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Dica de leitura - Bridget Jones: Louca pelo garoto (Helen Fielding)

Olá, pessoas!
Em primeiro lugar quero me justificar pelo sumiço... Superei o TOC de ficar repondo as postagens que eu não consegui escrever e estou escrevendo apenas quando dá, sem forçar a barra como vinha fazendo...
As postagens estão uma merda, cheias de erro de português, concordância, digitação... Mas me sinto tão bem escrevendo essas nojeiras que nem apago... Corrijo quando vejo e quando dá... ENFIM!
Vamos falar do livro!
Eu achei que não fosse gostar de jeito nenhum do livro por causa de todas as notícias ruins que recebi dele... Mas o livro é bom, cara!
Dessa vez a Bridget nos aparece com 50 anos, viúva, mãe de 2 pestes, tendo que se virar (do jeito Bridget) com todas as parafernálias tecnológicas... Desde o controle da televisão até o twitter! 
E é no Twitter que a Bridget vai encontrar seu novo amor... Mas, ops... Ele tem só 30 anos.
Se eu continuar falando, vou entregar muito.
O que eu posso falar do livro é que... Bom, ele é bom... Achei que sem o Mark, esse livro seria uma merda completa, mas posso dizer hoje que ele é só uma meia-merda.
Enfim... Vou falar mais não...

SINOPSE (via Skoob)
Catorze anos após o último livro , a autora Helen Fielding nos apresenta uma nova e completamente fascinante fase na vida de Bridget, em seus 50 anos, viúva, mãe de dois filhos na Londres contemporânea, Bridget retoma seu diário abandonado e mostra que continua a mesma, e ainda mais viva - e ativa - do que nunca. O tempo se encarregou de trazer à sua vida outros dramas e dilemas, mas não levou embora seu jeito estabanado e a personalidade luminosa sem a qual ela não poderia enfrentar os momentos comoventes que a aguardam. Além de não descuidar da balança e manter-se longe dos cigarros, agora ela também precisa se preocupar com sites de relacionamentos, o número de seguidores no Twitter e os perigos de trocar mensagens de texto depois de algumas taças de vinho. Ainda às voltas com os amores, Bridget tropeça em novas confusões e tenta em vão se esquivar das gafes que ajudaram a consagrá-la como uma das personagens mais divertidas da literatura feminina, enquanto figuras antigas e recentes desfilam por sua vida - sobretudo um garoto misterioso que vem para balançar seriamente suas certezas.
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Sobre a louca que escreveu:
Soraya Carvalho Meu nome é Soraya, mas me chamam de Sol! Tenho 31 anos, estou tentando me reapaixonar por tudo o que escolho... Sou formada em Biblioteconomia, recém-convertida católica (ainda que batizada desde 1995), estou aprendendo a lidar com a ansiedade e tenho pensado em tentar falar sobre a luta e o aprendizado diário... Viver requer paciência, e eu não tenho.