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terça-feira, 29 de abril de 2014

Bate-papo temático - "Padizê, né?" com Ruan Marcus*

Fonte de imagem: Mulek.com
E do que o mundo precisa?
Mais amor e menos religião....
Acho que o mundo precisa de pessoas que sejam mais sinceras consigo mesmas e com os outros nada desse negócio de eu amo todo mundo, eu sou bonzinho, etc.
Acho que o mundo precisa de mais carinho e menos falsidade... As pessoas são falsas demais... E confundem carinho com educação...
Sei lá!
Acho que deveríamos ser mais honestos com nossos sentimentos...
Acho que o mundo seria melhor se as pessoas parassem de disfarçar que gostam de alguém quando na verdade não estão nem aí
Sabe porque digo isso??
Acho que sim... As pessoas estão mais preocupadas consigo do que com o próximo... Há muita preocupação de "padizê".
'Padizê'?? Explica isso...
"Padizê" é uma coisa que eu falava quando era criança, brincando de boneca... "Padizê que eu tenho carro, né? Padizê que isso aqui é meu carro, tá?"... É quando a gente usa muito a imaginação e tenta convencer o outro de que aquilo existe.
Ah, sim! "Padizê" que gosto de todo mundo vou fazer isso, vou fazer tudo pra agradar as pessoas, etc 
É isso mesmo!
Às vezes alguns amigos que eu tenho e alguns familiares ficam dizendo: "Ah, porque tu não fala com fulaninho de tal, etc, etc"... Se eu não me sinto bem, porque sou obrigado a falar?
Isso é muito desagradável, ter que fingir algo por conveniência.
Já me decepcionei com muitas pessoas por causa disso.
Eu também...
Tem gente que vive de Padizê em excesso...
Outro dia escrevi no face que a gente vive tanto pra outros, por outros, que já não sabemos quem somos.
É por isso que não somos nada.
Acho que o mundo precisa de pessoas de verdade
Respeitar seus próprios sentimentos é um passo importantíssimo pra tornar o mundo um lugar melhor.
O "padizê" é mantido por todos nós quando fingimos gostar de algo ou alguém.
O "padizê" era uma coisa que deveria ter sido deixada na infância...
Eu acredito que o "padizê" da infância é só um ensaio para o da vida adulta. Quando somos crianças não ligamos muito para o que os outros pensam, a gente acaba fazendo muito coisa 'de criança'. No "padizê" da infância a gente já vai aprendendo que a gente pode fazer com que algo pareça outra coisa que não é, aprendemos a disfarçar!
O que tu acha?
Acho que deveríamos parar de brincar com a vida e com as pessoas... Seria mais fácil!
Mas será que o mundo precisa apenas de uma mudança de postura? Será que ele precisa só de menos "padizê"?
Pela aparente "organização" que o mundo tem hoje, um pouco menos de "padizê" será suficiente, para pelo menos diminuir as mazelas.
Se, por exemplo, o dinheiro que o governo investe na copa, em eventos, obras só de "aparência"  (padizê que o Brasil é 'desenvolvido' nem sei quem inventou esse tal de desenvolvimento) e fosse investido em educação isso já melhoraria alguma coisa.
Não sei se fui claro, mas esse é meu ponto de vista...
Parar de "padizê" que somos felizes e lutar pra ser...
Parar de "padizê" que somos honestos e começar a ser...
Encarar a vida com maturidade, e parar de brincar de faz de conta... Não estamos bem! Pra quê fingir que tá tudo perfeito?

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* Ruan Marcus é meu miguxo de trabalho. Estudante de psicologia pela Universidade Federal do Maranhão e autor do blog "Confissões de um jovem solteiro".
** Publicado originalmente em 16 de julho de 2012.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Bate-papo temático - Não preciso provar nada a ninguém! - com Thó*

Fonte de imagem: Doce feito pimenta
Por que tu acha que a gente se justifica tanto? Tipo, falam mal de mim e as pessoas acham que eu tenho que ir lá dizer pra pessoa que eu não me importo, quando eu posso muito bem ignorar as coisas...
De fato... eu não sei aí no Maranhão, mas aqui no Ceará tem muito isso de ter que ter a última palavra.
Aqui também é assim... Há uma necessidade de se mostrar superior....
O ultimo a falar é o mais esperto! E é o último porque é como se ele tivesse calado o outro....
Eu acho o último o mais estúpido!

Aqui tem inclusive uma mania de se pensar no que se deveria ter falado depois da discussão
tipo: "eu devia ter dito isso", e todo mundo "é mesmo, ia ser ótimo", e o cara nem está mais lá.

Em discussão eu tenho isso... Chamo de Síndrome da resposta retardada! Só aparece depois que o caso morreu.
Os franceses chamam de 'ideia de escada', a ideia que você tem descendo as escadas, indo embora de uma discussão.
Eu prefiro discutir mentalmente... Matar mentalmente!
Ahhahahahahahhahahahahhahahaha... o que é um outro tipo de prazer.
Eu acho coisa de boçal ficar se justificando.... Fazer um discurso enorme pra dizer: "Olha não me importo". 
Não sei se é boçal... mas é a coisa que revela o oposto. Concordo com você: o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença.
Acho que o silêncio é a melhor forma de mostrar que não me importo.
Na Biblioteconomia eu fui muito julgada pelo nome do blog.
Criei um texto padrão: "no primeiro dia chorei, no segundo dia pensei, no terceiro dia eu morri de rir... Como são idiotas!"
Algumas pessoas entendem o tom irônico da frase, outras acham que isso prova que eu sou besta e espalham por aí que eu andei chorando por causa delas. ¬¬'
Ahhahahahahhahaha onde há linguagem há mal-entendido. Ser humano é um bicho complicado demais.
Aqui no Maranhão o povo tem a mania de dizer: "Fulano disse isso e isso de ti.. Eu não deixava!".
É... aqui também.
Já atiçando as discussões!
Tem muito isso de não levar desaforo pra casa. O que é uma desgraça!
Mas é mais um berro também: "ÉEEEEEEEEEEEEEEGUA, DOIDO! EU NÃO DEIXAVA..."!
Sabia que eu tenho uma cicatriz de 5 pontos na cabeça por conta dessas besteiras? 
Um cara me deu um empurrão. Eu devolvi. tava tudo por isso mesmo, eu tava conversando tranquilo, quando gritaram pro cara esse mesmo "ÉEEEEEEEEEEEEEEGUA, vai deixar, vai deixar?!!!". O cara veio com uma rasteira, caí de cabeça no chão.
A postagem já tá grandinha... quer encerrar?

Pode ser!
Pões uma moral para as crianças!

Crianças, acredito que justificativas só alimentam discussões.
E é por isso que esse negócio de ter a última opinião não é legal: pessoas podem se machucar!
Eu não terminei...
Em alguns casos, engulo o orgulho e peço desculpas mesmo estando certa. Em outras eu silencio.
Já me embananei muito com justificativas... Hoje ofereço o meu silêncio pra continuar ouvindo ele.
É a coisa mais sábia a se fazer, muitas vezes.
E tu?
Finaliza!
O que tu faz diante de uma provocação? Ganha 5 pontos?
kkkkkkkkkkkkkk

Bem, eu concordo que quem realmente não se importa, não se manifesta. A não ser que a discussão seja sobre quadrinhos, eu deixo passar mesmo. sou um pacifista. hahahah
Ah, porra... sabia que tu ia puxar a propaganda!


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♫Não sonho mais - Oswaldo Montenegro
* Thó é meu psicólogo de hangout... me ajuda pá porra nas paradas da minha TPM...  Thó é colaborador do blog "Quadrinhos em questão".

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Bate-papo temático - Amizade virtual e virtuosa... - Com Thó*!

Fonte de imagem: Comendo e vomitando ideias
Tenho pouca experiência com amizades a distância... Na verdade nunca tinha feito isso, e quando comecei vi que me sentia mais a vontade com os amigos de longe do que com aqueles do dia-a-dia.
Com certeza tem um certo charme, da saudade, por exemplo.
Ou de você poder sei lá... despejar um bocado de coisa pra um ilustre-semi-desconhecido antes mesmo que os laços possam se estreitar.
A maioria dos meus amigos são de rede sociais... Os primeiros foram de Twitter... Depois da rede do OTM e por último do facebook... Eu gosto de falar sobre tudo com eles, principalmente os mais cultos.
Sabe aqueles caras que num chegam dizendo que tu é mó gostosa e eles querem pá em tu.
Eu tenho preconceito... Se o cara diz "oi, gata/linda/tc de onde", eu bloqueio.
É, redes sociais super servem pra isso mesmo... eu tentei me aproximar de artistas e críticos. Mas não rolou. Mas serviu muito pra manter amizades antigas que o tempo afastou. E, por incrível que possa parecer, nunca chegou nenhum cara me chamando de gatinha linda. Então não tive que exercer tanto quanto as moças a arte de bloquear inconvenientes. Apenas não aceito desconhecidos, geralmente.
Eu tenho 2 perfis...
Quando eu vejo que a amizade vale a pena, eu adiciono no outro.
Nos dois você fez o mesmo tipo de amizades?
Não... Em um, só amigos muito próximos, no outro pessoas que não conheço.
Boa estratégia, creio.
Isso de amizade distante é curioso: lembrei agora de um site, no qual me inscrevi pra exercitar meu alemão, que você trocava e-mails com alguém do outro lado do mundo.
Livemocha
Eu já tive um livemocha... Cheguei a falar por vídeo com um italiano.
Lembro que do nada, num momento meio difícil que passei, chorei minhas mágoas em alemão e inglês. Foi muito bacana encontrar gente solidária do outro lado do Atlântico. 
Mas no meu caso só escrevia. Aliás: acho que esse componente desconhecido é grande parte das amizades á distância.
Lembro de um amigo que uma vez recebeu uma ligação, atendeu, ninguém respondeu... o número era desconhecido. E aí ele começou a falar de toda a sua vida pro desconhecido do outro lado que só respirava. Vá se entender, né? Mas acho que isso do desabafo é importante para algumas pessoas.
Uma vez me mandaram uma mensagem. Eu não reconheci o número, mas perguntaram como eu tava!
Cara, eu desabafei.............
No fim do dia eu descobri de quem era o número e não foi legal.
Pois é... Acho que as instituições reconhecem isso: é parte do que faz a confissão ser efetiva e é parte do que permite a relação de análise com o psicólogo também, essa relação com outro ser humano que não é próximo.
Mas, claro, há o risco: quando você não conhece a pessoa ela pode usar essas informações para o 'mal'... no caso dos psicólogos, tem um código de ética para garantir que isso não aconteça e no caso da igreja tem um código semelhante também, salvo engano. mas quando é uma iniciativa tomada entre duas pessoas no encontro sem mediação institucional, há riscos.
Há riscos entre a gente?
Acho que é por isso que a gente sonda né? O tipo de informação que partilha pra ir vendo se a pessoa é confiável, sei lá...
Quando eu falei: "peraí, vou cagar"... O que tu podia fazer?
Nada, acho...depende da informação que a pessoa passa, e de para quem passa.
Hummm
Tipo, todo mundo vai ao banheiro, por mais que soe estranho se ouvir, mas não é uma confissão.... e também... depende de se a outra pessoa também se abre com você, né?
Todo mundo faz sexo
hahahaha
Por mais que não fale também.
Nem todo mundo. Tem quem faça nunca, ou pouco...
Tá, não joga na cara...
Acho que por isso que é tabu, é o único instinto 'opcional'. Tipo... se você não se alimenta, morre... mas dá pra viver uma vida inteira sem fazer sexo né?
Péra...
Dá não não...
hahhaha
Tem quem passe ué...
Enfim... Acho que amizade a distância (era esse nosso assunto Thó), dá certo exatamente por não vermos a cara da pessoa todo dia.
A gente acaba falando mais do que devia, porque ela não olha nossa cara (quando não rola webcam).
Sim, sim, acaba que às vezes a distância deixa a gente mais a vontade.
E é como uma amiga disse: se quem mora longe morasse perto, seria vizinho e seria tão chato quanto um.
Fora que, digitando as pausas não são constrangedoras
kkkkkkkkkkkkk
A gente pode simplesmente ignorar o que não gosta
O post tá enorme
Concluindo......
Quais tuas palavras finais?
Acho que amizade à distância rola sim e pode ser ótima, mas tem um funcionamento diferente das amizades próximas. E você, que conclui desse papo?
A gente não daria certo se tu morasse perto.... Minha TPM é horrível na vida real.
hahahahah, ela é horrível digitalmente também.
...
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* Thó é meu psicólogo de hangout... me ajuda pá porra nas paradas da minha TPM... É chato e queria revisar tudo... Odeio ele. Hunf! O abestado num deixou nem eu botar o link do blog dele!!! Deixou nem eu tirar nossa foto de caneca no Hangout!

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Bate-papo temático - "Lições silenciosas" com Ruan Marcus

Fonte de imagem: Rascunhos

Existem pessoas capazes de dizer que nada aprenderam com seus pais... "Não existe diálogo", "eles nunca se interessaram em ensinar nada"... Como se tudo o que se vive devesse ser dito, como se todas as lições devessem ser gritadas.
Nunca aprenderam nada com os pais?
Que pessoas mais estranhas...
A forma como a gente se relaciona com os outros, acredito eu, começa a se desenvolver na nossa relação com os pais...
E aprendizagem não é conhecimento, a gente aprende maneiras de ser com nossos pais.
São lições silenciosas, que nos são dadas com cuidado... O que nossos pais nos ensinam não é um estupro mental, ideias impostas... Eles até tentam rsrsrs... Mas há nosso filtro...
Meus pais me ensinaram muita coisa...
Me ensinaram que os estudos são importantes para me tornar alguém, mas a ausência de estudos não tornam a pessoa menos que eu.
Respeitar o próximo não foi uma coisa que aprendi na escola, aprendi vendo meus pais respeitando e assim segui.
Pois é. Eles também nos ensinam que nem tudo sabem, que ninguém sabe. Nos ensinam em silêncio, nos ensinam apenas olhando...
Quando a gente cresce eles nos ensinam ao poucos como é o mundo para eles e, dependendo da família, você pode escolher ir junto ou não.
Lições silenciosas que são sempre ignoradas... É mais fácil dizer que nada aprendemos com nossos pais, é tudo nossa personalidade!!!
É mais fácil culpar alguém por nossos erros do que parar, observar, pensar sobre o que é visto e fazer a escolha certa!

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Bate-papo temático - Preconceito, conceito e falta de assunto - Com Ruan Marcus*

Fonte de imagem: Não há liberdade, apenas uma nova divisão
Muitos religiosos se baseiam na Bíblia pra julgar alguém. 
Dizer que isso é certo e aquilo errado! Minha religião está mais próxima da verdade do que a tua, etc.
Mas ninguém vê as questões mais... Práticas dos ensinamentos de Cristo!
Amar o próximo como a ti mesmo... Respeitar!
Na verdade, amar e respeitar é redundante... Quem ama respeita e pronto!
Isso não se encontra só na religião, talvez a religião seja a mais conhecida. Eu particularmente observo que as pessoas costumam usar um conjunto de valores para enquadrar os outros, exemplo: eu posso partir de um ponto de vista religioso, tu do ponto de vista moralista, psicologizante, etc.
É como ficassem oscilando na barreira dessas regras: eu dissemino um conjunto de ideias, quero que outros sigam essas regras, mas fico fugindo delas, transgredindo.
Verdade, quem cria as regras são os primeiros a quebrá-las.
Sim, mas acho que todo mundo faz isso, pelo menos os verdadeiramente humanos ou não, talvez alguém nunca tenha transgredido seu conjunto de regras, etc.
Será que realmente elas não transgridem suas regras? Eu mesma já estabeleci regras de "boa conduta" que fiz só pra amigos. Tipo, eles não seguem, eu fico com raiva deles e paro de falar. Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaas, eu nunca me comporto de acordo com elas!
É muito fácil criar regras pros outros, geralmente nos relacionamos com eles a partir de interesses comuns, preconceitos, intuitos... Por isso esperamos que eles se "comportem" da maneira que estabelecemos para nós mesmos! É uma coisa meio doida, mas acho que a gente pensa que conhece alguém. A gente dá crédito a imagem que cria de alguém e acaba percebendo que nunca conhecemos muito sobre alguém.
Criamos regras, conceitos, desenhamos, fazemos plástica na pessoa pra ela ficar perfeita... E ela vacila!
A gente se preocupa muito com o que o outro "que amamos como é" está sendo, foi ou será... E se esquece que nós mesmos fugimos das expectativas criadas pelo outro... Independente do livro que ela use pra te informar que tu tá errado...
Como já dizia Sartre "O inferno são os outros", isto é, a gente acaba fazendo confusão ao se relacionar com alguém  quando partimos do ponto de vista de "conhecedores oniscientes" do que o outro é.

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* Ruan Marcus é meu miguxo de trabalho. Estudante de psicologia pela Universidade Federal do Maranhão e autor do blog "Confissões de um jovem solteiro".

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Bate-papo temático - Os empregados da VASP - Com Ruan Marcus*

Fonte de imagem:  VASP - Vagabundos Anônimos Sustentados pelos Pais  
Tu vai no perfil de uma pessoa que tu acha.... Bom, tu não acha nada! Mas vai marocar o perfil dela e aparece que ela trabalha na VASP.
Que porra é essa?
Vagabundos Anônimos Sustentados pelos pais... O que pensar?
Pois é, Sol... Eu também poderia ser enquadrado em algumas das categorias dessa empresa merda. Há um tempo eu não trabalhava e meus pais eram responsáveis por todas as minhas despesas. Mesmo assim não colocava nos meus perfis de redes sociais essa tal VASP. 
Pra mim, o maior absurdo não é nem o fato do cara ser sustentado pelos pais, mas ele se declarar vagabundo publicamente e ainda dizer que é anônimo... Que porra é essa?
Kkkkkk. Por isso que eu não colocava isso nos meus perfis. Eu nunca fui vagabundo, sempre estudei!
Acho que a maiorias das pessoas que assinam que trabalham na VASP são crianças, coitadas... Que passavam a manhã assistindo TV Globinho e hoje não tem o que fazer por culpa de Fátima Bernardes... =P
Nada contra TV Globinho ou nossa amadíiiiiiiiiiiiiisima Fátima, mas queria descobrir o que essas pessoas querem mostrar para quem vê isso no perfil delas. Tipo: Fulano vai ver que sou sustentado pelos pais e blá-blá-blá...
Enfim... Bora almoçar?!
Trabalhamos na ESRU.

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* Ruan Marcus é meu miguxo de trabalho. Estudante de psicologia pela Universidade Federal do Maranhão e autor do blog "Confissões de um jovem solteiro".

sábado, 21 de julho de 2012

Bate-papo temático - "Todo amigo trai a gente" com Ruan Marcus*

Fonte da imagem: Vibeflog
Em algum momento de minha vida eu já falei mal de você.
Eu já sabia! Também já falei mal de ti, Soraya!
SURPRESA!
Nunca é algo que a gente não goste especificamente, porém, não dá pra fugir de falar mal de 1, 2, 3 milhões de aspectos do seu amigo que você deteste...
Mas quando tu fala, tu fala de quê? Eu falo de tudo! 
Sempre existem aspectos que nós odiamos em nossos amigos. Prefiro não citar nenhum caso. Mas já falei de amigos meus (imaginem coisas do mal) com outros amigos.
Muitas revelações. Me descuuuuuuuuuulpe! :(
Quando eles me esquecem, sempre desencadeia em mim um milhão de sentimentos negativos... Eu odiaria estar no lugar deles... Eu odiaria que minha orelha esquentasse como a deles!
Falo dos defeitinhos que todos têm (inclusive eu) e dou uma de impiedoso. Falo em algumas ocasiões em que eles me ignoram, me chateiam, etc... Quando não falo,"dou um gelo" ou fico mandando piadinhas, gosto de ser irônico, etc. Mas só falo mesmo dos que são realmente meus amigos e de quem sinto falta, só de pessoas que importam...
Li uma vez que a gente só se decepciona, se chateia e faz birras com pessoas que realmente nos importam... Acho que a gente só fala mal de quem gosta!
Mas nós também odiamos eles um pouquinho...
Uma vez escrevi aqui que eu gostava de quem não gostava de mim... Tenho até um carinho maior por eles do que por quem gosta (diz gostar?) de mim...
É doentio, mas já te expliquei o caso da namorada daquele guuuuriiiiii que quer ficar comigo... A guria me odeia, já falou muita merda de mim, mas tenho por ela um carinho e respeito que eu deveria ter com... gente de verdade.
Não quero pensar que isso seja doentio ou não... Sei lá talvez seja uma forma que você tem de mostrar ou provar alguma coisa para você mesma. Eu nem posso dizer muito sobre isso, não lembro de ninguém que ande falando mal de mim por aí, ou que seja declaradamente "meu inimigo". Acredito que se isso acontecesse, eu não teria muito carinho com a pessoa. Tenho um pouquinho de raiva, sou humano!
EU SOU LOOOOUCA.....
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* Ruan Marcus é meu miguxo de trabalho. Estudante de psicologia pela Universidade Federal do Maranhão e autor do blog "Confissões de um jovem solteiro".

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Bate-papo temático - "Proposta indecente e irrecusável" com Ruan Marcus*

Fonte da imagem: HYPE
Piririm, Piririm, Piririm, alguém ligou pra mim...
Piririm, Piririm, Piririm alguém ligou pra mim...
Quem é? Sou eu bola de fogo, e o calor ta de matar,
Vai ser na praia da barra que uma moda eu vou lançar.
Vai me enterrar na areia?
Não, não, vou atolar.
Tá tudo tão automático e rápido que sobra tempo para pegar mais de uma pessoa tranquilamente.
Quantas propostas indecentes eu venho recebendo esses dias!?
Pois é...
Quem vive perto de você é que vê essas coisas. As pessoas hoje em dia estão muito atrevidas. Todos querem se atirar em gozo sem limites, sem medir as consequências, sem pensar no amanhã....  A tendência é querer fazer tudo que se pode, com todo mundo que se vê. Aí dá nisso: propostas indecentes, ficar com duas pessoas concomitantemente, etc.
As pessoas estão descartáveis... A pessoa já chega na outra dando a classificação e o prazo de validade. Os caras elegem uma matriz e chegam na filial deixando claro que o lance é só sexo.
É isso ai Soraya!
As relações hoje são marcadas por prazo de validade.
O cara ainda fala de seu amor pela matriz abertamente com a filial e ainda tem a cara de pau de dizer que está conservando a "perigosa" dela pro casamento.
Guardando a virgindade da outra pra lhe meter uma ereção carregada de DST... Ah, o amor é lindo! 
Eu posso usar palavras mais românticas, mas o fato é que... É brutal isso! 
Brutal mesmo! 
Essa foi do mal! KKKkkkkkkkkk
Isso é a grande hipocrisia.
Tem uma música da Rita Lee que diz assim:
Para o jantar, as educadas
Para o noivado, as comportadas
Para um negócio, as poucas
Para uma sacanagem, as loucas
Eu fico pensando nas meninas que ficam reféns dessas situações. No livro que eu tô lendo da Lygia Fagundes Telles, Verão no Aquário, a Raíza está numa relação só porque tem medo de ficar só, ela fica com um cara casado porque não quer ficar só. A maioria das lembranças de outros relacionamentos que ela tem são assim, ela tá com um cara só porque não quer ficar só!
Chegar em uma pessoa carente com promessas de amor eterno é complicado também... Não alimente ilusionistas! 
Pessoas que tem medo de ficar só, pessoas carentes caem muito no papo desses caras... O importante é se vai ter alguém, se vai ter carinho... Que se exploda a matriz. Tem gente que curte ser filial.
Por isso algumas pessoas se protegem numa redoma e evitam todo tipo de experiência amorosa, sexual, sentimental
Pois é... desconfiem das propostas indecentes. Parece que é só alguém querendo se divertir com a gente.
Eu devia ser uma dessas pessoas!
Sempre fui muito assediada...
Poucas vezes alguém chegou em mim por estar apaixonado... É só tesão, tara e... Bom, eles só querem meu corpo nu! 
kkkkkkkk
Evite eles/elas e suas propostas, a não ser que esteja interessada em servir como e fazer de alguém objeto descartável.
Foi o que o Aécyo falou... Só que eu não sou uma máquina. Eu tenho sentimentos bons e ruins... Nunca conseguiria me envolver com alguém sem me envolver!
Eu nunca consegui pensar no sexo sem amor, respeito... 
É verdade. 
A gente acaba curtindo isso de se sentir desejado por alguém, sei lá, mas, mesmo assim, é melhor evitar situações como essas...
Eu só quero alguém que me ame e que faça de mim uma matriz... U.U'

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* Ruan Marcus é meu miguxo de trabalho. Estudante de psicologia pela Universidade Federal do Maranhão e autor do blog "Confissões de um jovem solteiro".