domingo, 27 de abril de 2014

Solidão, sonhos perdidos e outras trens

Fonte de imagem: Blog do Carlos Rosa
Há dias em que a solidão está mais forte e te desperta pra escrita.... Ou pra uma conversa sem resposta que faz a solidão parecer maior ainda.
Nos sentirmos sozinhos em meio a multidão é algo que machuca demais. É como se uma única pessoa pudesse, tivesse a capacidade de revolver o problema que aquela multidão inteira não resolve... O espaço vazio deixado por uma única pessoa não é preenchido por uma multidão.... Não há como não sufocar, não sentir-se mal com essa situação...
Eu paro e observo...
Vejo homens tentando entrar na minha vida, querendo preencher o vazio que um grande amor perdido deixou, mas eles o fazem apenas com palavras, e as ações onde estão?
Palavras sem ações deveriam significar alguma coisa, que eles não querem de verdade, sei lá... mas as palavras são tão doces e me fazem sonhar, daí tento dar significado a elas, e vivo aquela fantasia louca de que existe alguém do mundo capaz de me dar o amor, que um dia eu perdi, e capaz também de preencher o vazio e completar toda a minha vida.
Sei que não tenho idade para sonhos tolos de que o príncipe encantado pode vir me salvar e trazer de volta a paz e a vida.
Tentei beijar os sapos, mas estavam todos ocupados... Alguns com ideias tão contrárias a minha filosofia de vida, outros com mulheres e a maioria com o próprio reflexo no espelho.









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Quem escreveu:
Soraya Carvalho Meu nome é Soraya, mas pode me chamar de Sol que eu gosto... Acho até que quando as pessoas me chamam de Soraya é um sinal claro de que estão zangadas comigo, sei lá. Só pessoas afastadas me chamam pelo nome... e chefes... e meus pais.. Tenho 30 anos (não parece, né?), muito apaixonada por tudo o que faço (BIBLIOTECONOMIA! BIBLIOTECONOMIA!)... Amante de livros e sentimentos sinceros.

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