quarta-feira, 7 de maio de 2014

Pensamentos soltos - Mentiras

Fonte de imagem: Oba Oba
Às vezes a vida é tão pesada de se carregar que a gente sente vontade de se livrar um pouco da carga toda pra respirar melhor.
A cada dia que passa descubro uma nova mentira contada a meu respeito e me questiono: pra quê? Que mal fiz a essas pessoas?
E rezo para que Deus coloque juízo na cabeça delas para enxergar que certas invenções são desnecessárias e a mentira não leva a lugar algum.
Estou cansada e apenas isso.
O ruim das mentiras a nosso respeito é que aqueles que nos conhecem sabem que seriamos incapazes de fazer a loucura que inventam.
Mas os que não nos conhecem?
Ficaram a margem da mentira inventada e não avançaram para te conhecer.
Aceitaram que você é aquela mentira que lhes foi contada. Compraram aquela história, julgaram e condenaram.
Uma das coisas que mais odeio são pessoas mentirosas que acham que lhes devemos gratidão. A pior espécie é essa: as que contam mentiras, nos tornam verdadeiros vilões mexicanos, e depois querem que mostremos gratidão.
A quê?
Ser tratada com deboches não é divertido. Ter pessoas olhando feio pra gente, virando a cara, nos tratando mal sem a gente nem saber porque é insuportável...
Antes eu corria atrás, me desgraçava em explicações inúteis... Hoje eu sei que se a pessoa compra uma mentira sobre mim, ela não merece saber a verdade, me conhecer, fazer parte da minha vida.
Hoje eu sei que as pessoas que nos fazem bem, que nos querem de verdade e nos amam não são aquelas que ouvem as mentiras, se questionam ou te questionam... 
Importante mesmo é ter ao nosso lado pessoas que podem até ouvir a mentira, mas só vem até você para rir do mentiroso.
E é isso que eu amo nos meus amigos: eles sabem quem eu sou.
Eles me reconhecem em sorrisos, lágrimas, silêncios e gritarias.
Eu não preciso perder tempo com eles explicando as mentiras... mas e o resto?
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Quem escreveu:
Soraya Carvalho Meu nome é Soraya, mas pode me chamar de Sol que eu gosto... Acho até que quando as pessoas me chamam de Soraya é um sinal claro de que estão zangadas comigo, sei lá. Só pessoas afastadas me chamam pelo nome... e chefes... e meus pais.. Tenho 30 anos (não parece, né?), muito apaixonada por tudo o que faço (BIBLIOTECONOMIA! BIBLIOTECONOMIA!)... Amante de livros e sentimentos sinceros.

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