolvi fazer.
Então... bó lá...
Em 2014 li apenas 19 livros e... não me senti tão empolgada pra ler por causa de alguns problemas pe$$oai$... Tive que correr mais atrás de grana e a leitura por lazer ficou de lado... Assumiu a leitura de obrigação, que eu não registro no skoob.

1) O melhor livro que li este ano:
A vez da minha vida (Cecelia Ahern)
2) Surpreendeu positivamente:
Divã (Martha Medeiros)
3) Surpreendeu negativamente:
As crônicas de Nárnia (C.S. Lewis)
4) Abandonei, mas vou dar uma chance:
A conspiração franciscana (John Sack)
5) Leitura boa, mas difícil:
O retrato de Dorian Gray (Oscar Wilde)
6) Chorei de soluçar:
Nenhum... Eu leio mais comédia romântica...
7) Divertido:
Divã (Martha Medeiros)
8) Próxima leitura:
Harry Potter e a ordem da Fênix (J.K. Rowling)


9) Quero ler, mas ainda não tenho:

Mamãe Walsh (Marian Keyes)
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P.s: Encontrei essa postagem nos rascunhos e só hoje resolvi publicar.

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Eu queria voltar, é sério!

Fonte: O mundo através das lentes
Oi, gente....
Tava dando uma olhada no blog e deu um pouco de saudade de escrever nele... Estamos sem atualização periódica desde outubro, estou sem escrever sério desde outubro e não sei dizer qual é exatamente o motivo.
Maaaaaaaaaaaas... assim como parti sem uma explicação lógica, eis que volto.
TCHARAM!
Novidades?
Bom, não tenho muitas não...
Queria retomar o projeto 6X6... acho que devo desde outubro... CARACA, EU DEVO DESDE AGOSTO!
Vou perguntar pras meninas se eu ainda tô participando.
EU TÔ PARTICIPANDO!
Tenho que correr...
Mas, espera... faltam 4 dias.
Vamos conversar sobre as novidades... o que aconteceu comigo desde o "fim" do blog....
Bom, pra começar... Meu pai sofreu um AVC e isso mudou completamente a rotina da minha família. Ficamos 2 meses sem ver nossos pais, tivemos que amadurecer um pouco... dar conta das coisas que antes ele e minha mãe cuidavam.... Era um medo constante e joelhos no chão diariamente... A fé se fortaleceu e hoje meu pai e minha mãe estão em casa.
Meu pai tem demonstrado uma força e uma fé cativante... E uma teimosia inspiradora... Gente, ele teimou outro dia em dirigir... Parece uma coisa tão simples falando assim, mas meu pai teve AVC ficou com a fala e os movimentos um pouco prejudicados... Mas o pai tá indo trabalhar, volta e meia inventa de fazer alguma coisa como essa de entrar no carro e dar uma volta no bairro. rsrsrsrs 
As pessoas volta e meia me perguntam como ele está... E ele está com uma recuperação espantosa. Fazem só 5 meses e ele já anda, fala... Às vezes se enrola um pouco, mas tá recuperando. Há 5 meses meu pai estava numa cama de hospital sem andar e sem falar... Enfim! Temos tanto o que agradecer a Deus! 
Saí do emprego. O contrato da UEMA acabou, mas, como Deus é bom, passei apenas 1 mês desempregada (mas foi 1 mês de muita normalização... faturei 7 vezes o que eu ganhava lá).
Se o desemprego durou 1 mês... Comecei a trabalhar numa escola particular, mas não como bibliotecária... Aí vem uma questão básica a ser rapidamente discutida... <discussão>Eles me contrataram para ser secretária escolar, mas por um valor mais alto do que se eu fosse contratada para bibliotecária (estou comparando com as propostas que recebi nesses 2 anos de formada).</discussão>.
Surgiram muitas histórias de que eu tava na pior porque parei de escrever aqui e escrevia menos no face... Bom, eu estou muito feliz. Me sinto mais segura... Estou empregada, meu trabalho tem sido muito elogiado, estou concluindo uma pós, estou namorando....
Quanto ao coração... Não sei se vocês lembram do cara da rosa, dos chocolates e do poema... <3
Acho que Deus me enviou um anjo...
Ele cuidou tanto de mim nesse período, que apesar de todas as diferenças e das várias brigas... eu não me vejo longe dele.
Sobre os livros, filmes e música... foram muitos.... Eu nem consigo lembrar quantos li e assisti sem indicar aqui....
Voltei hoje... Assim que eu for lembrando, eu posto pra vocês.
Ah.... perdemos a Mel Leka Secca.... Mas antes ela nos deixou 6 cachorrinhos! 3 foram doados... E 3 ficaram conosco. Volta e meia ameaçam levar embora meus cachorros, mas tudo indica que esses 3 suricates vão ficar conosco.
AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, E FINALMENTE GANHEI MEU QUARTO!
Papai me devia isso desde a época da minha monografia... Conseguimos! kkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Já chega, né?
Será que foi um bom recomeço?