quarta-feira, 3 de setembro de 2014

[Não gostei] Chá de sumiço - Marian Keyes


Eu andei indecisa sobre o que falar a respeito desse livro, afinal, todos sabem que Marian Keyes é minha autora favorita. Porém, ela cagou no pau quando resolveu escrever sobre minha personagem favorita. Simplesmente, a Helen Walsh deixa de ser Helen Walsh em seu primeiro livro na íntegra.
Me apaixonei por Helen Walsh através de pequenas participações nos livros das outras irmãs Walsh: Melancia (Claire), Férias (Rachel), Los Angeles (Meg) e Tem alguém aí? (Anna)... No último, a Helen já não era tão Helen.
Sonho com um livro sobre a mamãe Walsh que explique porque todas as filhas dela sofrem de depressão e outros problemas psicológicos... Afinal, é tudo culpa da mãe, né?
Como já adiantei, um dos maiores problemas do livro é que a Helen tem depressão... SIM! A Helen que sempre foi descrita como a mais segura e "tô nem aí" das cinco Walsh é depressiva! O livro quase todo contém pensamentos suicidas e ela não pisa mais nos sentimentos de ninguém como nos outros livros... Cadê o egocentrismo que marca a personalidade da Helen? Cadê a Helen, na verdade?
Bom, fora isso de a Helen não ser a Helen... Tem essa história dela ser detetive que já era sem graça desde o "Tem alguém aí?". E essa banda insuportável chamada Laddz que fez o livro ficar mais ridículo do que já estava... 
Enfim... tentem ler se forem capaz... Eu me decepcionei com a Marian Keyes.

SINOPSE (via Skoob)
Helen Walsh não vive um bom momento. O trabalho como detetive particular não vai bem, o apartamento foi tomado por falta de pagamento e um ex- namorado surge com uma proposta de trabalho: encontrar o desaparecido músico da Laddz, a boy band do momento. Precisando do dinheiro, ela se vê forçada a aceitar, o que causa uma confusão em sua cabeça ao conviver com o ex e precisar acalmar o atual namorado. Ao tentar seguir suas próprias regras, Helen será arrastada para o mundo complexo, perigoso e glamoroso do showbiz, percebendo que seu pior inimigo ainda está por surgir. Irresistível, comovente e muito engraçado, Chá de sumiço é diferente de todos os romances do gênero, e a protagonista – corajosa, vulnerável e dona de uma língua afiadíssima – é a heroína perfeita para os novos tempos.

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Quem escreveu:
Soraya Carvalho Meu nome é Soraya, mas pode me chamar de Sol que eu gosto... Acho até que quando as pessoas me chamam de Soraya é um sinal claro de que estão zangadas comigo, sei lá. Só pessoas afastadas me chamam pelo nome... e chefes... e meus pais.. Tenho 30 anos (não parece, né?), muito apaixonada por tudo o que faço (BIBLIOTECONOMIA! BIBLIOTECONOMIA!)... Amante de livros e sentimentos sinceros.

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