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Dica de leitura - A filha da minha mãe e eu (Maria Fernanda Guerreiro)


Todos aqui sabem que eu não sou muito fã de literatura brasileira... Peguei o livro cheia de preconceitos: Ah, mais um livro brasileiro dramático...
E, de fato, a leitura no começo é bem dramática... Só que do meio pro fim do livro, a história ganha um temperinho mais gostoso.
Não tem nenhuma parte que tenha me levado aos risos, mas a história conseguiu me deixar com aquela carinha boba de identificação... Caramba, tem momentos que a Helena é tão minha mãe e eu sou tão a Mariana... Acho que é uma história com a qual toda mulher se identifica um pouco (não conheço nenhuma mulher que não tenha tido problemas com a mãe).
Enfim...
Pra não falar demais, porque a história tem um pouco de mistério... Deixo vocês com a sinopse!
Beijo!

SINOPSE (via Skoob)
Sensível e tão real a ponto de fazer você se sentir parte da família, A filha da minha mãe e eu conta a história do difícil relacionamento entre Helena e sua filha, Mariana. A história começa quando Mariana descobre que está grávida e se dá conta de que, antes de se tornar mãe, é preciso rever seu papel como filha, tentar compreender o de Helena e, principalmente, perdoar a ambas. Inicia-se, então, uma revisão do passado – processo doloroso, mas imensamente revelador, pautado por situações comoventes, personagens complexos e pequenas verdades que contêm a história de cada um.
E foi assim, entre tantos desencontros, que descobri que existiam duas Marianas: a filha da minha mãe e eu
Muitas vezes não é o que se diz que magoa, mas o tom com que se fala que faz toda a diferença.
Quando vi as duas listras azuis no teste de gravidez, tive uma certeza: preciso me sentir filha antes de me tornar mãe.
Com um irmão quase da mesma idade, era difícil ter um dia inteiro de paz dentro de casa. A gente competia o tempo todo.
Apesar dela fazer, emocionalmente, diferença entre mim e meu irmão, no resto, era tudo igual: o que um tinha, o outro tinha também. E isso para o bem ou para o mal. Se um ganhava um presente, o outro ganhava também.
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Sobre a louca que escreveu:
Soraya Carvalho Meu nome é Soraya, mas me chamam de Sol! Tenho 31 anos, estou tentando me reapaixonar por tudo o que escolho... Sou formada em Biblioteconomia, recém-convertida católica (ainda que batizada desde 1995), estou aprendendo a lidar com a ansiedade e tenho pensado em tentar falar sobre a luta e o aprendizado diário... Viver requer paciência, e eu não tenho.