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[Dica de Leitura] A casa da Rua Esperança - Danielle Steel


Sem preconceitos, gente... Nesse livro morre apenas um personagem importante (Ops, Spoiler). rsrsrrsrsrs
Esse é o quarto livro de Danielle Steel que eu leio (o que me faz lembrar que eu tenho que falar sobre os outros 3, já que já falei de um... Êpa, que conta foi essa? Dane-se... Eu fiz biblioteconomia! Não preciso da matemática! (Brincadeira, companheir@s))*.
Esse livro é emocionante, gente... Dramático, como todo livro de Danielle Steel. Se você está sofrendo, leia esse livro e pare de sofrer. Ajoelhe-se e agradeça diariamente: "Obrigada, Senhor, porque eu não sou uma personagem de Danielle Steel". (Brincadeiras, irmãos!).
O livro trata da perda (como a maioria dos livros dela, afinal, nunca vi um personagem de Danielle Steel não perder alguma coisa) e dos efeitos que essa causa à família. Foi bem interessante. Tentei me imaginar no lugar da personagem principal, que perde o marido, e de seus filhos, que perdem o pai. Do mesmo jeito que eles tinham medo de perder mais alguém da família... Gente, sei lá... É muito real. A Danielle é constantemente criticada por seu excesso de drama e pelo jeito de conduzir a história, mas acho a linguagem dela maravilhosa. Ela sabe mexer com nossos sentimentos... É como o Marcelo Rezende! A gente fica tentando se imaginar em um desses casos que ele apresenta... Ah, eu gosto!

SINOPSE
Liz e Jack são advogados muito bem-sucedidos, especializados em causas de divórcio. Vivem na Califórnia em uma bela casa com os cinco filhos. A felicidade familiar desmorona numa manhã de Natal, quando o ex-marido de uma das clientes do casal assassina Jack a tiros. Liz e os meninos mergulham, então, em um terrível pesadelo. E terão de reaprender a viver sem o marido e o pai amado.
A vida é difícil, porém, com o passar do tempo, as feridas começam a cicatrizar. Até que outro acidente, dessa vez com seu filho, ameaça jogar Liz e sua família novamente no fundo do poço.
Mas quando ela conhece Bill Webster, médico que cuida do garoto, algo acontece entre os dois. E, em meio ao desespero da tragédia, abre-se uma fresta de alegria através da qual Liz e os meninos conseguem, mais uma vez, vislumbrar a felicidade.
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Sobre a louca que escreveu:
Soraya Carvalho Meu nome é Soraya, mas me chamam de Sol! Tenho 31 anos, estou tentando me reapaixonar por tudo o que escolho... Sou formada em Biblioteconomia, recém-convertida católica (ainda que batizada desde 1995), estou aprendendo a lidar com a ansiedade e tenho pensado em tentar falar sobre a luta e o aprendizado diário... Viver requer paciência, e eu não tenho.