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[Reblogagem] A Trágica biografia romântica de Soraya Carvalho – Parte 2 de sei lá quantas....

Fonte de imagem desconhecida
Aí, aparece Yuyu em minha vida... 
Eu conheci Yuyu na 5ª série. A gente não estudava junto, mas as turmas se juntavam na Educação Física... E foi lá na quadra que eu o vi pela primeira vez, correndo com seu shortinho quadriculado, sua camisa ridícula do palmeiras, sob o sol quente de 15hs... Sim, a minha escola nos mandava pra uma quadra descoberta, às 15hs, com o sol fervendo em nossas cabeças e ainda me perguntam porque eu não gosto de esporte! 
Enfim, minha história com Yuyu pegou fogo mesmo na 6ª série... A famosa 6ª série... Não me espanta hoje ele ter saído da escola depois dessa 6ª série, eu também sairia se um cara como eu ficasse a fim de mim... 
Quando eu falo que a coisa pegou fogo na 6ª série, não pense nisso como uma coisa boa. Pense, sei lá... Como Nero tacando fogo na cidade mesmo... 
Eu era a fim de Yuri e, embora TODO MUNDO SOUBESSE, eu escondia isso, mas escondia de um jeito que, meu Deus, era preciso ser muito débil mental pra não sacar. Eu usava códigos, mas meu códigos eram muito fáceis... Eu me baseava em hieróglifos e com a repetição constante de caracteres, cagou... Todo mundo descobriu um bando de I Love Yuyu...
Yuyu usava aparelhos e era chamado de latinha, eu era chamada de vassoura (clique aqui pra saber mais)
E veio as musiquinhas: “inha, inha, inha, vassoura ama latinha”. 
Gente, eu chorei tanto que até o coitado do Yuyu veio me pedir desculpas por eu assediá-lo... Pior, o pastor veio falar comigo... 
E me encheu de conselhos... Achou antes que eu e Yuyu namorávamos... Depois que eu disse que não ele disse que eu era muito nova pra essas coisas. Que viriam garotos que iam gostar de mim e blábláblá...

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* Originalmente publicado em 4 de junho de 2011.
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Sobre a louca que escreveu:
Soraya Carvalho Meu nome é Soraya, mas me chamam de Sol! Tenho 31 anos, estou tentando me reapaixonar por tudo o que escolho... Sou formada em Biblioteconomia, recém-convertida católica (ainda que batizada desde 1995), estou aprendendo a lidar com a ansiedade e tenho pensado em tentar falar sobre a luta e o aprendizado diário... Viver requer paciência, e eu não tenho.