terça-feira, 31 de maio de 2016

O que a gente faz com o coração que não se entrega?

Fonte de imagem: Nathalia paccola
É tão estranho descobrir-se apaixonada depois de longo hiato sem amor.
Só que na minha idade, parece que a insegurança tá maior que na época da adolescência. Acho, na verdade, que naquela época um fora não me afetaria como agora. Parece que os homens envelhecem e, de certa forma, aprimoram essa habilidade maldita de machucar um coração.
Me vejo congelada pelo tempo passado, a algum fora que tenha me machucado tanto que hoje não sei o que esperar além da repetição dele... Como um eco ruim...
Por mim gritaria o amor cada vez que o visse, pularia no seu colo, esperaria um beijo... mas, ao contrário dos meus sonhos de "imaturidade madura", eu congelo... Olho pra ele sem ação, fico nervosa como adolescente que um dia fui e que nunca se perdeu... Faço caretas horríveis, dou cortes desnecessários... torno-o inseguro com minha insegurança.
E aí começam os "serás" e "e ses"...
Será que ele sente o mesmo?
E se eu tentar...
Será que ele me aceitaria?
E se recusar... onde esconderei minha cara?
Meu coração para diante da ideia... olha pra realização de meus sonhos adolescentes como se fosse necessário atravessar aquela frágil ponte sobre o abismo... Mas a verdade é que eu quero. Quero muito. Desde o primeiro dia... desde o chocolate oferecido apenas para provocar... eu o quero!
E não sei como falar disso, não sei como me abrir pra isso... Não sei nem mesmo se isso existe! Só sei quero, desde aquele dia... todo dia.

_________________________
♫É você - Tribalistas

Gostou desta postagem? Então clique no botão ao lado para curtr e Twittar!! Aproveite para nos adicionar no Facebook, seguir no Twitter.

Quem escreveu:
Soraya Carvalho Meu nome é Soraya, mas pode me chamar de Sol que eu gosto... Acho até que quando as pessoas me chamam de Soraya é um sinal claro de que estão zangadas comigo, sei lá. Só pessoas afastadas me chamam pelo nome... e chefes... e meus pais.. Tenho 30 anos (não parece, né?), muito apaixonada por tudo o que faço (BIBLIOTECONOMIA! BIBLIOTECONOMIA!)... Amante de livros e sentimentos sinceros.

Comente com o Facebook e com sua conta Google: