quarta-feira, 8 de maio de 2013

|Reblogando| Tudo que morre fica vivo na lembrança...

Fonte de imagem: O Pequeno Sábio
Sensação chata essa de que os sonhos morrem quando se perde alguém.... Eu quero continuar com os meus intactos independente de quantas pessoas passem por minha vida... Ou de elas, simplesmente, não passarem...
Eu não sei dizer o quero, não sei demonstrar o que sinto... às vezes só queria correr pro meu quarto enterrar a cara no travesseiro e num acordar mais...
A realidade parece tão cruel quando saio das minhas poucas horinhas de sono...
Ás vezes sinto apenas que estou ficando louca... Acordar desse pesadelo maluco seria tão bom...
A sensação é apenas a de que, na realidade, meus amigos estariam (de verdade) do meu lado, dispostos a conversar... Que meu namorado entenderia cada careta que eu fizesse, cada palavra que eu dissesse sem ver isso como uma nova tentativa de acabar com o que eu desejo de todo coração para meu futuro... Que meus pais sentariam na mesa do jantar junto comigo e meus irmãos, e que poderíamos ter uma conversa de verdade... Eu simplesmente sinto muita falta deles tanto tempo fora de casa...
Eu engoli tanta coisa nos últimos dias...
Suportei tanta coisa nos últimos meses...
Mas, em nenhum momento quis acabar como o que me faz bem... Em todos os momentos o que foi levado em conta foi o sentimento da outra parte... E tudo o que ouvi foi o quanto fui egoísta por fazer assim... Como se o outro eu tivesse ignorado...
Meus sentimentos sou capaz de controlar... Tenho 23 anos e convivo com anjos e demônios em minha cabeça...
Já pensei em desistir muitas vezes... Já pensei em me entregar sempre que surgia um problema... Já pirei o cabeção sozinha, me embolando em minha própria dor... Mas sempre consegui sobreviver...
Agora que o fim parece certo... Agora que sei que o outro já não cederá mais... Me preparo para viver como vivi meus primeiros 22 anos de vida... Me preparo para voltar a outra realidade.

(Originalmente publicado em 5 de agosto de 2009)
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Quem escreveu:
Soraya Carvalho Meu nome é Soraya, mas pode me chamar de Sol que eu gosto... Acho até que quando as pessoas me chamam de Soraya é um sinal claro de que estão zangadas comigo, sei lá. Só pessoas afastadas me chamam pelo nome... e chefes... e meus pais.. Tenho 30 anos (não parece, né?), muito apaixonada por tudo o que faço (BIBLIOTECONOMIA! BIBLIOTECONOMIA!)... Amante de livros e sentimentos sinceros.

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